Rio de Janeiro, Avenida Brasil, tempestade
torrencial recheada de raios. Entrada da Rodovia Presidente Dutra. Carro
enguiçado. Mesmo com o limpador não dando conta percebi uma linda mulher
desolada e encharcada.
Parei mais logo a frente do carro dela, um gol bolinha prata como
tantos outros. Me arrependi assim que saí do carro. Antes do terceiro passo
estava também encharcado.
Ela corre ao meu encontro e espantado recebo seu choroso abraço. Lucas,
que bom você que passou por aqui. Já fiz de tudo, mas depois de passar pela
poça meu carro foi perdendo a força e parou aqui. A bateria já acabou e o carro
não pega.
Era minha cunhada. Esposa de Pedro, outros dos apóstolos de minha mãe.
Eu nunca a vira como mulher, mas a transparência de suas roupas molhadas
expunha seus seios como se nua estivesse. Lindos seios... Pensei e experimentei
o início de uma ereção.
Ela mais uma vez me abraçou. Seu choro se acalmava mas ela se aperava
ao meu corpo. O corpo de seu salvador. Minha ereção agora se manifestava plena
e impossível conter. Eu sentia aqueles seios amassados em meu peito. Era a
esposa do meu irmão. Ele, dois anos mais velho que eu e ela, dois anos mais
nova e linda. Corpo maravilhoso, seios perfeitos, deliciosos e amassados no meu
corpo.
Estávamos na calçada de um famoso motel e resolvi buscar ali um
refúgio. O trânsito estava louco, engarrafado e os motoristas queriam escapar
da chuva torrencial e nos dava banhos completos daquela água imunda que se
acumulava no asfalto.
Coloquei ela no meu carro. Entrei no motel parando logo depois da
portaria. Expliquei ao porteiro minha situação. Ele disse que só poderia ajudar-me
se eu fosse um hóspede. O patrão não permitiria que ele utilizasse os
funcionários do motel se não fosse para socorrer um hóspede.
Não tínhamos alternativa. A chuva começara há menos de dez minutos e
prometia durar bastante. Acatei.
Fui até ao carro e expliquei a situação a Leda.
- Tudo bem Lucas. Estou encharcada, morrendo de frio e assim aproveito
e tomo um banho morno e ponho minha roupa para secar. Todos lá em casa já sabem
que vou demorar porque estou enguiçada na Avenida Brasil e ninguém vai ficar
mais preocupado do que já está.
Dois rapazes do motel com capas de plástico transparente me ajudaram a
empurrar o carro para um canto dentro do motel e lá fomos nós para um quarto. O
porteiro disse que só tinha o real ou presidencial. Foda-se, lá fui eu.
Sinceramente, sem qualquer intensão maldosa.
Chegamos no quarto e corremos ao banheiro para nos enxugar. Fui até a
cama e peguei os roupões voltando ao banheiro.
Leda passava a toalha nos cabelos e com o rosto coberto não percebeu
minha chegada. Quando me viu levou um susto tão grande que deu um passo para
trás quase caindo. Ela não caiu mas a toalha que enrolava e escondia seu corpo
caiu e entre pegar a toalha e esconder o corpo já desequilibrado ela caiu com
as pernas para o alto e nós dois tivemos um longo acesso de risos.
Nos ajudamos a levantar. Já de pé ela estendeu a mão para receber o
roupão e ao invés de entregá-lo fui vestindo ela com a peça em toalha felpuda.
De costas para ela tirei minha roupa sem acanhamentos. Isso já não
cabia ali e a bunda de todo mundo é rachada mesmo.
Vesti o roupão e apertei o cordão ficando de frente para ela que
mantinha o seu traje aberto olhando de um lado para outro, ainda rindo e
parecendo perdida.
- Cadê o cinto desta porcaria?
Fiquei inerte. A visão da parte do corpo nu era encantadoramente
irresistível e como estava de roupa não me incomodei, pois ela jamais iria
notar a reação que estava causando em meu corpo.
Eu olhava em volta e, desnorteado, voltava a olhar aquela escultura magnífica
que era o corpo da esposa de meu irmão.
Ela ficou vermelha como um tomate bem maduro. Seus risos demonstravam nervosismo.
Ela baixara o olhar que insistia em subir até a altura da minha cintura para
ela novamente baixar a vista.
Dei por mim. Estava eu como um gato. Escondido, mas com o rabo de fora.
Meu pênis que me parecia envolto pelo atoalhado estava com a cabeça apontada
para cima e exposta com toda sua rigidez.
Fiquei constrangido, sem ação, e ela veio em meu socorro com o roupão
dela ainda aberto, tentar fechar o meu para ocultar meu desejo.
Ocultar o desejo poderia ser fácil. Mas como contê-lo? Quando Leda
pegou com suas pequenas mãos as abas laterais do roupão na altura de minha
cintura afastei suas mãos. Com isso ela abriu meu roupão e eu a puxei para mim
colando o corpo dela no meu.
Ela me olhou espantada e percebeu o desejo instalado dentro de mim fluindo
pelo meu olhar que se aproximava do seu e - sem qualquer gestou de fuga ou de
aproximação - recebeu meus lábios colando-se nos seus.
Não dei importância a inércia dela e busquei fazer minha língua invadir
aquela boca, sedento e angustiado pelo desejo proibido.
As pequenas mãos se coloram em meu peito fingindo afastar-me. Porém
percebi que seus quadris, sem que ninguém forçasse - eu agora segurava seu
rosto com as duas mãos. Mantinha-se colado roçando em minha pélvis aproveitando
o calor incendiário que minha ereção proporcionava.
Quando seus lábios permitiram, finalmente, a penetração de minha língua
em sua boca, suas mãos já acariciavam meu peito e se erguiam buscando meu
pescoço e colando aqueles seios magníficos na minha pele que se arrepiava.
Ela conseguiu jogar meu roupão no chão e imediatamente estava em meu
colo, abraçando meu pescoço e minha cintura. Antes mesmo de chegarmos à cama eu
conseguira iniciar a mais deliciosa penetração desde minha adolescência. Afinal
a primeira vez é suprema e não se consegue esquecer. Essa parecia minha segunda
vez. Na dúvida, ao invés de jogar ela na cama e perder aquela deliciosa
penetração, preferi colar o corpo dela na parede completando todo o curso para
dentro de seu corpo.
Totalmente entalado dentro dela sentei com calma na borda da cama e
permiti a ela perder a compostura. Minha cunhada parecia ter esquecido de tudo.
Acho que não lembrava quem eu era e principalmente quem era ela. Era só sexo,
gula, desejo, dedicação e finalmente ela passou a ser o próprio orgasmo.
Tive que sustentar seu peso e seu corpo. Sua pélvis estava em convulsão
descontrolada e ela perdera toda e qualquer coordenação motora. Quando o
relaxamento se anunciou como um grande alívio resolvi castigá-la e erguendo
seus quadris me deixei deitar aproveitando para oferecer o intercurso de
velocidade máxima total e logo ela estava mais uma vez perdida em seu próprio
prazer.
Mal conseguia respirar. Arfava, gemia, gozava, gritava e ao fundo
tentava conversar com o marido. De seus olhos escorriam lágrimas lentas e entre
esse e o próximo e ainda mais intenso orgasmo consegui entender:
- Perdão Pedro, mas Lucas está levando-me ao paraíso!
- Perdão amor, mas estou gozando com seu irmãozinho!
- Perdão por eu estar gostando tanto que nem penso em parar.
- Perdão Pedro, mas vou deixar Lucas me possuir inteira. Agora que
virei puta, serei totalmente puta.
- Perdão Pedro, mas vou ter que experimentar esse homem também no meu
cuzinho.
Ela novamente gozava e eu já não entendia seus resmungos. Mas ao sentir
minha ejaculação inundando a parte mais profunda de sua vagina completamente
estacionado em seu interior foi o meu nome que ela gritou, ou melhor, foi a
minha mãe que ela xingou.
- Aiiiiiii Lucas. Goza tudo seu filho da puta!
Acabei de tirar o roupão que fingia cobrir sua nudez e com ela ainda
entalada com minha pica caminhei com ela agarrada em mim para o delicioso
chuveiro morno até demais daquele motel.
Passamos a namorar. Agora brincávamos no box sob a chuva artificial e o
seu desejo foi mais uma vez se anunciando e assim que se tornou irresistível
ela me puxou para fora do chuveiro e foi enxugando-me. Logo ela estava
ajoelhada garantindo com sua boca a total recuperação de minha ereção.
Quando o pênis escapando de sua boca apontou para o alto ela bateu
palminhas. Levantei seu corpo e com palmadinhas a guiei mais uma vez para cama empurrando-a
sobre ela de forma que ela caiu de bruços e recebeu por trás minha endiabrada
língua e lábios. Os dentes castigavam o grelinho e dali eu fugia para lamber e
tentar enfiar a língua naquele cuzinho que piscava antecipando o futuro.
Ela só gozou em minha boca quando o polegar se infiltrou naquele
cuzinho. Gozando me pediu palmadas e eu caprichei tentando não deixar marcas.
Mas ela queria levar as marcas para casa e exigia mais palmadas e mais força.
Mudamos de posição e ela voltou a recuperar com a boca a máxima
potência de meu pênis. Agora meus dedos se infiltravam indistintamente na
vagina e no ânus e a outra mão dava, para surpresa dela, palmadas no grelinho
que parecia que ia explodir de tão vermelho e durinho. Assim eu esfregava, e
quando ela virava os olhos de tesuda, levava palmadinhas que faziam com que ela
arreganhasse as pernas.
O orgasmo chegou e sem que ela esperasse mudei de posição e a pica
aproveitando o piscar intenso conseguiu rapidamente furar o bloqueio inicial
alojando toda a cabeça da minha pica no cuzinho dela.
Ela gritou:
- Pedrinho, o Lucas tem muito a te ensinar. Nem precisa me perdoar
porque estou adorando ser putinha!
- Agora, seu puto, trata de arrombar meu cuzinho bem gostoso. Quero
palmadas na bundinha e no grelinho.
Não sei como meu celular tinha ido parar sobre a cama e mostrei a ela o
botão que testava o vibracall. Ela entendeu e passou a gozar seguidas vezes
levando estocadas profundas e velozes, palmadas que deixara sua bundinha bem
vermelha e choques vibratórios no grelinho.
O celular dela tocou alto dentro da bolsa e ela me disse virando os
olhos no início de mais um gozo:
- Adivinha quem tá ligando?
- É seu maninho, seu corninho. Faz mais forte que eu vou gritar bem
alto. Quem sabe ele escuta meu prazer de estar sendo a putinho do irmãozinho
dele.
Meu celular também tocou. Tocou não: vibrou. Enquanto ele vibrava ela
esfregava com força no grelinho quando ele para ela me mostrava o nome de meu
irmão e ria em pleno gozo:
- É o nosso corninho ajudando em nosso prazer.
A vibração voltava e junto com ela a esfregação.
Quando tudo entre nós se acalmou é que eu fui entender o que estava
acontecendo. Meu irmão estava traindo minha deliciosa cunhadinha com a
secretária. Ele só não sabia que antes deles saírem ela ligava para Leda
contando onde iriam trepar aquele dia.
Leda vinha planejando aquela vingança mas faltava-lhe coragem que
quando teve a boca beijada por mim invadiu seu ego liberando-a para a
sacanagem. Ela combinou comigo que toda vez que o meu irmão fosse fuder a
secretária, eu teria que cumprir o papel que ele negava a ela, afinal nada mais
justo que um irmão pagar pelo outro o dever de marido. Assim ficava tudo em
família e ela poderia ter um macho mais saboroso e vigoroso do que a merda que
tinha em casa.
A secretária queria mesmo o dinheiro dele. Mas ele só percebeu três
anos depois. A essa altura comer a minha cunhada já era rotina. Eu estava
curtindo agora a Iara, irmã de Leda.
Tudo começou quando Iara chorando me abraçou dizendo estar vivendo um
inferno:
- Seu irmão insiste em trair minha irmã comigo. Outro dia ele só não me
estuprou porque depois de ter conseguido arrancar toda minha roupa e já ter
amarrado um de meus braços Leda chegou. Ele me liberou nua e fugiu pela janela.
- O pior é que tenho esse sonho quase toda noite desde aquele dia.
Ela disse sonho. Então não era pesadelo?
- Eu te estrupo no lugar dele, vamos pro motel!