Curiosa, traí meu marido... novamente (parte 2)

Café no quarto? Meu marido estava diferente naquela terça-feira. Radiante, alegre e como sempre atrasado. Eu dormira com a dor do arrependimento e essa sensação agora misturava-se com a ansiedade de ir trabalhar, mas tomara uma decisão.
- Preciso conversar com você.
- Agora?
- É sobre nossa relação.
- Você quer discutir nossa relação pela manhã de um dia de trabalho. Sinceramente. Depois nos falamos. Estou de saída mas cheio de saudades de você. Não vou querer conversar com você hoje à noite também. A não ser se for aquela outra conversa.
Engoli em seco e estanquei por ali o assunto.
- Vai, vai. Senão é capaz de você me culpar pelo seu atraso.
- Você é a culpada por tudo que me acontece. Por isso sou feliz!
Ele saiu rindo e satisfeito do quarto e logo batia a porta da sala.
Sozinha fui ao banho. Já não estava ardida. Apenas uma noite e já estava recuperada. Ri de mim mesma. Estava tendo duplos pensamentos. Enquanto pensava que estava recuperada minha consciência me acusava de estar é querendo mais. Tentava me mostrar que a mulher que fingia ser recatada e responsável já não morava no corpo da safada que eu me tornara.
Fiquei conversando, ou melhor, brigando comigo mesma durante todo banho. Uma adolescente de 32 anos saiu do banho e ficou brincando com as roupas até achar a que me deixava acessível e sensual ao mesmo tempo.
Decidida a roupa passei a escolher um conjunto de lingerie para no fim pegar um órfão sutiã bordado e quase totalmente transparente, calcinha para quê?
A semana prometia ser deliciosa. Na empresa só ficara o diretor administrativo, todos estavam numa feira de negócios no exterior. O diretor administrativo já praticamente não trabalhava à tarde, cada dia com uma desculpa diferente. Só ficava na empresa às sextas que tinha um bate papo informal (mas obrigatório) de toda direção.
Entrei aflita no gabinete. Tudo apagado, Luís também devia estar atrasado. Fechei a porta sem trancar e quando acendi a luz levei uma palmada forte mas carinhosa, isto é, me assustou, doeu, mas não machucou. Era meu macho me cumprimentando.
Um gritinho e um beijo espetacular em sequência. O melhor bom-dia dos últimos anos. Ele também (lá estava eu lembrando do maridão – consciência infernal) me esperava com um café da manhã especial. Diversas frutas espalhadas em minha mesa. Peguei um morango e levei um tapa na mão que fez a fruta voltar à caixa.
- Isso tudo é para mais tarde no motel.
- Motel? Como assim motel?
- Você receberá um recado do diretor mandando você visitar um fornecedor e se fazer acompanhar por mim para sua segurança. Ele recebeu um SMS do nosso chefinho que eu mesmo mandei.
- Como você mandou?
- Um amigo meu estava me mostrando como um celular pode se fazer passar por outro e fez a “brincadeira” para mim. Se ele for pesquisar pode ser que descubra, mas ele nem vai pensar nisso.
Às dez da manhã o diretor bate na porta do gabinete. Atendo o interfone e libero a fechadura. Recebo a ordem chateada. Não estava vestida para isso.
- Se vira. – Foi só o que ele disse e deixou a ordem no ar como se sua fosse. Esse gosta mesmo é de mandar.
Uma hora depois, já aflita e ansiosa, liguei para o diretor avisando que estávamos saído porque eu ainda ia passar em casa para mudar de roupa.
Entreguei meu carro nas mãos de Luís, deitei no banco dos passageiros e relaxei esperando a chegada ao danado do Motel.
Ele soube escolher. Quarto deslumbrante. Piscina, piscina térmica, banheira de hidromassagem em formato de coração, cama enorme, pequeno salão de dança. Ficamos brincando nus por mais de uma hora sem que ele me tocasse de fato.
Ele, de repente, ficou sério. Pegou sua mochila. Espalhou na poltrona ao lado da cama um monte de coisas e cobriu com a toalha antes que eu identificasse qualquer objeto.
Mandou eu sentar bem na beira da cama e eu, assustada com aquele tom, obedeci. Quis falar e nas primeiras sílabas escutei sua voz forte e máscula vibrar uma nova e imperativa ordem.
- Calada. A partir de agora você só sente e só fala se eu permitir.
Uma sensação de medo invadiu meu corpo e jogou adrenalina em minha veias. Ele pegou uma venda negra, daquelas que se usa para dormir em locais claros e me vendou os olhos sem nada perguntar, pedir ou falar. Levou minhas mãos para minhas costas e as imobilizou. O medo aumentava. Escutei um barulho metálico e senti em meu tornozelo ser colocada uma correia, acredito ser de couro. Ele arreganha minhas pernas e prende o outro tornozelo. Sinto as primeiras contrações involuntárias. Percebo que não posso fechar as pernas.
Algo roça em meus lábios, está gelado, vou abrindo os lábios, gosto da textura e o perfume denuncia: é um morango. Brinco com o morando e tiro um pedacinho de sua ponta. Ele para de brincar com o morango em meus lábios.
Estremeço com seus dedos erguendo a pele de minha vulva para exibir meu grelinho. Algo gelado e úmido é esfregado levemente em meu grelinho. Adivinho – é o morango. Aos poucos a carícia gelada me acende inteira. Estou ficando ofegante. Meu tesão aflora. Contrações involuntárias me fazem fechar as pernas e sou contida pelos tornozelos. Agora entendo. Ele vai me masturbar. Mas ele não sai do clitóris. Vibra cada vez mais a ponta do morango na minha pontinha de prazer e ficou deslumbrada com os efeitos devastadores.
O morango vai soltando seu suco que escorre externamente pelos lábios vaginais. Meu grelinho está intumescido e radiante. Ele colhe com a boca o morango exprimido no meu grelo e enquanto me suga intensamente massageia com os lábios o corpo protetor do grelinho. Acho que vou gozar.
Ele para. Enxuga a região seus dedos voltam a expor minha pontinha e outro dedo brinca com ela. Para e quando volta o dedo está úmido provocando outra sensação. O fato de estar vendada faz de cada ato uma surpresa. Ele esfrega os dedos na parte superior da vulva envolvendo toda a proteção do clitóris e a ponta do grelinho deixando tudo úmido e aos poucos vem nascendo e crescendo um ardor. Cada toque agora parece um choque. No ar um odor de hortelã.
Ele volta a atacar com boca, lábios e língua. No início um leve alívio mas o calor da boca aquece e cresce. Sinto tudo queimando e ele para e sopra e o frescor do vento frio me arrepia toda a virilha. Os bicos de meus seios endurecem a aureola se contraí dolorosamente. Sinto uma gota escapar de minha intocada vagina.
Você já entenderam. Foi uma sucessão de frutas e carícias que lentamente se espalharam do grelo para toda vagina e logo meu cuzinho é invadido e passa a sentir as mesmas sensações de ardor, choques e tudo mais só que o odor é de maça verde e invade todo meu corpo.
Ele vem brincar com os dedos úmidos em meus seios e o cheiro é de chocolate, mas o ardor é de pimenta. Loucura, tudo ardendo e eu praticamente em estado de orgasmo que não se anuncia nem se afasta. Estava à beira do abismo e queria pular fundo para voltar a experimentar aquela sensação de montanha russa.
Ouço um ruído e logo meu grelinho é atacado por uma ponta vibrante que me lança no abismo liberando imediatamente meu orgasmo. Caio de costas na cama, minhas pernas afastadas sei lá com o quê. Novo barulho semelhante. Algo vai penetrando minha vagina vibrando e girando alucinadamente enquanto meu grelo se vê esmagado e esfregado por um vibrador potente que me tira a consciência me projetando no mundo da inconsciência do prazer.
Algo está invadindo meu cuzinho. É fino e vai alargando. Penetra e parece um rolha. Entrou e por mais que eu me perca em contrações de gozo profundo aquilo não sai.
Já não aguento tantos orgasmos, minha forças estão por um fio e a rolha é retirada e vai sendo recolocada. Não, agora é mais grosso, está praticamente me arrombando. Engulo aquilo que fica preso dentro de mim. É uma enorme rolha como as das garrafas de champanhe. Estou perdida, sem consciência de qualquer outra coisa que não seja o prazer. Estou sem fôlego, sem forças, mas não paro de experimentar orgasmos sucessivo.
Aos poucos as fontes vibratória se extinguem. A rolha é retirada. Minhas pernas liberadas. Minhas mãos estão soltas e diante dos meus olhos o mais delicioso dos troféus surge. Engulo aquela pica com a necessidade de retribuir tanto prazer recebido. Acho que isso me realiza mais do que tudo. Ver o olhar daquele macho injetado de tesão e ter a certeza que ele também vai sair realizado daquele encontro.
Ele me mostra três caixas. Uma com fotos de folhas de menta, outra com foto de morangos e outro com chocolate. Entendo sem necessidade de palavras o que ele deseja. Naquela hora é a menta, o ardor, que mais me atiça, para meu azar.
Ele me entrega o frasco e espalho com carinho na pica dele. Quero vê-lo sofrendo todo ardor que experimentei. Espalho naquilo tudo, abundantemente, o ardido líquido. Quando termino ele me empurra para deitar. Ergue minha pernas arreganhadas e encosta aquela vara no meu cuzinho. Só então descubro que quem vai sofrer sou eu. Aquilo ia arder no meu cuzinho virgem que seria arrombado por aquele enorme e grosso mastro. O medo me faz contrair e ele nem liga. Fica forçando a entrada esfregando ele bem na portinha. Deixa escapar e me mostra como minha vagina está encharcada de lubrificação. A cabeça só encostou na vagina. Foi o suficiente para me acender inteira e deixar a cabeçorra encapada de minha leitosa lubrificação.
Ele me pega desarmada, com o cuzinho piscando e vai entrando vagarosamente. Eu aperto ele escapole, mas a contração cede e ele aos poucos vai entrando cada vez mais. Sinto mais uma vez a sensação de rolha. A cabeça está alojada dentro de mim e não quero mais expurga-la. Como uma vadia me pego rebolando querendo experimentar cada centímetro me penetrando vagarosamente.
Como explicar a sensação da vagina reclamando por pica, o cuzinho doendo e ardendo por conta de estar sendo arrobado, todo queimando e ardendo pedindo movimento na busca de alívio e eu ali vendo cada mínimo centímetro que ao mesmo tempo sinto me rasgar enquanto mais e mais me invade.
Agora, para mim, era urgente. Eu tinha que ser capaz de engolir tudo aquilo, mesmo que fosse centímetro a centímetro. Mas ardia, doía, arrombava, queimava... ainda assim eu queria mais e mais.
Quando vi que aquilo estava sumindo dentro de mim comecei a me sentir vitoriosa, competente, mulher de verdade e quando ele encostou seu corpo ao meu e de uma só vez se retirou mantendo só a cabeçorra dentro de mim eu entrei em queda livre de prazer. Novo orgasmo, diferente de tudo que eu já experimentara. Eu estava gozando pelo cu. Área nunca dominada por mais ninguém que agora eu compartilhava com meu competente macho. Era apenas o segundo dia e eu me sentia mais realizada do que em todas as trepadas com meu marido. Coitado do meu marido. Estava condenado a ser corno. Eu nunca mais seria capaz de negar nada àquele macho que me domara, dominara e sodomizava como uma devassa qualquer.
Eu babava, sorria, chorava, gemia, gritava. Estava liberada. Era um quarto de motel e eu podia extravasar tudo que mantive contido até aquele dia para provar que a puta era uma mulher séria. Tinha os vizinhos. Tinha meu marido que poderia imaginar que eu era uma vadia, mas agora estou sendo mesmo uma vadia e posso me comportar como tal.
Deixo escapar palavrões. Só eles são capazes de exprimir o que estou sentindo. É como se eu estivesse liberta para gritar um porra ou puta que o pariu ao dar uma topada. Aprendi a gritar apenas “ais” nessas horas e eu repetia os “ais” durante os orgasmos, agora foda-se, mesmo sem ninguém entender pela falta de fôlego e excesso de prazer até palavrões vou dizer.
Nem pensar consigo mais. Agora ele começou a estocar profunda e fortemente, vejo quase tudo saindo para sumir dentro de mim e só o prazer me domina. Ele está me fazendo comer morangos. Socorro!
Quando o orgasmo mais uma vez me entorpece ele liga aquele vibrador enorme e fricciona minha vulva e as pancadas da penetração faz o vibrador esmagar meus lábios vaginais, o orgasmo é intenso e ele me entrega o vibrador e enfia o consolo rotativo na vagina e me sinto totalmente estuprada e me deixo levar pelo devaneio até quase desfalecer.
Esgotada percebo o alívio que a ejaculação do meu macho traz para o meu cuzinho e o ardor mostra claramente que aquela penetração deixou marcas que vão virar cicatrizes de amor.
Quando ele sai de mim é para me pôr no colo e me levar ao chuveiro. Enquanto estou me banhando ele some e volta fecha o chuveiro e de colo me leva para a banheira repleta de água mais quente do que morna e dentro dela meu relaxamento é tão profundo que acredito ter ressonado. Sabia que o dia tinha acabado e agora só faltava enfrentar meu marido, hoje com meu cuzinho estraçalhado.
Ao lembrar do maridão me peguei rindo, e Luís também.
- Rindo de que?
Contei a ele o que se passara na noite anterior. Ele me interrompia, queria detalhes e ficava cada vez mais entusiasmado. Não sei o que ele fantasiava só sei que me recomendou:
- Diga a seu marido que eu nos finais de semana estou dando aula de massagens sensuais que prometem ao aluno que sua parceira vai explodir de prazer.
- Como vou fazer isso?
- Me lembre de imprimir um cartão de visita quando voltarmos ao escritório e você deixa a vista quando chegar em casa. Ele vai ler e comentar. Invente histórias de sucesso e vamos ver a reação dele.
Não consegui continuar pensando no assunto. As sensações tomavam conta de minha consciência.
Luís me enxuga, mais uma vez me põe no colo, me leva para a cama e se entrega à minha boca sua ferramenta que começa a dar sinais de vida. Eu estava enganada. O dia termina com um tradicional papai x mamãe que provoca orgasmos reconfortantes com minha vagina mais uma vez preenchida e forçada a alargar e se afundar para receber esse macho.
Ele me larga exausta, acabada e arrasada e vai sozinho para o banho. Quando ele me acorda já é tarde. Dormi com os anjos, profundamente. Voltamos à empresa para simular o encerramento do expediente e quando saímos já são seis da noite. Agora entro em desespero. Quando chegar em casa meu marido já vai ter chegado e eu não sei mentir.
Depois de deixar Luís em casa deixo um pranto manso me dominar. Sei que meu casamento deve acabar ainda hoje e sei que apenas um macho não vai conseguir dar sentido a minha vida da mesma forma que apenas meu marido nunca mais vai me satisfazer.
É nesse dilema, em meio as lágrimas, que, mesmo seguindo bem devagar, chego em minha casa e sigo para o encontro de meu marido que me espera com todas as luzes da casa acesas num claro aviso de que ele já me procurou em todos os cômodos.
Surpresa! Mesa de jantar posta. Comida encomendada. Pétalas de rosas sobre a cama.
- Que bom que você demorou. Deu tempo de arrumar tudo para você. Só a comida é que ainda não chegou, estão atrasados. Cheguei mais cedo para surpreendê-la.
Eu chorava enquanto via tudo que ele preparara. Esqueci a importância desta data e passei meu aniversário de casamento com meu macho. E mesmo chorando de felicidade, de arrependimento, de surpresa e de alívio deixei minha bolsa, as correspondências que recolhera ao chegar e o cartão de Luís na mesa de centro da sala, ao lado da caixa de controles remotos.
Recebi, constrangida meu presente: brincos de argola em ouro. Jantamos e ele perguntou se eu estava melhor e mais conformada. Disse que a ginecologista marcou para sexta-feira e que eu estava impedida de comemorar com ele nosso dia e que como meu chefe estava viajando eu não pude sair para comprar o presente dele.
Chorando corri para a cama e depois percebi que meu marido estava acreditando que eu estava simplesmente deprimida. Para animar ele veio fazer piada com o cartão.
No dia seguinte ele ligou para o Luís que em viva-voz me fez acompanhar como ouvinte de toda conversa. Mas isso é outro assunto.


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