Marido com Defeito.

O idealismo profissional se transformou, em nossos dias, em ambição financeira. Já não importa o que gostamos de fazer e sim “o que” e “onde” vamos ser melhor remunerados. Assim vendemos suor e sangue as corporações globalizadas com graves prejuízos a nossa vida pessoal e a nossa felicidade familiar.
Na multinacional em que trabalho ocorreu um acidente por falha humana no sul do país e 4 dos 7 engenheiros do setor teriam que viajar com urgência para o Rio Grande do Sul e Paraná, talvez sendo necessário que 2 deles se deslocassem em seguida para Santa Catarina. Sou o supervisor desta equipe e me espantei quando o mais novo e recém-contratado se ofereceu imediatamente. Pensei comigo: diárias, extraordinários, verbas de representação... Afinal, quem nunca comeu melado quando come se lambuza – e completando como o fez o Zeca Pagodinho “até os pés!”.
Depois do almoço o Artur me procurou e como ainda não tinha amigos na empresa veio me pedir socorro. Estava encantado com a casa mobiliada e estava fechando a compra no fim da sexta-feira e sem data certa para voltar me pediu para, caso não voltasse a tempo que o representasse dando segurança a sua esposa que estava mais que apaixonada pelo imóvel e seu casamento não suportaria perde-lo.
Acatei sem qualquer resistência, a liderança tem seus preços e eu não tinha nada programado para aquele fim de semana inteiro.
Tudo combinado, todos os dados detalhados em meu poder, me programei para estar no imóvel às 17 horas quando o negócio seria sacramentado. Eles viajaram na noite daquela quinta-feira. Incumbi minha secretária de ir ao imóvel e levasse flores, champanhe e vinhos para comemorarmos a compra, simples cortesia empresarial para com o novo integrante de nossa equipe. Ela teve algumas dificuldades até que conseguiu falar com o diretor da imobiliária. O simples nome de nossa empresa teve o condão de abrir todas as portas que insistiam em ficar trancada. Seria uma festa surpresa.
Fui pontual, e fui o único. Só 15 minutos depois começaram a chegar o casal bem idoso de vendedores, logo depois o pessoal da imobiliária, os advogados de ambos casais e finalmente, e para a minha surpresa, a esposa do Artur com uma amiga.
Às 17 horas e 30 minutos começou a leitura da escritura, fiquei atento embora a responsabilidade profissional fosse do advogado de Artur. Tudo correu normalmente e em pouco mais de meia hora todos estavam apressados e se despedindo. Quando dei por mim restaram apenas Mariana e Beth.
Durante todo aquele período meus olhos cruzavam com o de Mariana e fugíamos do encontro de nossos olhares. Mariana foi minha primeira namorada no interior de Minas Gerais e nosso delicioso e platônico romance só teve fim porque vim estudar no Rio de Janeiro e a distância cobrou seu preço.
Fiz a surpresa planejada pedindo para usar o banheiro e montando tudo na cozinha para onde, minutos depois de ter-me afastado, chamei a dupla feminina.
A casa era realmente maravilhosa e merecia ter sua compra comemorada. O preço fora de ocasião uma vez que o casal de idosos voltava ao seio da família em outro estado e queria efetuar a venda o mais rápido possível. Artur havia sido indenizado em seu emprego anterior e com o FGTS e pequeno financiamento conseguiu pagar ao casal à vista.
Era uma casa de dois andares, no Recreio dos Bandeirantes, quintal enorme com área de festas e piscina nos fundos da ampla sala, toda em vidro temperado.
Cozinha invejável! E as suítes do andar superior, que eu visitara enquanto esperava a chegada de todos, estavam luxuosamente mobiliadas inclusive com roupa de cama que pareciam ter sido providenciada especialmente para aquele dia.
Beth estava eufórica, mas não com a casa. Com a desculpa de comemorar com os amigos se livrara de seu marido e seu amante já estava a caminho para saírem juntos em plena noite de sexta-feira. Isso justificava a sensualidade de seus trajes repletos de vermelhos e transparências – próprios para a noite carioca.
Mariana, por sua vez, não mudara muito da menina simples que eu conhecera. As únicas joias era um conjunto de brilhantes solitários, nas orelhas, em brincos pequenos mas bem acabados. No colo sustentado por uma corrente de ouro discretíssima e no anular da mão esquerda substituindo, talvez, uma aliança, mais dois brilhantes solitários, sendo o do anel praticamente um diamante.
Seu traje também simples era composto por um vestido rodado, com muito pano, pêssego, modelo tomara-que-caia, curto mas sem ousadias. O que mais chamava a atenção, além do brilho das joias, era o brilho da sandália muito alta e prateada com finos detalhes em pedras e que a deixavam na minha altura.
Voltando as cenas do dia, comemoramos com o espocar da champanhe muito bem escolhida por minha secretária, entrega formal do lindo arranjo de rosas nas mãos de Mariana e o tagarelar indiscreto de Beth.
Ela fora comunicada pela amiga que eu havia sido o primeiro namorico de escola dela e, acessa com as perspectivas sexuais que lhe aguardavam quebrava a inocência daquele reencontro com perguntas e observações maliciosas e explícitas.
Quando Mariana reagiu pedindo a ela que se contivesse a coisa piorou. Sem que Mariana esperasse ou pudesse prever Beth ergueu seu vestido mostrando-a nua para mim. Ela afirmara que Mariana viera pronta para uma “trepada fenomenal” e que ela estava precisando ser tratada como uma puta, afinal estava em jejum de quase um mês!
As coisas azedaram. As duas brigaram e chegaram a se engalfinhar. Para minha sorte uma buzina cafona e musical tocou no portão e como por encanto tudo terminou e Beth, depois de alguns beijos e muitos pedidos de desculpas, sumiu tão rápido que poderia jurar que ela havia evaporado, ficou claro que eram grandes amigas.
Para mim sobrara no chão, descomposta, cabelos desgrenhados, seios expostos por ação da briga com a amiga, minha ex-namoradinha Mariana, chorando e rindo, sem se importar com nada mais.
Lembrei das palavras de Beth e não posso negar que a briga entre as duas, que eu só assisti sem intervir, me excitara. Minha mente me ordenava: faça dela uma puta, trate ela como puta, satisfaça suas fantasias masturbatórias. Quantas vezes, minha platônica namorada, habitara minhas fantasias adolescentes visitando-me no banheiro!
Reagi!
- Para de frescura! Levante-se logo daí!
Seguindo minhas palavras minhas mãos se entranharam na cabeleira vasta de Mariana e a erguia apoiando-a pela mão. Eu não queria machucá-la.
Lindos e perfeitos seios expostos, vestido tomara-que-caia desgrenhado e caído pelo corpo. Olhar surpreso preso aos meus olhos e nosso inevitável beijo colou nossos corpos e mostrou como estávamos ansiosos pelo reencontro e pela possibilidade de fazer de tudo que só sonháramos no passado.
Quando ela se refez escapando do beijo e fingindo pudor percebeu o grande volume de pano aos seus pés, viu-se nua, tentou correr, tropeçou no próprio vestido e tive que usar toda adrenalina daquele beijo para conter a queda eminente. Sustendo seu corpo. Mais uma vez nossos lábios se encontraram em delicioso e demorado beijo.
Fingindo pudor, aquela mulher que estava na minha altura por conta da altíssima sandália, tentou simular uma fuga.
Contida sem esforço pelos cabelos, voltou-se para mim tentando demonstrar contrariedade em sua expressão facial enquanto o balançar de seus seios me convidaram ao prazer. Com a mão livre aprisionei um dificultado um pouco mais a simulação de fuga e minha boca capturou o bico livre fazendo capitular às carícias com um gemido incontido.
Ela nem notou que já estava em meu colo e enquanto nos entregávamos a saudade do passado que exigia ser consumida fui subindo as escadas e joguei ela na cama da suíte mais próxima.
Ela caiu desajeitada e decidi fazê-la gozar comigo pela primeira vez na vida. Ataquei o triângulo de pelos bem aparados e encontrei lábios trêmulos exigindo beijos. Grelo intumescidos exigindo sucção e carícias de minha língua. E uma sede de orgasmos que explodiu com uma farta secreção vaginal lubrificante e um desesperado prazer que denunciava uma entrega sonhada. Aquela mulher estava rendida e não mais ficaria de frescuras.
Ela chorava, buscava ar com dificuldade, erguia as pernas, exigia mais velocidade, puxava-me os cabelos, gemia descompassadamente e chegou aos gritos ao seu segundo orgasmo. A sede era tanta que em minutos ela estava exausta e em seu terceiro e mais intenso orgasmo seguido só estimulada pelas carícias de minhas mãos e dedos e pela eficiência de minha boca, lábios e língua que passeava de seu cuzinho ansioso até o alto de seus grelinho vermelho e ereto por conta da atenção que recebia.
Parcialmente saciada Mariana se permitiu conversar sem reservas enquanto trocávamos carícias e ela ia removendo minha roupa. Quando fiquei nu ela pediu que eu recolhesse as coisas no andar abaixo enquanto ela se refrescava em um banho. Ela ficou rindo ao me ver sem roupas, pinto duro e balançando enquanto me dirigia para o térreo para atender seu pedido.
Subi com a roupa e a bolsa dela arrumei tudo na cabeceira da cama e corri para o banho.
Ver Mariana se banhando provocou-me um coquetel de sentimentos. Aquela pele branca como a minha mas muito menos bronzeada deixava a marca de um audacioso biquíni matizada em seu corpo. O rosto de menina encimava um corpo perfeito, que eu vira se transformar desde os primeiros momentos e agora a obra-prima se expunha pronta e irretocável. Os macios seios rijos sobressaiam arrogantes para exibir mamilos róseos de pontas quase imperceptíveis. Bicos que quando intumescidos roubavam as auréolas e se mostravam atrevidamente eretos. A cintura bem marcada destacava o abdômen delineado das amantes dos esportes e dava origem a um farto quadril que sustentava a mais bela bundinha que eu já vira. Impossível encontrar estrias ou celulites, pelo menos da curta distância entre nós. Este corpo maravilhoso sustentado por pés perfeitos e muito pequenos para suportar sobre si tanta beleza. As pernas e as grossas coxas seguiam os moldes do abdômen refletindo o resultado dos esportes que praticava. Eram músculos marcados sem qualquer exagero na delineação.
Mas era a expressividade daquele rosto marcante e daquele corpo que me incomodavam agora. Percebi que minha breve ausência retirara toda a sedução do momento. Diante de mim, deixando a água bater em seu rosto, tapado pelas mãos capazes de carícias divinas, antes de escorrer corpo abaixo, estava uma mulher chorando. Ao perceber minha presença ocultou sua nudez garantindo que chorava de arrependimento.
Contive minha vontade de me jogar contra ela e muito lentamente fui-me aproximando, olhando-a nos olhos, sem me impor, demonstrando que a respeitaria e acataria seus limites estendi levemente meus braços e ela abraçou-se a mim deixando o choro fluir sem qualquer contensão.
Abraçado a ela arrumei seus cabelos numa carícia amigável e consegui conter minha ereção. Aquele arrependimento se mostrava sincero. Fechei o chuveiro e enxuguei o corpo dela sem me importar com o meu. Enrolei aquela plenitude na toalha enorme e branca e em meu colo a conduzi para a poltrona do quarto, sentando na beira da cama, calado, de frente para ela.
- Eu amei e acho até que ainda amo meu marido. Mas a ganância e a libertinagem dele estão matando esse lindo sentimento. – Começou ela seu desabafo.
- Comprar esta casa foi uma conquista minha e consegui prender nela a indenização que ele recebeu no outro emprego.
Só ela falava e lentamente.
- O restante do preço cobri com minhas economias e um pequeno empréstimo. Ele não tem economias, gasta tudo usando mulheres para crescer profissionalmente.
- Ele estava namorando a filha do presidente da empresa anterior, com o consentimento dele e a garantia de que assim que nosso divórcio fosse homologado ele casaria com ela. O divórcio iria demorar uma eternidade pois nunca existiu.
- Quando percebeu que sua mentira não iria se sustentar começou a sair com uma diretora de sua empresa. Uma senhora de quase 60 anos, casada, com filhos mais velhos que ele.
- O pior é que achando que assim prova sua fidelidade ele me conta em detalhes cada instante que vive com elas e isso mata toda e qualquer libido minha. Vivo fugindo do sexo porque é impossível receber em mim a mesma ferramenta que alegra a vida de uma coroa seduzida pelo meu marido.
Na medida que ela ia desabafando, sua voz ficava mais raivosa e mais rápida.
- Quando vi você pensei que era uma visão. Depois achei que era a providência divina pois fui inundada de um indescritível prazer ao percebê-lo aqui, presente e ao meu lado.
- Depois, quando lembrei que era o chefe direto do meu marido, fiquei com raiva de você. Foi sacanagem mandar meu marido viajar apenas para ter uma nova chance comigo.
Diante de tal acusação preferi romper o silêncio.
- Perá lá, ele quase pulou para ser o primeiro a se oferecer. A grana extra é boa e ele deixou claro que precisava de toda ela. Não sabia quem era a esposa dele nem que isso me faria estar aqui. Foi ele que me pediu para estar aqui para ajuda-la.
- Você não sabia, mas ele sabia. Quando vi seus memorandos, com seu retrato, nos e-mails dele o reconheci e contei a ele sobre nossa amizade e nosso namorico infantil. Filho da puta! Será que queria me testar ou me proporcionar os mesmos momentos de libertinagem que ele tanto gosta?
Ela pulou da cadeira sobre mim. Era outra mulher. Uma cadela tomara o corpo daquela mulher angelical. Logo ela galgava sobre meu corpo alucinada. Quando um rápido orgasmo que parecia realizar milhares de seus sonhos se anunciou, foi com uma voz arrastada de prazer e ansiosa que me perguntou:
- Você faz restrição a algum tipo de sexo?
- Com você, nenhum!
- Então é hoje que vou me vingar. Quero ter o que contar aquele babaca quando ele chegar.
- Não quero ser seu objeto de vingança. – Fui taxativo. Mas ela me quebrou.
- Já te disse que você foi um presente divino. Meu néctar sexual. Pela primeira vez estou me sentindo realmente mulher, amada, desejada e não um apetrecho social de conquista profissional. – Ela continuou prometendo.
- Mas hoje vou te dar o presente que você sempre me pediu e eu sempre tive medo de dar.
Nada mais foi dito. Ela estava tendo um orgasmo tão espetacular que se tornou infindável e logo me arrastou para ele. Eu também gozava quando ela sussurrou no meu ouvido seu pedido mais sinistro:
- Tira o cabaço do meu cuzinho!
Meu gozo também redobrou. Minha primeira namorada me ensinava naquele momento que um homem também pode experimentar um orgasmo. Acho que só funciona quando além de sexo existe amor. Eu ainda amava, e muito, aquela criatura que se desmantelava sem forças sobre meu corpo.
O assunto mudou, brincamos, falamos do passado e ela lembrou quando atrás do poço ela quase cedeu a minha investida. Estava tudo no lugar certinho. A pressão que eu exercia já forçava a musculatura anal quando com um só chamado a avó dela desfez todo encanto da cena. Ela estava bem perto, atrás de nós, me recompus como pude e fingimos estar tentando ver a moeda que eu jogara no poço.
Naquele dia eu aprendi o quanto um olhar pode dizer sem usar qualquer palavra. A avó de Mariana nos dizia que sabia bem o que estava para acontecer, o quanto ela se divertiu impedindo e como ela reprovava minha atitude. Isso tudo num só olhar e no ar de riso que o canto de sua boca expunha.
Lembrando a cena a cadela se remanifestou e Mariana fez que eu voltasse a plenitude de minha ereção com seus lábios, boca e língua. Assim que ela aprovou o volume só disse:
- Eu quero. E quero agora.
Deitou de bruços agarrada a um travesseiro coma bunda erguida ao máximo e eu, contrariando as expectativas dela, brinquei com minha boca na região do ânus ao grelinho, provocando carícias arrepiantes que a impediam de protestar com veemência.
Quando mais uma vez, eu estava prestes a romper as resistências daquele músculo revestido de mucosa, a interrupção se repetiu. Não, não foi a voz da avó, foi o estridente grito... Do celular.
- Não para. Não para. Atende essa porra e põe no viva-voz. Aposto que é o filho-da-puta.
Sem perder a posição alcancei a bolsa dela, achei o celular. Pressionei o viva-voz e coloquei ao lado dela que não se deu o trabalho de soltar o travesseiro.
O momento me dominou e forcei a entrada. O alô dela denunciou a vitória do primeiro estágio da penetração.
- A LÔÔÔ uauuuu!
- Querida!
- Fala corninho.
- Heim, não entendi, sua voz está distante. Gostou da minha surpresa.
- Adorei. Foi bom rever um homem que sabe ser macho de verdade.
- Você está estranha, já sei: está irritada por ele ter cantado a esposa do funcionário dele.
- Não. Fiquei irritada ao saber que meu marido se ofereceu para estar distante do momento que eu mais sonhei e ainda que mandou meu mais amado e inesquecível namoradinho para substituí-lo. O que você queria, que eu inaugurasse nossa casa dando pra ele.
- Eu deixei essa escolha ao seu critério. Ele pode ajudar nas minhas promoções.
- Não querido...
A voz começava a falhar porque minha raiva me fez penetrá-la totalmente e agora eu bombeava com violência aquela bunda me infiltrando inteiramente cu a dentro.
- Pode não... Ele... Ele já.... Ele já te promoveu!
- Foi? Como assim?
- Ele te promoveu a... A corno! Seu babaca.
- Estou dando o cabacinho do meu cu pra ela AGORA! – Ela gritou!
- E.... E... E... Vou gozar... Gozar seu filho-da-puta!
E deixou solto todos os sons que seu orgasmo exigia. No lado de lá um silêncio atento.
Quando ele percebeu a respiração voltando ao normal fingiu não estar abalado.
- Gostou querida. Pode fazer isso sempre que eu deixar.
- Babaquinha. Você deixe ou não vou inaugurar cada cômodo desta casa com meu macho. Vou ficar assada e arrombada de tanto trepar neste fim de semana. Na volta conversamos. Tenho que te ensinar a trepar. Você fode como uma criancinha perto dele.
- Você ficou louca?
- Ele me querendo ou não, você além de corno é carta fora do...
- Fora do baralho...
- Que... QUERO O DIVÓCIO! – Gritou novamente.
- E... E agora, cala a boca que já... Já... Já vou gozar outra vez!
- ... – Silêncio, ninguém falou, gemidos, gritinhos, ela pede mais, pede mais forte, diz que me ama... E grita bem alto, novamente:
- TÔ GOZANDO PELO CU, NOJENTINHO!
Largou a travesseio, jogou com pouca força, no fim de um orgasmo, o celular contra a parede. Mas ele continuou a ouvir enquanto a carga permitiu. Devia estar adorando ouvir sua esposa gozar tanto e tão bem com outro homem.


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