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Marido com Defeito.

O idealismo profissional se transformou, em nossos dias, em ambição financeira. Já não importa o que gostamos de fazer e sim “o que” e “onde” vamos ser melhor remunerados. Assim vendemos suor e sangue as corporações globalizadas com graves prejuízos a nossa vida pessoal e a nossa felicidade familiar.
Na multinacional em que trabalho ocorreu um acidente por falha humana no sul do país e 4 dos 7 engenheiros do setor teriam que viajar com urgência para o Rio Grande do Sul e Paraná, talvez sendo necessário que 2 deles se deslocassem em seguida para Santa Catarina. Sou o supervisor desta equipe e me espantei quando o mais novo e recém-contratado se ofereceu imediatamente. Pensei comigo: diárias, extraordinários, verbas de representação... Afinal, quem nunca comeu melado quando come se lambuza – e completando como o fez o Zeca Pagodinho “até os pés!”.
Depois do almoço o Artur me procurou e como ainda não tinha amigos na empresa veio me pedir socorro. Estava encantado com a casa mobiliada e estava fechando a compra no fim da sexta-feira e sem data certa para voltar me pediu para, caso não voltasse a tempo que o representasse dando segurança a sua esposa que estava mais que apaixonada pelo imóvel e seu casamento não suportaria perde-lo.
Acatei sem qualquer resistência, a liderança tem seus preços e eu não tinha nada programado para aquele fim de semana inteiro.
Tudo combinado, todos os dados detalhados em meu poder, me programei para estar no imóvel às 17 horas quando o negócio seria sacramentado. Eles viajaram na noite daquela quinta-feira. Incumbi minha secretária de ir ao imóvel e levasse flores, champanhe e vinhos para comemorarmos a compra, simples cortesia empresarial para com o novo integrante de nossa equipe. Ela teve algumas dificuldades até que conseguiu falar com o diretor da imobiliária. O simples nome de nossa empresa teve o condão de abrir todas as portas que insistiam em ficar trancada. Seria uma festa surpresa.
Fui pontual, e fui o único. Só 15 minutos depois começaram a chegar o casal bem idoso de vendedores, logo depois o pessoal da imobiliária, os advogados de ambos casais e finalmente, e para a minha surpresa, a esposa do Artur com uma amiga.
Às 17 horas e 30 minutos começou a leitura da escritura, fiquei atento embora a responsabilidade profissional fosse do advogado de Artur. Tudo correu normalmente e em pouco mais de meia hora todos estavam apressados e se despedindo. Quando dei por mim restaram apenas Mariana e Beth.
Durante todo aquele período meus olhos cruzavam com o de Mariana e fugíamos do encontro de nossos olhares. Mariana foi minha primeira namorada no interior de Minas Gerais e nosso delicioso e platônico romance só teve fim porque vim estudar no Rio de Janeiro e a distância cobrou seu preço.
Fiz a surpresa planejada pedindo para usar o banheiro e montando tudo na cozinha para onde, minutos depois de ter-me afastado, chamei a dupla feminina.
A casa era realmente maravilhosa e merecia ter sua compra comemorada. O preço fora de ocasião uma vez que o casal de idosos voltava ao seio da família em outro estado e queria efetuar a venda o mais rápido possível. Artur havia sido indenizado em seu emprego anterior e com o FGTS e pequeno financiamento conseguiu pagar ao casal à vista.
Era uma casa de dois andares, no Recreio dos Bandeirantes, quintal enorme com área de festas e piscina nos fundos da ampla sala, toda em vidro temperado.
Cozinha invejável! E as suítes do andar superior, que eu visitara enquanto esperava a chegada de todos, estavam luxuosamente mobiliadas inclusive com roupa de cama que pareciam ter sido providenciada especialmente para aquele dia.
Beth estava eufórica, mas não com a casa. Com a desculpa de comemorar com os amigos se livrara de seu marido e seu amante já estava a caminho para saírem juntos em plena noite de sexta-feira. Isso justificava a sensualidade de seus trajes repletos de vermelhos e transparências – próprios para a noite carioca.
Mariana, por sua vez, não mudara muito da menina simples que eu conhecera. As únicas joias era um conjunto de brilhantes solitários, nas orelhas, em brincos pequenos mas bem acabados. No colo sustentado por uma corrente de ouro discretíssima e no anular da mão esquerda substituindo, talvez, uma aliança, mais dois brilhantes solitários, sendo o do anel praticamente um diamante.
Seu traje também simples era composto por um vestido rodado, com muito pano, pêssego, modelo tomara-que-caia, curto mas sem ousadias. O que mais chamava a atenção, além do brilho das joias, era o brilho da sandália muito alta e prateada com finos detalhes em pedras e que a deixavam na minha altura.
Voltando as cenas do dia, comemoramos com o espocar da champanhe muito bem escolhida por minha secretária, entrega formal do lindo arranjo de rosas nas mãos de Mariana e o tagarelar indiscreto de Beth.
Ela fora comunicada pela amiga que eu havia sido o primeiro namorico de escola dela e, acessa com as perspectivas sexuais que lhe aguardavam quebrava a inocência daquele reencontro com perguntas e observações maliciosas e explícitas.
Quando Mariana reagiu pedindo a ela que se contivesse a coisa piorou. Sem que Mariana esperasse ou pudesse prever Beth ergueu seu vestido mostrando-a nua para mim. Ela afirmara que Mariana viera pronta para uma “trepada fenomenal” e que ela estava precisando ser tratada como uma puta, afinal estava em jejum de quase um mês!
As coisas azedaram. As duas brigaram e chegaram a se engalfinhar. Para minha sorte uma buzina cafona e musical tocou no portão e como por encanto tudo terminou e Beth, depois de alguns beijos e muitos pedidos de desculpas, sumiu tão rápido que poderia jurar que ela havia evaporado, ficou claro que eram grandes amigas.
Para mim sobrara no chão, descomposta, cabelos desgrenhados, seios expostos por ação da briga com a amiga, minha ex-namoradinha Mariana, chorando e rindo, sem se importar com nada mais.
Lembrei das palavras de Beth e não posso negar que a briga entre as duas, que eu só assisti sem intervir, me excitara. Minha mente me ordenava: faça dela uma puta, trate ela como puta, satisfaça suas fantasias masturbatórias. Quantas vezes, minha platônica namorada, habitara minhas fantasias adolescentes visitando-me no banheiro!
Reagi!
- Para de frescura! Levante-se logo daí!
Seguindo minhas palavras minhas mãos se entranharam na cabeleira vasta de Mariana e a erguia apoiando-a pela mão. Eu não queria machucá-la.
Lindos e perfeitos seios expostos, vestido tomara-que-caia desgrenhado e caído pelo corpo. Olhar surpreso preso aos meus olhos e nosso inevitável beijo colou nossos corpos e mostrou como estávamos ansiosos pelo reencontro e pela possibilidade de fazer de tudo que só sonháramos no passado.
Quando ela se refez escapando do beijo e fingindo pudor percebeu o grande volume de pano aos seus pés, viu-se nua, tentou correr, tropeçou no próprio vestido e tive que usar toda adrenalina daquele beijo para conter a queda eminente. Sustendo seu corpo. Mais uma vez nossos lábios se encontraram em delicioso e demorado beijo.
Fingindo pudor, aquela mulher que estava na minha altura por conta da altíssima sandália, tentou simular uma fuga.
Contida sem esforço pelos cabelos, voltou-se para mim tentando demonstrar contrariedade em sua expressão facial enquanto o balançar de seus seios me convidaram ao prazer. Com a mão livre aprisionei um dificultado um pouco mais a simulação de fuga e minha boca capturou o bico livre fazendo capitular às carícias com um gemido incontido.
Ela nem notou que já estava em meu colo e enquanto nos entregávamos a saudade do passado que exigia ser consumida fui subindo as escadas e joguei ela na cama da suíte mais próxima.
Ela caiu desajeitada e decidi fazê-la gozar comigo pela primeira vez na vida. Ataquei o triângulo de pelos bem aparados e encontrei lábios trêmulos exigindo beijos. Grelo intumescidos exigindo sucção e carícias de minha língua. E uma sede de orgasmos que explodiu com uma farta secreção vaginal lubrificante e um desesperado prazer que denunciava uma entrega sonhada. Aquela mulher estava rendida e não mais ficaria de frescuras.
Ela chorava, buscava ar com dificuldade, erguia as pernas, exigia mais velocidade, puxava-me os cabelos, gemia descompassadamente e chegou aos gritos ao seu segundo orgasmo. A sede era tanta que em minutos ela estava exausta e em seu terceiro e mais intenso orgasmo seguido só estimulada pelas carícias de minhas mãos e dedos e pela eficiência de minha boca, lábios e língua que passeava de seu cuzinho ansioso até o alto de seus grelinho vermelho e ereto por conta da atenção que recebia.
Parcialmente saciada Mariana se permitiu conversar sem reservas enquanto trocávamos carícias e ela ia removendo minha roupa. Quando fiquei nu ela pediu que eu recolhesse as coisas no andar abaixo enquanto ela se refrescava em um banho. Ela ficou rindo ao me ver sem roupas, pinto duro e balançando enquanto me dirigia para o térreo para atender seu pedido.
Subi com a roupa e a bolsa dela arrumei tudo na cabeceira da cama e corri para o banho.
Ver Mariana se banhando provocou-me um coquetel de sentimentos. Aquela pele branca como a minha mas muito menos bronzeada deixava a marca de um audacioso biquíni matizada em seu corpo. O rosto de menina encimava um corpo perfeito, que eu vira se transformar desde os primeiros momentos e agora a obra-prima se expunha pronta e irretocável. Os macios seios rijos sobressaiam arrogantes para exibir mamilos róseos de pontas quase imperceptíveis. Bicos que quando intumescidos roubavam as auréolas e se mostravam atrevidamente eretos. A cintura bem marcada destacava o abdômen delineado das amantes dos esportes e dava origem a um farto quadril que sustentava a mais bela bundinha que eu já vira. Impossível encontrar estrias ou celulites, pelo menos da curta distância entre nós. Este corpo maravilhoso sustentado por pés perfeitos e muito pequenos para suportar sobre si tanta beleza. As pernas e as grossas coxas seguiam os moldes do abdômen refletindo o resultado dos esportes que praticava. Eram músculos marcados sem qualquer exagero na delineação.
Mas era a expressividade daquele rosto marcante e daquele corpo que me incomodavam agora. Percebi que minha breve ausência retirara toda a sedução do momento. Diante de mim, deixando a água bater em seu rosto, tapado pelas mãos capazes de carícias divinas, antes de escorrer corpo abaixo, estava uma mulher chorando. Ao perceber minha presença ocultou sua nudez garantindo que chorava de arrependimento.
Contive minha vontade de me jogar contra ela e muito lentamente fui-me aproximando, olhando-a nos olhos, sem me impor, demonstrando que a respeitaria e acataria seus limites estendi levemente meus braços e ela abraçou-se a mim deixando o choro fluir sem qualquer contensão.
Abraçado a ela arrumei seus cabelos numa carícia amigável e consegui conter minha ereção. Aquele arrependimento se mostrava sincero. Fechei o chuveiro e enxuguei o corpo dela sem me importar com o meu. Enrolei aquela plenitude na toalha enorme e branca e em meu colo a conduzi para a poltrona do quarto, sentando na beira da cama, calado, de frente para ela.
- Eu amei e acho até que ainda amo meu marido. Mas a ganância e a libertinagem dele estão matando esse lindo sentimento. – Começou ela seu desabafo.
- Comprar esta casa foi uma conquista minha e consegui prender nela a indenização que ele recebeu no outro emprego.
Só ela falava e lentamente.
- O restante do preço cobri com minhas economias e um pequeno empréstimo. Ele não tem economias, gasta tudo usando mulheres para crescer profissionalmente.
- Ele estava namorando a filha do presidente da empresa anterior, com o consentimento dele e a garantia de que assim que nosso divórcio fosse homologado ele casaria com ela. O divórcio iria demorar uma eternidade pois nunca existiu.
- Quando percebeu que sua mentira não iria se sustentar começou a sair com uma diretora de sua empresa. Uma senhora de quase 60 anos, casada, com filhos mais velhos que ele.
- O pior é que achando que assim prova sua fidelidade ele me conta em detalhes cada instante que vive com elas e isso mata toda e qualquer libido minha. Vivo fugindo do sexo porque é impossível receber em mim a mesma ferramenta que alegra a vida de uma coroa seduzida pelo meu marido.
Na medida que ela ia desabafando, sua voz ficava mais raivosa e mais rápida.
- Quando vi você pensei que era uma visão. Depois achei que era a providência divina pois fui inundada de um indescritível prazer ao percebê-lo aqui, presente e ao meu lado.
- Depois, quando lembrei que era o chefe direto do meu marido, fiquei com raiva de você. Foi sacanagem mandar meu marido viajar apenas para ter uma nova chance comigo.
Diante de tal acusação preferi romper o silêncio.
- Perá lá, ele quase pulou para ser o primeiro a se oferecer. A grana extra é boa e ele deixou claro que precisava de toda ela. Não sabia quem era a esposa dele nem que isso me faria estar aqui. Foi ele que me pediu para estar aqui para ajuda-la.
- Você não sabia, mas ele sabia. Quando vi seus memorandos, com seu retrato, nos e-mails dele o reconheci e contei a ele sobre nossa amizade e nosso namorico infantil. Filho da puta! Será que queria me testar ou me proporcionar os mesmos momentos de libertinagem que ele tanto gosta?
Ela pulou da cadeira sobre mim. Era outra mulher. Uma cadela tomara o corpo daquela mulher angelical. Logo ela galgava sobre meu corpo alucinada. Quando um rápido orgasmo que parecia realizar milhares de seus sonhos se anunciou, foi com uma voz arrastada de prazer e ansiosa que me perguntou:
- Você faz restrição a algum tipo de sexo?
- Com você, nenhum!
- Então é hoje que vou me vingar. Quero ter o que contar aquele babaca quando ele chegar.
- Não quero ser seu objeto de vingança. – Fui taxativo. Mas ela me quebrou.
- Já te disse que você foi um presente divino. Meu néctar sexual. Pela primeira vez estou me sentindo realmente mulher, amada, desejada e não um apetrecho social de conquista profissional. – Ela continuou prometendo.
- Mas hoje vou te dar o presente que você sempre me pediu e eu sempre tive medo de dar.
Nada mais foi dito. Ela estava tendo um orgasmo tão espetacular que se tornou infindável e logo me arrastou para ele. Eu também gozava quando ela sussurrou no meu ouvido seu pedido mais sinistro:
- Tira o cabaço do meu cuzinho!
Meu gozo também redobrou. Minha primeira namorada me ensinava naquele momento que um homem também pode experimentar um orgasmo. Acho que só funciona quando além de sexo existe amor. Eu ainda amava, e muito, aquela criatura que se desmantelava sem forças sobre meu corpo.
O assunto mudou, brincamos, falamos do passado e ela lembrou quando atrás do poço ela quase cedeu a minha investida. Estava tudo no lugar certinho. A pressão que eu exercia já forçava a musculatura anal quando com um só chamado a avó dela desfez todo encanto da cena. Ela estava bem perto, atrás de nós, me recompus como pude e fingimos estar tentando ver a moeda que eu jogara no poço.
Naquele dia eu aprendi o quanto um olhar pode dizer sem usar qualquer palavra. A avó de Mariana nos dizia que sabia bem o que estava para acontecer, o quanto ela se divertiu impedindo e como ela reprovava minha atitude. Isso tudo num só olhar e no ar de riso que o canto de sua boca expunha.
Lembrando a cena a cadela se remanifestou e Mariana fez que eu voltasse a plenitude de minha ereção com seus lábios, boca e língua. Assim que ela aprovou o volume só disse:
- Eu quero. E quero agora.
Deitou de bruços agarrada a um travesseiro coma bunda erguida ao máximo e eu, contrariando as expectativas dela, brinquei com minha boca na região do ânus ao grelinho, provocando carícias arrepiantes que a impediam de protestar com veemência.
Quando mais uma vez, eu estava prestes a romper as resistências daquele músculo revestido de mucosa, a interrupção se repetiu. Não, não foi a voz da avó, foi o estridente grito... Do celular.
- Não para. Não para. Atende essa porra e põe no viva-voz. Aposto que é o filho-da-puta.
Sem perder a posição alcancei a bolsa dela, achei o celular. Pressionei o viva-voz e coloquei ao lado dela que não se deu o trabalho de soltar o travesseiro.
O momento me dominou e forcei a entrada. O alô dela denunciou a vitória do primeiro estágio da penetração.
- A LÔÔÔ uauuuu!
- Querida!
- Fala corninho.
- Heim, não entendi, sua voz está distante. Gostou da minha surpresa.
- Adorei. Foi bom rever um homem que sabe ser macho de verdade.
- Você está estranha, já sei: está irritada por ele ter cantado a esposa do funcionário dele.
- Não. Fiquei irritada ao saber que meu marido se ofereceu para estar distante do momento que eu mais sonhei e ainda que mandou meu mais amado e inesquecível namoradinho para substituí-lo. O que você queria, que eu inaugurasse nossa casa dando pra ele.
- Eu deixei essa escolha ao seu critério. Ele pode ajudar nas minhas promoções.
- Não querido...
A voz começava a falhar porque minha raiva me fez penetrá-la totalmente e agora eu bombeava com violência aquela bunda me infiltrando inteiramente cu a dentro.
- Pode não... Ele... Ele já.... Ele já te promoveu!
- Foi? Como assim?
- Ele te promoveu a... A corno! Seu babaca.
- Estou dando o cabacinho do meu cu pra ela AGORA! – Ela gritou!
- E.... E... E... Vou gozar... Gozar seu filho-da-puta!
E deixou solto todos os sons que seu orgasmo exigia. No lado de lá um silêncio atento.
Quando ele percebeu a respiração voltando ao normal fingiu não estar abalado.
- Gostou querida. Pode fazer isso sempre que eu deixar.
- Babaquinha. Você deixe ou não vou inaugurar cada cômodo desta casa com meu macho. Vou ficar assada e arrombada de tanto trepar neste fim de semana. Na volta conversamos. Tenho que te ensinar a trepar. Você fode como uma criancinha perto dele.
- Você ficou louca?
- Ele me querendo ou não, você além de corno é carta fora do...
- Fora do baralho...
- Que... QUERO O DIVÓCIO! – Gritou novamente.
- E... E agora, cala a boca que já... Já... Já vou gozar outra vez!
- ... – Silêncio, ninguém falou, gemidos, gritinhos, ela pede mais, pede mais forte, diz que me ama... E grita bem alto, novamente:
- TÔ GOZANDO PELO CU, NOJENTINHO!
Largou a travesseio, jogou com pouca força, no fim de um orgasmo, o celular contra a parede. Mas ele continuou a ouvir enquanto a carga permitiu. Devia estar adorando ouvir sua esposa gozar tanto e tão bem com outro homem.


O Carteiro

     

Primeiras Vezes I

Começamos, ao nascer, a envelhecer ou, se você preferir, a ganhar experiência. Por isso da infância a juventude experimentamos diversas primeiras vezes.

Primeiras palavras, primeiros passos... Primeira escola, primeira nota máxima, primeira nota baixa... Primeira paixão, primeiro abraço... Primeiro beijo. E por ai seguem-se os primeiros. Certo vamos mais longe! Primeira menstruação, primeira masturbação... Primeiras carícias! Ficou bom assim?

Como você gostou mais desta parte vou dedicar-me a ela sem falar em idades, melhor assim – use pelo menos um pouco de sua imaginação!

Menstruei e isso muito pouco mudou minha vida. Experimentei certas aflições deliciosas, acordei suada e com minha xaninha encharcada, mas só descobri a masturbação com uma colega maluquinha lá da escola. Eu vou contar... Que ansiedade!
O sinal tocou avisando o fim do recreio e minha colega maluquinha me puxou pela mão até ao banheiro pois queria me contar uma novidade. Enquanto eu fazia xixi e como o banheiro estava vazio ela, ansiosa, foi perguntando:
- Adivinha o que meu namorado fez comigo ontem?
- Te deu um beijo de língua?
- Como você é lenta! Ele até já chupa os meus peitinhos! Mas ontem foi diferente.
- Mais diferente do que chupar seus peitinhos? O que pode ser mais diferente.
- Estávamos no banco da praça e estava faltando luz. Ele sentou no chão e deitou entre minhas pernas com a cabeça apoiada na minha coxa enquanto acariciava meu peitinho tranquilo com a escuridão e eu fui entregando-me àquelas delícias.
- E daí?
- É que sem eu notar ele de repente afastou minha calcinha para o lado e passou a beijar minha bucetinha. Ele beijava e lambia e eu mordia minha mão bem forte. Estava ofegante, gemia baixinho, mas minha vontade era gritar de prazer. Aí então ele prendeu meu grelinho entre os lábios dele sugando bem forte e passava a língua tão forte que eu sentia choquinhos e gozei como nunca havia gozado. Pensei que ia desmaiar de tão mole que fiquei e de tão gostoso, tão fabuloso, tão maravilhoso, tão...
- Aprende a mentir – eu repliquei – quem vai por a boca numa xaninha fedorenta?
Eu me enxugara e levantava do vaso quando ela me pegou pelos cabelos e murmurou no meu ouvido que ia descobrir como o meu grelinho ia me deixar loucona.
Antes que eu levantasse a calcinha os dedos da Aninha estavam entre minhas pernas fazendo loucuras até que achou o que queria, prendeu entre dois dedos e ficou esfregando um terceiro bem na pontinha.
Foi instantâneo. Minhas pernas estremeceram. Meu corpo se arrepiou. Ficou difícil respirar e quando ela percebeu que eu ia gemer bem alto colou a boca na minha e meu deu um beijo de língua.
Era tanta coisa junta que eu desabei sobre o vaso praticamente inerte. Havia experimentando meu maior, mais perfeito e fulminante orgasmo. Só tive nojo de ter beijado a Aninha quando lembrei dos fatos, uns 10 minutos depois.
Aninha me abandonou no banheiro, mole, sem qualquer ação ou reação e fugiu para a sala de aula. Quando cheguei na sala nem coragem de olhar para ela eu tive. Estava arrasada, acanhada, mas satisfeita com aquele delicioso gozo que me prostrara.
Cheguei em casa como de costume às 17:20 h e fui para o chuveiro e só então descobri a masturbação. Como minha mãe só chegava depois das 19 h eu estava tranquila e me permiti experimentar dois orgasmos durante o banho.
É claro que eu viciei, mas para meu azar mudou-se, para o último andar do prédio enfrente ao meu, um garoto uns dois anos mais velho que eu e passei a ter que tomar conta da janela e por vezes percebia que ele estava lá, eu percebia pela persiana o seu vulto, e isso, no início me constrangia.
Mas logo me convenci que ele não me podia ver e passei a me masturbar à vontade e até imaginando ele me vendo – que delícia!
Aos poucos fui tomando coragem e deixando a persiana um pouco mais aberta. E ele passou a frequentar a janela todo fim de tarde.
Logo eu estava mesmo me expondo, sabendo que ele me observava e sentindo prazer com isso. Certo dia ele estava com um amigo lindo, de olhos azuis profundos, e eu cruzei com ele na padaria a caminho de casa. Ele, como se me conhecesse, me apresentou ao amigo:
- Fernanda, esse é o Francisco e ele também te achou linda!
Adorei perceber ele frisando o também e aceitei a mão estendida do lindo rapaz olhando-o, audaciosa, com uma coragem que eu desconhecia, o fundo daquele olhar, mas logo fui requisitada:
- Agora que eu já apresentei meu amigo permita que eu também me apresente. Meu nome é A Renato.
- A Renato! - estranhei.
- Vou contar mas não conte a ninguém. Eu dizia que me chamava Renato e minha mãe disse que meu pai ficara triste ao perceber, afinal o Antônio era em homenagem a ele.
- Entendi, seu nome é Antônio Renato e você abreviou o nome do seu pai por não gostar de Antônio.
- Bem, eu preferi dizer a ele que assim fica mais charmoso e chama a atenção das meninas – só assim ele ficou proza e eu adotei o A Renato.
- Interessante, mas agora eu tenho que ir.
- Espera Fernanda! Eu trouxe o Francisco porque hoje é aniversário dele e eu queria dar um presente a ele. Você me ajuda com o presente?
- Se eu puder...
- Fernanda, só você pode. – e segredou no meu ouvido me arrepiando toda – Você é o meu presente para ele, vou leva-lo para minha janela!
Acusei o golpe, estremeci. Minha vagina se contraiu de contentamento, pela primeira vez me senti lubrificar de deixar úmida a calcinha. Enrubesci. Por um instante fiquei sem ação. Quando reagi fiz o que achei conveniente, virei as costas e me dispus a sair dali sem uma palavra. Mas A Renato segurou minha mão e me conteve. Estanquei virando-me para ele tentando dar ao meu semblante minha melhor expressão de raiva, mas minha vagina estava aos pulos entre contrações descontroladas, era capaz de acabar tendo um orgasmo ali mesmo com meus olhos indo de um para outro garoto. Atrevido esse A Renato!
Num comovente tom de súplica A Renato quase implora:
- Me empresta seu celular! O meu está sem carga – ele falou mostrando o celular preso em seu cinto – e temos que avisar à mãe do Francisco que ele está aqui em casa.
Fingindo contragosto mas deixando minha mão direita presa na dele, usei a mão esquerda para tirar meu celular da mochila e dar a ele. Ele discou e ficou aguardando. O telefone dele tocou. Ele desligou e rindo me devolveu o telefone enquanto eu já questionava:
- Seu telefone não estava sem carga?
- Desculpe, não é sem carga, é sem crédito. Mas lembrei que é melhor ligar do fixo lá de casa que assim a mãe dele tem certeza que ele está aqui em casa, não é mesmo?
Sorri um sorriso de desdém – será que consegui? – Puxei minha mão, forcei uma rodada de 180º e segui para casa sem mais olhar para trás mas com o coração aos pulos, vagina contraindo-se e a um só tempo revoltada e lisonjeada com a proposta de me dar de presente – a mim não, ao meu espetáculo erótico – a seu amigo.
Alterei um pouco minha rotina. Abri totalmente a persiana e a janela, peguei minha roupa, uma toalha bem grande e fui ao banho. Saí sensualmente enrolada na toalha e chegando ao quarto fui até a janelas, sorri para os meus dois espectadores exclusivos, deixei a persiana literalmente cair fechando-se e ajustei suas aberturas permitindo uma péssima visão parcial de minha silhueta. Ali mesmo me desfiz da toalha deliciando-me com a tortura imposta aos abusados. Mas devo admitir, estava adorando aquilo tudo, estava excitada, tão excitada que me assustei enquanto caia nua na cama com o toque de meu celular.
Mesmo sem conhecer aquele número aproveitei meu estado de espírito e atendi. Estremeci ao identificar a voz de A Renato. Meu corpo inteiro se arrepiou e minhas entranhas deram sinal de vida.
- Por favor... – implorava ele – Fernando está chorando e em plena ereção. Isso é pecado, não negue o nosso presente ao meu melhor amigo. Entregue-se as minhas orientações e nós três vamos curtir muito esse momento.
- O que você quer A?
- Abre um pouco mais, só mais um pouco, a persiana, o quase oculto é delicioso mas é bom você poder perceber nossas reações ao seu maravilhoso e raro espetáculo.
Nada que ele dissesse iria fazer mudar minha postura, eu estava acatando ao seu pedido porque eu desejava fazer parte daquilo, estava sentindo um prazer único em ter dois espectadores, em ser o presente de aniversário daquele lindo garoto... Acatei as orientações.
- Abre só mais um pouco!
Eu abri permitindo a melhor visão aos dois, mas A Renato continuava a me orientar.
- Agora coloca o celular para vibrar para ele não fazer mais barulho.
Nua, diante daqueles olhares, fiz o que ele pediu mostrando meu ato pela persiana que de nada servia.
- Agora deite-se e comece seu espetáculo diário, quando eu ligar para você não atenda por favor. Apenas encoste o celular no seu grelinho intumescido.
Ele atiçou minha curiosidade. Eu estava encharcada. Precisava começar a me aliviar e dar meu presente ao Francisco e me dediquei na tarefa de me masturbar, mas quando o celular vibrando tocou, levado por minha própria mão, a pontinha do meu grelinho – loucura! – tive um orgasmo imediato que não parava e estava ficando cada vez mais forte.
Quando a ligação caiu eu entrei em desespero, queria manter aquela sensação, meu corpo gritava pelas deliciosas vibrações que meus dedos não conseguiam imitar.
Mais uma vez, e muitas outras vezes, meu celular vibrou e eu vi estrelas literalmente. Não conseguia nem definir quantos orgasmos experimentei mas foi, lembro até hoje, o maior e mais delicioso prazer nunca dantes experimentado.
Me larguei deitada, o celular vibrava ao meu lado mas já não tinha importância. Eu sonhava acordada e acabei dormindo ali, nua, jogada em total descompostura em minha cama e só acordei com as batidas que minha mãe dava na porta – felizmente – trancada.
Joguei apenas vestido no corpo, peguei a toalha jogada no chão, enrolei rapidamente na cabeça e abri a porta sorrindo, feliz, satisfeita, com um brilho tão intenso no olhar que minha mãe quis saber se eu estava com namorado novo.
Eu não iria responder aquilo. Disse a ela que desmanchara com meu namorado e estava sentindo-me leve. Ela me estendeu uma nota e “mandou” eu comprar pão para nosso lanche. O tom da voz me recomendou obedecer e mesmo sem qualquer roupa íntima, com o vestido muito curto, lá fui eu até a padaria correndo e aos pulos. Experimentava uma felicidade diferente, estava realizada de alguma forma, estava radiante e pensei que estava até saciada.
Quando sai da padaria estanquei estremecendo-me por inteiro. Na portaria do meu prédio dois garotos me esperavam: A Renato e Francisco. Me agradeceram com beijos no rosto, mas eu tinha que subir e levar o pão para minha mãe e eles insistiam em subir comigo só até a minha porta. Tive que ceder, eu não queria perder mais tempo.
Na escadaria, entre dois andares, virei joguete na mão daqueles dois indo de boca em boca, experimentando quatro mãos me acariciando inteira e naquele dia acabei aprendendo muito sobre sexo oral. Enquanto eu gozava na boca de A Renato bebia o resultado do prazer de Francisco a quem suguei, lambi e me dediquei a acariciar aquela minha primeira pica.
Detalhes?! Tudo bem, vamos aos detalhes:
Moro no terceiro andar e deixei os dois subirem comigo até a minha porta. Estranhei o fato de A Renato subir na frente e para no primeiro patamar entre dois lances de escada e ficar ali nos esperando. Quando cheguei próximo a ele me disse que gostaria de agradecer de forma especial e me pegando pelos cabelos beijou de surpresa minha boca. Não só deixei como adorei a ousadia e retribuí na melhor forma que pude deixando todo meu corpo colar-se ao seu. Ele largou minha cabeleira longa, esticou os braços até minhas coxas e subiu as mãos desnudando-me até a cintura e voltando com as mãos para concentrar-se nas carícias deliciosas em minha bundinha que me acenderam literalmente.
Eu esperava algo semelhante, mas me deixei surpreender com o corpo de Francisco colando atrás de mim e enquanto seus lábios arrancavam arrepios ao brincar em minha nuca e orelhas suas mãos aprisionaram cada um dos meus seios massageando-os enquanto entre dedos prendia meus mamilos pressionando levemente e torcendo-os para me levar totalmente à loucura fazendo com que eu perdesse a noção da entrega.
Senti o pênis de Francisco encostar e forçar passagem entre minhas coxas e A Renato abandonar minha bundinha para acabar de me despir.
Loucura das loucuras, eu estava nua entre o segundo e o primeiro andar de meu prédio e qualquer um poderia ver minhas travessuras antes que eu conseguisse recompor-me, mas cadê que o racional funcionava?
Uma vez nua A Renato rodou meu corpo e pelos cabelos insinuou seu desejo para que eu me ajoelhasse. Não entendia suas intensões mas me deixei ajoelhar e dei de cara, pela primeira vez na vida, com a vara dura de um homem – um garoto na verdade mas aquele pênis não perdia para nenhum dos que eu tinha visto em filmes, era grande, grosso e apontava para o alto de tão rígido. Pus minhas mãos – precisei das duas – naquele novo brinquedo e estranhei a sua maciez que contrastava com toda aquela rigidez – incrível!
Acatei a muda solicitação de Francisco e mais por curiosidade do que por prazer passei a experimentar carícias com as mãos, boca e língua na macia rigidez daquele menino e me vi surpreendida com o prazer que dar prazer aquele garotinho me proporcionava.
Sentado 2 degraus abaixo A Renato puxou e ajeitou meu corpo nu e tomou para si toda minha vulva beijando-a como se a minha boca fosse, deliciosa e carinhosamente.
Aos pouco A Renato foi demonstrando sua experiência, que se não era muita, permitiu que eu entrasse em frenesi e que meu orgasmo acontecesse assim que o primeiro jato de esperma atingiu com força minha garganta.
Eu já estava calma e voltara a receber beijos na vulva enquanto limpava os últimos vestígios do gozo de Francisco que sentia percorrer seu corpo toda a sensibilidade de sua pica murchada a cada lambida quando minha mãe me chamou da porta do apartamento.
Silêncio total. Eu respondi que estava subindo. Mas Francisco me deu um tchau e um beijinho rápido que certamente minha mãe ouvira.
Subi correndo e fui limpando os lábios com a língua com muito medo de haver resíduos e odores. Entreguei o pão na sua mão e me dizendo apertada corri para o banheiro tentando escapar.
- Quem estava com você na escada?
- O Ricardinho do primeiro andar estava enchendo o meu saco com suas fantasias, disse que o pai dele vai conseguir que ele tire carteira de motorista aos 16 anos. Tolinho. Obrigado por me chamar!
Incrível a mente humana. Onde fui buscar aquela história complexa e rebuscada com tanta velocidade... Estou, além de putinha, ficando mentirosa...
Ainda tenho muito para contar, mas esperem só um pouquinho mais!



O Carteiro