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Beto, namorado de minha filha, volta e me estraçalha.

No dia seguinte me obriguei a voltar ao normal. O aniversário de minha filha exigia muitas tarefas. Assim acordei cedo, preparei o café da manhã para minha turma e os joguei para mais um dia de tarefas. Entrei no meu banho e me permiti chorar de saudades do namorado da minha filha. As lágrimas misturadas à água do banho estavam funcionando como uma simpatia. As lágrimas secaram enquanto me enxugava e eu só pensava nas tarefas que me esperavam. Docinhos, muitos docinhos.
Já no quarto acabando de me enxugar para vestir minha roupa caseira escutei a campainha e gritei do quarto:
- Já vai!
- Light, light minha senhora!
Desisti do incômodo do sutiã e fui receber o medidor. Pelo olho mágico ele estava de costas, mas acostumada com a rotina abri a porta e dei de cara com uma bela orquídea. Era Beto!
Meu corpo inteiro comemorava enquanto eu ficava embasbacada diante daquele homem. Esqueci-me de respirar, meu coração disparava, minhas mãos soavam, um arrepio corria minha coluna alcançando meu rosto já tomado por intenso enrubescimento e minhas pernas, bambas e trêmulas mantinham-me prostrada diante da porta com meu olhar perdido naquele delicioso olhar.
Sem desviar os olhos ele entrou, fechou a porta e trancou em um só movimento, depositou a orquídea na mesinha de telefone, inclinou-se levemente e sem me tocar suspendeu meu vestido retirando-o com eficiência.
Ajoelhou-se diante de mim, fez cair minha calcinha e balbuciou:
- Agora sim, você merece um beijo!
As mãos apoiaram-se nos meus quadris de forma a permitir que seus dedos afastassem os lábios vaginais para depositar um selinho barulhento direto no meu grelinho.
Acordei na hora, grudei-me em seus cabelos, lancei uma de minhas pernas nas suas costas oferecendo-me, agora arreganhada, às carícias daquele pecado em pessoa.
- Como foi sua noite? – Ele perguntou mergulhando sua língua em minhas mucosas.
- Triste, chorando sua falta, você não veio ontem.
- Não fez sexo com seu maridinho? Pensei que ele ficaria encantado com seu novo sabor? Ele não gostou?
- Isso não te interessa!
- Se você contar darei um presente que vai te matar de prazer.
- Não interessa!
Escutei um barulhinho e com a língua penetrando minha vagina Beto encostou o objeto no meu grelinho que me fez gemer e minhas pernas estremecerem. Era um choque de prazer explodindo daquele ponto irradiando para todo meu corpo. Eu nunca experimentara, nem mesmo em pensamento, um vibrador. Como era tola em matéria de sexo até conhecer o Beto.
Que gozo estranho e excepcional. Ele explodiu, mas estava apenas chamando outro e mais outro. Sem ver como eu estava desabando e me vi deitada no sofá da sala.
Contei a ele em cada detalhe o encantamento de meu marido com o seu perfume no meu sexo e isso foi um afrodisíaco à minha libido que me desnorteava.
Minha mente entorpecida não me permitia entender as carícias que eu recebia em minhas partes íntimas, dedos acariciavam meu cuzinho, invadiam minha vagina e uma língua excitante mais que nunca pela força de um vibrador arrancavam um prazer que parecia preparar uma explosão.
Quando meu corpo estremecia e um orgasmo maior se anunciava Beto colocou a ponta de um cordão entre meus dedos e na outra mão entregou-me o vibrador que eu não conseguia afastar de meu clitóris. Recomendou:
- Só quando você sentir a explosão puxe vagarosamente o cordão.
Afastou-se e sentou-se encantado observando cada uma de minhas reações novas também para mim. Quando a consciência quase se perdia puxei lentamente o cordão e de meu cuzinho senti saindo algo de que arrepiou inteira de imediato. Assustada, perdi o cordão. Beto novamente me entregou.
Era um enorme orgasmo formado de muitos micros orgasmos que davam saltos cada vez que uma nova bola saia de meu cuzinho e quando vi o cordão inteiro e cheio de bolas diante de mim explodi de vez e não sei dizer se foi intenso e rápido ou duradouro num crescente. Foi mais estonteante que a imensa queda da mais alta montanha russa e, mais do que a consciência, perdi todas as minhas forças.
Eu estava em queda livre num abismo quando me senti penetrada, preenchida. Com a presença de Beto em meu corpo já se preparava no centro do meu ser um orgasmo de sabor e potência diferente dos que eu, extenuada, já experimentara. Só que agora a queda livre me queimava enquanto a erupção vulcânica de um prazer inesperado externava minhas últimas energias.
Como me recuperar para saborear tal prazer se meu coração estava totalmente descompassado, minha respiração era forçada em suas longas pausas de sensações intensas, minha visão era turva repleta de flashes de uma intensa luz branca formando estrelas coloridas como se fossem fogos de artifícios.
As carícias de Beto ajudavam em minha alienação, mas tornaram-se sufocantes quando em meio a minha máxima explosão de prazer ele mais uma vez me fez experimentar as novidades daquele dia: expelir as bolinhas que eu não percebera que ele reintroduzira, e a intensa vibração do pequeno massageador em meu grêlinho.
Foi o cheiro do vinagre misturado ao do álcool que me fez perceber que pela primeira vez na vida eu desfalecera. E por conta da intensidade de prazer que eu experimentara. Eu só pensava em meu marido, seria maravilhoso conseguir reunir esse prazer sexual em uma relação também repleta de amor.
Para me recuperar totalmente Beto me levou ao banheiro. Foi um banho delicioso. Mais uma novidade a acrescentar ao meu casamento. Trocávamos carícias com o claro objetivo de banhar um ao outro sem intensões paralelas em ritual demorado.
Enxugamo-nos e ele me ajudou a passar o hidratante por todo o corpo. Vestiu-me apenas com meu vestidinho de andar em casa e me ajudou nos preparativos do aniversário de minha filha por umas três horas com eficiência.
Paramos para um almoço leve e Beto me informou que minha filha pedira sexo como presente de aniversário. Seria sua primeira relação sexual completa. Para resistir até a data marcada ela usava aqueles brinquedinhos que eu experimentara. Dois entre uma grande coleção.
Voltamos ao trabalho, mas a agonia no meu corpo só crescia. Apesar dos riscos de chegada de meu marido ou minha filha ataquei meu “amante” que tomava emprestado de minha filha e fomos para o quarto dela.
Nunca tive tantos orgasmos em um só dia. Experimentei bebida afrodisíaca, massageadores de diversos formatos: ovais, borboleta, polvo, com controle remoto, com diversas velocidades. Era uma doce brincadeira repleta de prazeres inevitáveis, quando eu dava por mim estava entrando em frenesis de orgasmo.
Vieram vibradores de diversos tamanhos, cores, formatos e espessuras com possibilidades de uso em diversos locais. Um simulador de múltiplas línguas rotativas.
Experimentei a agonia de querer abraçar o Beto sendo impedida por algemas. Recebi choques elétricos e produtos líquidos ou em gel que ora ardiam, ora esquentavam, ora gelavam e alguns ainda acrescentavam sabores. Soube o que poderia deixar meus seios ultrassensíveis por presilhas, sucções e leves choques e terminei com minhas partes íntimas como que “assadas” de tantos prazerosos abusos.
Para terminar com chave de ouro Beto deitou de costas na cama e me pediu sexo anal, não tinha como negar pois ele me ensinara a arrancar prazer do meu corpo nesta forma de sexo.
Após me penetrar colocou sob sucção meu grelo e meus mamilos, entregou em minhas mãos um consolo que eu mantinha totalmente enfiado em minha vagina e,  através controle remoto nas mãos de Beto, ele girava, simulava o movimento da penetração e ao mesmo tempo massageava minha vulva, seus lábios e Beto ainda usava um anel peniano que vibrava ao redor de meu ânus.
Seus braços e mãos acariciavam meu corpo. Seus lábios brincavam entre meus lábios, pescoço e orelhas. Sua voz estimulava meus ouvidos com sussurros e ao perceber que eu experimentaria meu derradeiro orgasmo, já sem qualquer energia fez explodir meu prazer ao obrigar-me prometer que espalharia seu esperma pelas minhas partes íntimas e mamilos para meu marido mais uma vez experimentar o sabor do macho que estava me dando prazer.
Assim que prometi senti sua ejaculação e explodi desmaiando de prazer pela segunda vez na vida e naquele dia.
“Acordei” com ele espalhando seu esperma pelo meu corpo nos pontos que ele adivinhava a boca de meu marido percorreria.
Prometi, mais uma vez, não tomar banho, mas cansada e saciada como estava apostava que meu marido não conseguiria me estimular ao sexo.
Menos de cinco minutos depois de Beto me deixar exausta deitada na cama de minha filha para ir embora ouvi alguém chegando. Corri para a sala e ao beijar meu marido lembrei que usava esperma ao invés de batom e... Meu corpo estava mais uma vez pronto, não para fazer sexo. Estava totalmente pronta para fazer amor.
Começamos a brincar ali mesmo, ainda na entrada de casa e terminamos na cama com meu marido adorando meu odor e meu sabor de esperma fresco e isso me maltratava e temperava o amor que fizemos. Fiz questão de que Paulo usasse sua língua em todos os pontos onde aquele perfume, afrodisíaco para ele, fora aplicado. A culpa aumentava minha dedicação e minha dedicação aumentava o prazer de meu marido que ignorou a chegada de nossa filha e me deixou, com muito orgulho, totalmente extenuada em nossa cama.

Em que tipo de mulher me transformei?
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BETO - O namorado de minha filha.

Estávamos atarefadas ultimando os preparativos para o 18º aniversário de Aninha, minha única filha, quando a campainha tocou. A pressa de Ana a condenou, ela esperava alguém. Acompanhei seus passos e na porta estava um rapaz esbelto, alto e moreno. Deveria ter uns 24 anos e irradiava simpatia com dois buquês de rosas nas mãos: um rosas e outro vermelhas.
Ofereceu o buquê de rosas vermelhas para minha filha. Ela estendeu a mão para recebê-lo e foi arrebatada para um beijo luxurioso que me deixou acanhada. Sendo seis anos mais velho era um perigo potencial para minha inocente Ana, ele deveria ser vigiado de perto.
Terminado o beijo voltou-se para mim sinceramente admirado.
- Mama mia! Vou chama-la assim sogrinha. Você é simplesmente linda!
Ele falava enquanto estendia me oferecia o buquê restante. Senti-me acanhada e um rubor estava tomando meu rosto quando fui receber daquela inesperada visita seu mimo. Tive a mesma sorte de minha filha. Fui arrebatada, ele me deu um selinho e me abraçou carinhosamente. Suas mãos se alojaram em minhas costas logo acima de meus quadris e colavam meu corpo ao dele e pude sentir que ele era tomado por uma ereção crescente. Ele realmente gostara de mim, mas de uma forma inaceitável apesar da agonia que tomava conta de meu ventre e do rubor ainda mais intenso me condenando pela cor de meu rosto avermelhado.
Quando se afastou minha filha anunciou minha excitação:
- Mãe você ficou vermelhinha. Viu no que dá só receber beijo de um único homem?
- Se você gostou tanto assim – disse o namorado de minha filha – merece mais um, Mama mia!
Foi afirmação seguida da ação. Fui tomada por um abraço mais envolvente e um duradouro selinho que fez meu ventre revolver-se como há muito não acontecia e perderam o ritmo minha respiração e batimentos cardíacos, ainda mais quando ele esfregou escandalosamente sua ereção em meu corpo.
Fiquei inerte, ele se afastou justo quando corpo inteiro se arrepiava.
- Vem conhecer a casa Beto.
Minha filha rindo de meu estarrecimento tomava a mão do namorado e seguia pela casa. No caminho exigiu minha presença e sem alternativas eu segui aquele casal que me preocupava pelos mais diversos motivos.
Mais uma vez me vi indefesa diante da investida do namorado de minha filha. Quando ela mostrava o meu quarto ele se posicionou atrás de mim me abraçando com a mão direita esmagando meu seio esquerdo, roçando seu ainda ereto membro em minha bunda e acrescentando:
- É aqui que a moleca que vi dentro de você pratica suas molecagens?
As palavras sussurradas em meu ouvido mexeram com meu corpo e com minha alma e fui tomada de um intenso desejo por aquele homem que acabara de conhecer como namorado de minha filha. Fugi para a cozinha enquanto minha filha ia mostrar a ele seu quarto e os risinhos dela atiçaram meu ciúme. Loucura! Nunca me vi arrebatada por um tesão tão intenso e instantâneo.
Quase uma hora depois, já recomposta e acostumada com os gritinhos e risinhos de minha filha fui tomada pelo homem mais atrevido que conheci em minha vida.
- Mama mia, serei rápido que sua filha está na porta me esperando para se despedir de mim.
Ia voltar-me para Beto mas ele já me tomava em seus braços costas com suas mãos acariciando meu corpo, seios, coxas enquanto ele mordia minha orelha e pescoço.
Tentei olhar para ele para protestar enquanto ele sussurrava:
- Amanhã vou estar aqui logo pela manhã enquanto sua filha está na escola para te comer todinha minha moleca.
Ele ainda aproveitou que eu tentei me virar para repreendê-lo e beijou minha boca. Rodou meu corpo durante o beijo e me vi abraçando e correspondendo gulosa e medrosa àquele beijo.
Ele se foi e tudo, felizmente, voltou ao normal até que meu marido chegou. Sentia-me culpada pelo ardor que meu corpo sentiu por outro homem. Meu marido até então havia sido o único a atiçar minha libido. Foi com ele que aos 15 anos conheci o sexo e, em consequência, Ana nasceu no ano seguinte.
Como pode agora, já balzaquiana, voltar a me sentir como uma inexperiente adolescente? Tive que evitar meu marido nesta noite. Temia pensar no Beto enquanto meu marido me tocasse, ia ser impossível não ver minha relação como uma molecagem. Onde Beto foi inventar de me chamar de moleca, até isso mexia comigo naquela noite.
Acordei cedo, preparei o café da manhã, estava alegre, cantarolava, despachei minha turma (marido e filha) e fui tomar meu banho despreocupada.
A campainha tocou com insistência. Estava aguardando encomendas para o aniversário da Aninha e, resignada, me enrolei na toalha e fui atender à porta.
Minha casa foi invadida, a porta trancada, toalha arrancada e Beto estancou maravilhado, um belo brilho no olhar, mão estendida, um joelho ao chão, oferecendo-me uma exótica papoula vermelha, muito mais vermelha que o meu enorme enrubescimento.
Aquele gesto desarmou minha defesa e as mãos com que eu tentava em vão cobrir meu corpo foram relaxando e estendi meu braço em direção àquela flor que me emocionara.
Beto entrega a flor e com a mão livre prende meu braço puxando meu corpo para próximo do seu que se ergue colando-se a mim e salpica um selinho em meus lábios abraçando-me enquanto suas mãos espalha carinho por toda minha costa.
- Mama mia, minha moleca deliciosa! – ele murmurou em meu ouvido arrancando imediatos arrepios que se espelhavam por meu corpo.
Eu estava alarmada. Minha consciência fazia questão de gritar comigo:
- Você é casada. Você ama seu marido. Traição é imperdoável. Você é feliz no casamento. Ele é namorado da sua filha. Você está se comportando como uma vadia. Você é madura o suficiente para resistir a uma sedução simplória. Reaja! Fuja! Negue!
Loucura das loucuras! Meu subconsciente reagia aos apelos de meu corpo:
- Agarra esse homem. Você precisa deste prazer novo, revigorante, estimulante, inusitado. Você precisa de vida. Fuja da rotina! Permita-se o prazer, o gozo, esse novo e desconhecido orgasmo.
Eu, inerte, sob a influência deste curto circuito mental, deixava disponível meu corpo e sensibilidade nas mãos, lábios, língua e pênis ereto daquele homem. Para acabar minha resistência não manifesta o rádio, em um volume inexplicavelmente mais alto, inicia um pagode romântico e meu corpo foi majestosamente conduzido no ritmo da música.
Pela primeira vez eu estava dançando nua e também pela primeira vez dançava com meu corpo colado ao corpo de um homem estranho à minha família. Minha ansiedade e meu desejo agoniava todo meu interior que buscava e exigia prazer. Eu estava trêmula. Meu corpo não parava de arrepiar-se aos toques daquele homem. Meus seios estavam doloridamente intumescidos. Sentia-me receptiva, encharcada. Meu grêlinho agredido pelo tecido da bermuda dele também agitara-se e mais que intumescido, estava enorme.
Num sussurro ele me pede para despi-lo. Quer ficar nu com estou.
Meus dedos trêmulos, desajeitados e apressados numa urgência inexplicável arrancaram, peça a peça, as roupas daquele homem em poucos instantes. O pênis ereto dele ficou deslocado. Incomodava a nós dois. Minha mão, num arroubo de coragem que me enrubesceu, pegou, acariciou, apertou e caminhou para baixo aquele pênis deliciosamente ereto de desejo pelo meu corpo – o que me envaidecia.
Antes de voltar a me agarrar naquele corpo, me envolver novamente àquela dança o pênis escapou. Olhei para ele e ri ao lembrar que nunca mais vira um pênis apontando com rebeldia para cima. A ereção de Paulo era normal aquela é que era ainda jovial demais, eu entendia e estava tão maravilhada que me ajoelhei e com beijos agradeci àquela homenagem que o membro dele rendia a mim, ao meu corpo balzaquiano. Minha vaidade e minha autoestima estavam tão massageadas quanto agora era o membro dele por minhas mãos, boca e língua.
Era dia de surpresas e alegrias. Beto agarra-se aos meus cabeços, puxando-os sem dó ergue por ali meu corpo, volta a colar-se em mim posicionando para cima, entre nossos corpos, seu pênis, continua dançando.
Fortes mãos erguem-me, agora pelas coxas, obrigando minhas pernas a envolverem a cintura de Beto num sensual abraço enquanto, pela primeira vez naquele dia, meus lábios são arrebatados por um caloroso e luxurioso beijo que há muito eu não experimentava.
Meu corpo responde com um pré-orgasmo que me deixa mais que pronta para o sexo. Sinto-me sedenta como alguém perdido num deserto, preciso de sexo para continuar vivendo.
Aquele lindo e cobiçado pênis agora se aloja na entrada de minha vagina alojando a cabeça na musculatura que recebe a penetração e eu me sentia ora penetrada, ora num imenso vazio que me enlouquecia.
A música parecia eterna e ele bailava seguindo da sala para minha cozinha. Dançando tirou a mesa do café e ao final da canção depositou-me deitada na mesa de barriga para cima.
- Mama mia! – exclamou para em seguida concluir:
- Moleca, agora vai ser meu café da manhã.
Começando com um delicioso beijo na boca vi meu corpo tomado por beijos, lambidas e carícias com os arrepios e tremores chegando a um inquietante estado de excitação e intumescimento.
Eu já perdia a consciência de meus atos quando fui tomada por um súbito prazer enquanto meu grelo era capturado pelos lábios de Beto que roçava mucosas pressionando com força. Uma sucção intensa forçava meu intumescimento a se alargar dentro daquela boca enquanto uma língua endiabrada surrava a pontinha daquele prazeroso ponto.
Um grito de orgasmo alcançou minha garganta e junto com a minha respiração e coração travou. Eu não respirava, meu grito não soava, meu coração não batia e quando tudo isso voltou foi mais que um maremoto de prazer – foi um verdadeiro tsunami. Pela primeira vez minha ucosa vaginal verter em grande quantidade.
Meus seios reclamavam dolorido e percebi que pela primeira vez eu experimentava um orgasmo com meus seios sendo acariciados por dedos que os puxavam, enrolavam e apertavam. Nunca dera acesso aos meus seios durante um orgasmo pois eles ficavam demasiadamente sensíveis.
Isso tudo durou pouco pois outra avalanche de prazer, ainda mais forte, tomou conta de meu corpo e desligou totalmente minha mente, vencendo, pela primeira vez, as resistências da consciência que agoram funcionavam como afrodisíaco.
Quando retomei minha consciência estava de bruços, com meus seios senso massageados por mãos experientes e a boca de Beto acariciando minhas áreas íntimas, do ânus ao grelo.
Meus cabelos foram pegos pelas duas mãos e um pênis se pronunciou adentrando em minha vagina queimando minhas mucosas e renovando meu orgasmo. Como adolescente eu gozava durante a penetração e já perdera a consciência de quantos orgasmos eu já experimentara.
Mais uma vez eu iria experimentar uma alucinante novidade. Meu orgasmo que se anunciava crescia sem acontecer na medida que a velocidade da penetração seguia em lento crescente, forte e cada vez parecendo mais profunda com uma impressão de aumento de volume daquele enlouquecedor pênis.
A velocidade era tal que minha impressão era de um tremor de largo curso dentro de mim e enquanto a agressão acontecia ritmada mais meu corpo perdia seus ritmos respiratório e cardiológico.
Ele estanca, encosta a boca em meu ouvido e diz:
- Logo vou deixar você gozar enquanto experimente o brinquedinho que sua filha mais ama.
Voltei a sentir aquele membro funcionando como uma britadeira dentro do meu corpo. Em seguida ouvi um zumbido, senti uma vibração forçando meu cuzinho e algo penetrava meu ânus ao mesmo em tempo que um interminável orgasmo explodia como nunca experimentara. Eu estava prazerosamente arrasada. Era uma mistura de prazeres. Eu nunca sentira prazer na relação anal que permitia ao Paulo ocasionalmente em meio as nossas brincadeiras. Agora além de estar sentindo prazer ele era tão intenso e saboroso que eu nem cogitava deixar ele parar e o vibrador ia escapando e eu mesma enfiava tudo dentro de meu cuzinho numa deliciosa brincadeira de expulsa e enfia.
Beto interrompe suas estacadas e retira de mim o delicioso vibrador. Penetra sem dó, com seu enorme e petrificado pênis meu cuzinho e com poucas estocadas explode em gozo dentro de mim que me senti inundada e tomada por mais um gozo que nasceu e explodiu em meio a uma deliciosa e dolorida penetração. Desta vez eu experimentava meu mais rápido orgasmo. Nunca pensei que fosse tão fácil gozar, ainda mais enquanto sodomizada.
Desabei na mesa de café da cozinha sem forças.
Beto fez questão de espalhar as últimas gotas de seu prazer em toda minha vagina, caprichando no grelinho, sempre com muito carinho. Sentou e olhando em meus olhos pediu:
- Não tome banho. Quero que meu paipai, o Paulinho, seu marido, experimente meu sabor, faça ele chupar essa bucetinha e seu cuzinho, minha moleca.
- Agora eu vou embora e volto amanhã, com mais alguns dos brinquedinhos de sua filha, para possuir você na cama do Paulinho. Ai sim, você vai provar que sabe fazer molecagem!
Deixou a cozinha e quando cheguei, ainda nua, com o prazer de Beto escorrendo pela pernas, a casa estava vazia. Ele já vestira sua roupa e desaparecera.

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Seduzi minha cunhada vingativa.


Rio de Janeiro, Avenida Brasil, tempestade torrencial recheada de raios. Entrada da Rodovia Presidente Dutra. Carro enguiçado. Mesmo com o limpador não dando conta percebi uma linda mulher desolada e encharcada.

Parei mais logo a frente do carro dela, um gol bolinha prata como tantos outros. Me arrependi assim que saí do carro. Antes do terceiro passo estava também encharcado.

Ela corre ao meu encontro e espantado recebo seu choroso abraço. Lucas, que bom você que passou por aqui. Já fiz de tudo, mas depois de passar pela poça meu carro foi perdendo a força e parou aqui. A bateria já acabou e o carro não pega.

Era minha cunhada. Esposa de Pedro, outros dos apóstolos de minha mãe. Eu nunca a vira como mulher, mas a transparência de suas roupas molhadas expunha seus seios como se nua estivesse. Lindos seios... Pensei e experimentei o início de uma ereção.

Ela mais uma vez me abraçou. Seu choro se acalmava mas ela se aperava ao meu corpo. O corpo de seu salvador. Minha ereção agora se manifestava plena e impossível conter. Eu sentia aqueles seios amassados em meu peito. Era a esposa do meu irmão. Ele, dois anos mais velho que eu e ela, dois anos mais nova e linda. Corpo maravilhoso, seios perfeitos, deliciosos e amassados no meu corpo.

Estávamos na calçada de um famoso motel e resolvi buscar ali um refúgio. O trânsito estava louco, engarrafado e os motoristas queriam escapar da chuva torrencial e nos dava banhos completos daquela água imunda que se acumulava no asfalto.

Coloquei ela no meu carro. Entrei no motel parando logo depois da portaria. Expliquei ao porteiro minha situação. Ele disse que só poderia ajudar-me se eu fosse um hóspede. O patrão não permitiria que ele utilizasse os funcionários do motel se não fosse para socorrer um hóspede.

Não tínhamos alternativa. A chuva começara há menos de dez minutos e prometia durar bastante. Acatei.

Fui até ao carro e expliquei a situação a Leda.
- Tudo bem Lucas. Estou encharcada, morrendo de frio e assim aproveito e tomo um banho morno e ponho minha roupa para secar. Todos lá em casa já sabem que vou demorar porque estou enguiçada na Avenida Brasil e ninguém vai ficar mais preocupado do que já está.

Dois rapazes do motel com capas de plástico transparente me ajudaram a empurrar o carro para um canto dentro do motel e lá fomos nós para um quarto. O porteiro disse que só tinha o real ou presidencial. Foda-se, lá fui eu. Sinceramente, sem qualquer intensão maldosa.

Chegamos no quarto e corremos ao banheiro para nos enxugar. Fui até a cama e peguei os roupões voltando ao banheiro.

Leda passava a toalha nos cabelos e com o rosto coberto não percebeu minha chegada. Quando me viu levou um susto tão grande que deu um passo para trás quase caindo. Ela não caiu mas a toalha que enrolava e escondia seu corpo caiu e entre pegar a toalha e esconder o corpo já desequilibrado ela caiu com as pernas para o alto e nós dois tivemos um longo acesso de risos.

Nos ajudamos a levantar. Já de pé ela estendeu a mão para receber o roupão e ao invés de entregá-lo fui vestindo ela com a peça em toalha felpuda.

De costas para ela tirei minha roupa sem acanhamentos. Isso já não cabia ali e a bunda de todo mundo é rachada mesmo.

Vesti o roupão e apertei o cordão ficando de frente para ela que mantinha o seu traje aberto olhando de um lado para outro, ainda rindo e parecendo perdida.

- Cadê o cinto desta porcaria?

Fiquei inerte. A visão da parte do corpo nu era encantadoramente irresistível e como estava de roupa não me incomodei, pois ela jamais iria notar a reação que estava causando em meu corpo.

Eu olhava em volta e, desnorteado, voltava a olhar aquela escultura magnífica que era o corpo da esposa de meu irmão.

Ela ficou vermelha como um tomate bem maduro. Seus risos demonstravam nervosismo. Ela baixara o olhar que insistia em subir até a altura da minha cintura para ela novamente baixar a vista.

Dei por mim. Estava eu como um gato. Escondido, mas com o rabo de fora. Meu pênis que me parecia envolto pelo atoalhado estava com a cabeça apontada para cima e exposta com toda sua rigidez.

Fiquei constrangido, sem ação, e ela veio em meu socorro com o roupão dela ainda aberto, tentar fechar o meu para ocultar meu desejo.

Ocultar o desejo poderia ser fácil. Mas como contê-lo? Quando Leda pegou com suas pequenas mãos as abas laterais do roupão na altura de minha cintura afastei suas mãos. Com isso ela abriu meu roupão e eu a puxei para mim colando o corpo dela no meu.

Ela me olhou espantada e percebeu o desejo instalado dentro de mim fluindo pelo meu olhar que se aproximava do seu e - sem qualquer gestou de fuga ou de aproximação - recebeu meus lábios colando-se nos seus.

Não dei importância a inércia dela e busquei fazer minha língua invadir aquela boca, sedento e angustiado pelo desejo proibido.

As pequenas mãos se coloram em meu peito fingindo afastar-me. Porém percebi que seus quadris, sem que ninguém forçasse - eu agora segurava seu rosto com as duas mãos. Mantinha-se colado roçando em minha pélvis aproveitando o calor incendiário que minha ereção proporcionava.

Quando seus lábios permitiram, finalmente, a penetração de minha língua em sua boca, suas mãos já acariciavam meu peito e se erguiam buscando meu pescoço e colando aqueles seios magníficos na minha pele que se arrepiava.

Ela conseguiu jogar meu roupão no chão e imediatamente estava em meu colo, abraçando meu pescoço e minha cintura. Antes mesmo de chegarmos à cama eu conseguira iniciar a mais deliciosa penetração desde minha adolescência. Afinal a primeira vez é suprema e não se consegue esquecer. Essa parecia minha segunda vez. Na dúvida, ao invés de jogar ela na cama e perder aquela deliciosa penetração, preferi colar o corpo dela na parede completando todo o curso para dentro de seu corpo.

Totalmente entalado dentro dela sentei com calma na borda da cama e permiti a ela perder a compostura. Minha cunhada parecia ter esquecido de tudo. Acho que não lembrava quem eu era e principalmente quem era ela. Era só sexo, gula, desejo, dedicação e finalmente ela passou a ser o próprio orgasmo.

Tive que sustentar seu peso e seu corpo. Sua pélvis estava em convulsão descontrolada e ela perdera toda e qualquer coordenação motora. Quando o relaxamento se anunciou como um grande alívio resolvi castigá-la e erguendo seus quadris me deixei deitar aproveitando para oferecer o intercurso de velocidade máxima total e logo ela estava mais uma vez perdida em seu próprio prazer.

Mal conseguia respirar. Arfava, gemia, gozava, gritava e ao fundo tentava conversar com o marido. De seus olhos escorriam lágrimas lentas e entre esse e o próximo e ainda mais intenso orgasmo consegui entender:

- Perdão Pedro, mas Lucas está levando-me ao paraíso!
- Perdão amor, mas estou gozando com seu irmãozinho!
- Perdão por eu estar gostando tanto que nem penso em parar.
- Perdão Pedro, mas vou deixar Lucas me possuir inteira. Agora que virei puta, serei totalmente puta.
- Perdão Pedro, mas vou ter que experimentar esse homem também no meu cuzinho.

Ela novamente gozava e eu já não entendia seus resmungos. Mas ao sentir minha ejaculação inundando a parte mais profunda de sua vagina completamente estacionado em seu interior foi o meu nome que ela gritou, ou melhor, foi a minha mãe que ela xingou.

- Aiiiiiii Lucas. Goza tudo seu filho da puta!

Acabei de tirar o roupão que fingia cobrir sua nudez e com ela ainda entalada com minha pica caminhei com ela agarrada em mim para o delicioso chuveiro morno até demais daquele motel.

Passamos a namorar. Agora brincávamos no box sob a chuva artificial e o seu desejo foi mais uma vez se anunciando e assim que se tornou irresistível ela me puxou para fora do chuveiro e foi enxugando-me. Logo ela estava ajoelhada garantindo com sua boca a total recuperação de minha ereção.

Quando o pênis escapando de sua boca apontou para o alto ela bateu palminhas. Levantei seu corpo e com palmadinhas a guiei mais uma vez para cama empurrando-a sobre ela de forma que ela caiu de bruços e recebeu por trás minha endiabrada língua e lábios. Os dentes castigavam o grelinho e dali eu fugia para lamber e tentar enfiar a língua naquele cuzinho que piscava antecipando o futuro.

Ela só gozou em minha boca quando o polegar se infiltrou naquele cuzinho. Gozando me pediu palmadas e eu caprichei tentando não deixar marcas. Mas ela queria levar as marcas para casa e exigia mais palmadas e mais força.

Mudamos de posição e ela voltou a recuperar com a boca a máxima potência de meu pênis. Agora meus dedos se infiltravam indistintamente na vagina e no ânus e a outra mão dava, para surpresa dela, palmadas no grelinho que parecia que ia explodir de tão vermelho e durinho. Assim eu esfregava, e quando ela virava os olhos de tesuda, levava palmadinhas que faziam com que ela arreganhasse as pernas.

O orgasmo chegou e sem que ela esperasse mudei de posição e a pica aproveitando o piscar intenso conseguiu rapidamente furar o bloqueio inicial alojando toda a cabeça da minha pica no cuzinho dela.

Ela gritou:

- Pedrinho, o Lucas tem muito a te ensinar. Nem precisa me perdoar porque estou adorando ser putinha!

- Agora, seu puto, trata de arrombar meu cuzinho bem gostoso. Quero palmadas na bundinha e no grelinho.

Não sei como meu celular tinha ido parar sobre a cama e mostrei a ela o botão que testava o vibracall. Ela entendeu e passou a gozar seguidas vezes levando estocadas profundas e velozes, palmadas que deixara sua bundinha bem vermelha e choques vibratórios no grelinho.

O celular dela tocou alto dentro da bolsa e ela me disse virando os olhos no início de mais um gozo:

- Adivinha quem tá ligando?

- É seu maninho, seu corninho. Faz mais forte que eu vou gritar bem alto. Quem sabe ele escuta meu prazer de estar sendo a putinho do irmãozinho dele.

Meu celular também tocou. Tocou não: vibrou. Enquanto ele vibrava ela esfregava com força no grelinho quando ele para ela me mostrava o nome de meu irmão e ria em pleno gozo:

- É o nosso corninho ajudando em nosso prazer.

A vibração voltava e junto com ela a esfregação.

Quando tudo entre nós se acalmou é que eu fui entender o que estava acontecendo. Meu irmão estava traindo minha deliciosa cunhadinha com a secretária. Ele só não sabia que antes deles saírem ela ligava para Leda contando onde iriam trepar aquele dia.

Leda vinha planejando aquela vingança mas faltava-lhe coragem que quando teve a boca beijada por mim invadiu seu ego liberando-a para a sacanagem. Ela combinou comigo que toda vez que o meu irmão fosse fuder a secretária, eu teria que cumprir o papel que ele negava a ela, afinal nada mais justo que um irmão pagar pelo outro o dever de marido. Assim ficava tudo em família e ela poderia ter um macho mais saboroso e vigoroso do que a merda que tinha em casa.

A secretária queria mesmo o dinheiro dele. Mas ele só percebeu três anos depois. A essa altura comer a minha cunhada já era rotina. Eu estava curtindo agora a Iara, irmã de Leda.

Tudo começou quando Iara chorando me abraçou dizendo estar vivendo um inferno:

- Seu irmão insiste em trair minha irmã comigo. Outro dia ele só não me estuprou porque depois de ter conseguido arrancar toda minha roupa e já ter amarrado um de meus braços Leda chegou. Ele me liberou nua e fugiu pela janela.

- O pior é que tenho esse sonho quase toda noite desde aquele dia.

Ela disse sonho. Então não era pesadelo?

- Eu te estrupo no lugar dele, vamos pro motel!

E ela topou e foi na mesma hora, mas isso seria um outro relato. Afinal ela ainda era totalmente virgem e acabara de completar dezoito aninhos.