OLHANDO ÀS ESCONDIDAS!


Lá estava eu, entediado, num fim de dia, aguardando minha esposa que assistia uma palestra numa escola próxima a nossa casa. Seria de pouco mais de meia hora e como o carro é filmado preferi ficar ali descansando do que ir em casa e voltar. O tempo estava fresco, deitei o banco, fechei todo o carro e estava pronto para tirar uma soneca!

Mesmo o estacionamento ficando semi deserto a área era segura, dentro de um condomínio fechado. As pessoas normalmente passam na calçada oposta, depois da pequena rua de mão dupla que separa o estacionamento dos prédios.

Acho que foi por isso que estranhei quando dois jovens se aproximavam por aquela calçada. Não era um casal, pois que vinham suficientemente afastados um do outro. 

Já estavam próximos de mim quando o rapaz parou repentinamente. A menina só notou dois passos depois, também parou e voltou ao encontro do rapaz questionando seu comportamento. Quando ela estava bem próxima, desajeitado, ele robou um beijo. Ela resistiu, afastou-se e deu-lhe uma bofetada. 

Parecia ressentida, dizia que ele sabia que estava namorando o Marcio e tantos outros blá, blá, blás. Ele a tudo escutava de cabeça baixa, quieto. Ela aos poucos foi mudando de comportamento e se desculpava de sua reação acariciando o rosto do rapaz quando ele mais uma vez investiu, desajeitado, em outro beijo roubado. Desta vez mais apaixonado, abraçando seu corpo e se dedicando àquele beijo como se dele aflorasse um nectar vital.

Ela, é claro, reagiu! Tentou empurar aquele corpo abraçado ao dela. Mas suas mãos foram perdendo a força e aos poucos se abriram sobre o peito do rapaz e foram subindo, envolvendo seu pescoço e o beijo se tornou franco e apaixonado.

Terminado o beijo. Quase afastados mas o abraço dele, apesar de frouxo se mantinha. Ela gesticulava as mãos à moda italiana e convencia a ele (e a si mesma) que tudo aquilo estava errado, que ela amava o Marcio, que eram apenas amigos... e mais blá, blá, blás.

O olhar dele buscava a realidade dentro dos olhos dela e, provavelmente convencido que aquilo tudo não passava de discurso, foi aproximando seus lábios lentamente dos dela e a voz dela se reduzindo para sumir num beijo elouqüente.

O beijo! Que força tem esta simples carícia! O deles parecia interminável. Eles se beijavam no rosto e pescoço para voltar ainda mais sedentos aos lábios. Seus corpos se colavam, pareciam querer se fundir. Para mim, simples e distante observador, eles pareciam bailar em câmera muito lenta.

Quando se afastaram estavam rindo, alegres. Deram-se as mãos e em dois passos desistiram de seguir o caminho da calçada e se sentaram em um banco de croncreto quase de frente para mim. Claro que não percebiam minha presença.

Ele, com seus negros cabelos encaracolados, sentara com as pernas abertas como se monta um cavalo. Ela sentara próximo, mas no beijo que se seguiu seu corpo colara na virilia dele e uma das pernas ficou sobre a dele com ela de lado, corpo entortado num delicioso desconforto.

Minha posição era privilegiada. Os loiros e longos cabelos dela se espalhavam entre os dois corpos. As coxas roliças, sensuais e jovem se expunham mal cobertas pela saia escolar curta e rodada e pela posição que deixava suas pernas literalmente arreganhadas.

Ali eles conversavam e riam enquanto se acariciavam. As mãos miúdas dela desabotoara a camisa dele e ela ficou acariciando seu peito enquanto ele, comportado acariciava suas costas até que, não mais resistindo, começa a acariciar a bundinha de sua conquista. Ela reage com um fabuloso beijo encorajando-o ainda mais.

Ele acaricia seus seios por sobre a roupa e aos poucos vai desabotoando sua blusa fina. Tenta, sem sucesso, soltar pelas costas o elástico do sutian. Ela resiste!

Mas quando a mão dele, como que por encanto, encontra e acaricia a bucetinha entre as pernas escancaradas, vencendo a calcinha e em miléssimos de segundo ataca, domina e penetra com seu dedo as entranhas da mulher que seduz, cessando ai toda resistência. A mão que fingia querer tirar a dele de sua vagina agora agarra aquele pulso com força. Os olhos estão revirando. A respiração ofegante e os lábios entreabertos recebem, sem conseguir corresponder, os beijos dele que descem pelo colo até alcançar seus seios por sobre o sutian.

Ela, conquistada, entregue, passa a colaborar afoitamente. Solta, nas costas o sutian, passa a alça por um dos braços e logo esta jogando a peça sobre sua mochila escolar.

Mulher em nenhum momento tem idade. Aquela menina e seus trejeitos ia dos 14 aos 20 e poucos anos sem me permitir um palpite sincero. Ainda mais agora com os seios rijos e volumosos expostos, recebendo em um deles carícias arrepiantes enquanto o outro era severamente sugado. O orgasmo tomando conta de todo seu corpo trazendo as covulsões e tremores, os gemidos, os suspiros, o gozo supremo.

Passada a agonia ela que vem recebendo todo tipo de carícia resolve retribuir. Liberta o pênis do rapaz, senta como ele no banco e como que deitando em seu colo passa a beijar o caralho que parece ganhar ainda mais volume.

Toma conta dela agora a mulher que como uma piranha experiente tenta retribuir o prazer recebido. Ele expõe a cabeça, passa a língua se detendo mais no cabresto. Depois inicia com um beijo a sucção do membro que vai sumindo enquanto penetra profundamente em sua boca. A parte que ainda sobra está sendo punhetada por ela, com sua miúda mão. Quando liberta o falo ergue a cabeça para verificar as expressões de seu macho. Fica feliz com a reação encontrada e volta a se dedicar ao seu prazeroso afazer.

Durante este trabalho ele as vezes a interrompe, beija-lhe a boca e volta a empurrar sua cabeça para a pica que reclama carinho. As carícias dele se estendem por todo o corpo daquela mulher maravilhosa me permitindo ver sua bundinha, semi erguida do banco para facilitar a felação. Prestando mais atenção vejo o brilho na vagina umedecida pelo tesão e quando ele passa o dedo consegue transportar aquele muco viscoso até o cuzinho que invade sem pedir licença.

Agora ele está com o polegar na vagina e dois dedos no cuzinho rosa daquela menina que rebola de prazer. As expressões do rosto dele demonstram os efeitos daquela boca e ele foge do gozo que em seu rosto se anuncia. Ergue a cabeça dela, beija-lhe a boca enquanto levanta as pernas dela por sobre as suas e vai trazendo o maravilhoso e sensual corpo feminino para a conquista definitiva.

Ela colabora, fica nas pontas dos pés erguendo seu corpo. Com a pequenina mão sustenta a pica dele na direção de sua vagina e vai descendo o corpo vagarosamente até que seus pés escapam do solo e seu corpo cai sobre aquela tora liberando um delicioso grito de prazer. Mesmo desprovido da visão plena pude perceber que a penetração foi profunda. Ela e ele agora estão parados para em seguida ele deitar sobre o banco e nele apoiar a ponta dos pés. Ergue, então, o corpo dela de forma que ele com velozes movimentos de quadril passe a estocá-la furiosamente fazendo com que ela jogue a cabeça para traz me permitindo ver em seu rosto a extensão de seu prazer.

Aquela posição dura pouco tempo. Ela se ergue, vira de frente para mim e de costas para ele e com maior controle podendo firmar os pés no chão ou no banco, já sem calcinhas, senta no caralho duro e sedento que passa a castigá-la fazendo com que ela aprecie cada uma de suas profundas estocadas e colabore cavalgando.

Agora com visão mais privileiada fui percebendo o rosto dela ir aos poucos assumindo expressão de êxtase. Os bicos dos seios gradativamente virarem um simlpes e duro ponto de tão entumescidos. Seu abdomem denunciar as contrações vaginais. Ela está sofrendo um intenso orgasmo e lágrimas surgem no seu rosto.

Ela se mantém com o corpo retezado, seu semblante esbanja o prazer que experimenta. Mal respira, suspira entre gemidos e soluça chorando.

Ele, preocupado, interrompe as estocadas e quer saber se esta machucando. Ela quase aos gritos implora que ele não pare. Quando ele volta a penetrá-la profundamente ela confessa que está chorando porque está traíndo seu namorado. Desperta a fúria italiana, movimentando as mãos e falando sem parar:

- Aquele babaca nasceu para ser corninho mesmo! Ele nunca teve coragem de me fuder assim, na rua, intensamente. Nunca conseguiu me fazer gozar... tanto... assim!

- Corninho, babaca! Por que eu... gosto tanto de você,... meu corninho! Tô aqui... gozando... com um verdadeiro macho... e chorando... por você nunca ter enfiado... o dedo no meu cu... enquanto me fode como uma puta,... uma piranha qualquer. Não me expõe assim,... no meio da rua,... pra todo mundo... vê o quanto... sou gostosa...

Ela entrou em pranto pleno mas ficou repetindo: meu corninho, estou gozando muito, muito!

Passado o gozo e o pranto o rapaz fez ela apoiar as mãos no banco e posicionou-se de pé às suas costas e pude ver a pica dele, aos poucos, lentamente, ir sumindo no cuzinho dela que piscava de alegria. Quando ela vira para ele pude ver a expressão de prazer e alegria em seu rosto. Ela disse a ele que o Marcinho nunca, nunca comera seu cuzinho naquela posição.

Plaft! soou a forte palmada que ela levou com a recomendação que se voltasse a falar dele levaria mais e mais fortes palmadas. Ela retrucou:

- Falar de quem? Do Marcinho?

Plaft! Nova palmada que, pude perceber, deixaram marcados em vermelho os dedos do rapaz!

- Mas o Marcinho é meu corninho!

Plaft! Nova palmada e as estocadas são longas, profundas e intensas.

- Vou fazer o Marcinho ver você me comendo pra ele aprender a fuder!

Plaft! Plaft! Estocadas mais velozes!

- Como eu queria que o Marcinho estivesse aqui me vendo ser sua puta!

Plaft! Plaft! Ainda mais velocidade!

Ela já estava gozando, sua lubrificação escorrendo pelas pernas, a bunda toda vermelha, e ela marcava a cadência das palmadas e a velocodade das estocadas profundas quase cantando de prazer: "Marcinho babaca!", "Marcinho corninho!". E quase desabou com as pernas trêmulas quando ele ejaculou na sua bundinha dolorida.

Minha esposa se aproximava. Ela se recompos rapidamente e quis sentar... Não conseguiu (certamente a bunda ainda doia muito) e ficou de pé, em frente ao rapaz que abotoava a camisa quando minha esposa entrou no carro e a luz interna revelou minha presença.

Enquanto a menina sorria realizada por ter sido exposta a mim eu me afastava com o carro em marcha lenta e minha esposa me chupava ouvindo essa história.

E eu recordava saudoso minha adolescência!



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