Verônica, Eu e Seu Irmão!


Dei-me conta do quanto gostava do inverno durante aquele abraço. Verônica saiu da escola correndo em minha direção e me abraçava passando ao meu corpo todo seu calor. Enquanto as colegas nos cercavam trocamos um beijo curto, mas delicioso, e o grupo foi seguindo para o ponto de ônibus entre brincadeiras, risos e fofocas.

Verônica se despediu do grupo dizendo que ia à casa da tia e quando nos afastamos ela confessou que queria conversar e namorar um pouco. Em menos de cinco minutos estávamos na casa da tia aonde ela já chegou ligando para a mãe não ficar preocupada.

Beijou a tia, correu para o banheiro onde ficou um quinze minutos e de lá já saiu se despedindo. A tia, brincando, falou de diarréia enquanto a sorridente Verônica me arrastou porta afora arrumando a bolsa.

Seguimos, a pé, para sua casa. Verônica, quando estávamos quase chegando desviou e eu entendi. Aquele era o caminho do “muro da vergonha”, onde os casais namoravam por ser escuro e ermo. Ermo era força de expressão, pois eram muitos os casais.

Começamos a namorar gostoso, ela, como vocês já perceberam estava acessa. Dos beijos na boca, roçando os corpos, aos seios de Verônica demorei tanto que ela já estava ansiosa e, tomando pela primeira vez a iniciativa abriu minha calça e libertou “seu brinquedinho” colocando-o entre suas coxas.

Eu, que já estava em plena ereção, com aquele surpreendente contato, me senti enrijecer ainda mais. Verônica estava sem calcinhas. Logo ela sussurrou no meu ouvido que “ela” estava nua, depilada e limpinha. Por isso tinha ido à casa da tia.

Finalmente, depois de dois meses, Verônica resolvera ir mais adiante em nosso relacionamento e estava me surpreendendo a cada instante por sua iniciativa e determinação. E mesmo naquele friozinho de fim de noite eu já estava suando de prazer.

Verônica já estava ofegante. A iniciativa seria toda dela que parecia indecisa e sempre que eu alcançava a portinha do prazer ela me tirava da posição esfregando a cabecinha em seu clitóris estremecendo de prazer com o contato. Ela já estava encharcada, mas não decidira ir adiante e eu, resignado, respeitava sua vontade.

Ouvimos passos apressados na rua e nos abraçamos com ela escondendo seu rosto totalmente em meu pescoço, como de praxe. Assim, só eu pude perceber, quando já era impossível qualquer reação, que era Antonio, seu irmão, que se aproximava, decididamente, em nossa direção.

- Então é você, Aurélio, que anda querendo comer minha irmã.

Ao ouvir a voz de Antonio, Verônica grudou-se tremendo e abrando fortemente meu corpo como se quisesse se esconder dentro dele.

- E você, cadela, não vai se desgrudar do teu macho não!

Não sabia como reagir. Eu queria tomar a frente da Verônica e começar uma conversa civilizada com Antonio, meu amigo de longa data. Mas como, se eu me afastasse de Verônica e exibisse meu membro, já amolecido, seria um Deus nos acuda!

Verônica estava diferente naquele dia, como eu já disse. Afastou-se, me deixando totalmente exposto. Ela mesma estava com os seios expostos. E levantando a saia foi na direção do irmão, desafiadora.

- Eu te avisei que hoje eu iria experimentar um verdadeiro homem. Que iria gozar com quem eu amo. E vim nua e depilada. Pronta para dar para ele. Como você pretende impedir.

A bofetada se fez suar forte seguida do grito de Verônica que enquanto xingava Antonio de todas as formas que conhecia foi abraçada por ele que beijava a face machucada e pedia, chorando, perdão.

Em poucos instantes ele se beijavam na boca deixando vir à tona uma louca paixão. Aos beijos Antonio levou Verônica de encontro ao muro enquanto ela libertava seu pênis. Já no muro ele ergue uma de suas pernas e lhe penetra fácil e profundamente e Verônica quase instantaneamente chega a um intenso orgasmo enquanto Antonio estoca seu corpo violentamente e beija seus seios com carinho e dedicação.

Percebo que estou em plena ereção, com o pênis exposto, e que atraímos a atenção dos demais casais que acompanham discretamente a cena.

Recomposta do seu orgasmo, Verônica enlaça com as pernas o corpo de Antônio, faz com que ele encoste totalmente no muro, e pede ao irmão:

- Deixa o Aurélio participar do nosso amor, deixa meu corninho.

Antonio dá outra bofetada no rosto da irmã, furioso. Mas logo se arrepende e mais uma vez, sem para de estocá-la, enche seu rosto de beijos pedindo perdão. Verônica me chama. Me aproximo. Ela me pede, com lágrimas molhando seu rosto, um abraço. Abraço, pelas costas, aquele corpo delicioso que está sendo possuído pelo irmão. Minha ereção toca ambos os sexos e Verônica vem em meu socorro para guiar meu pênis em direção ao seu ânus.

Aquele cuzinho está piscando de ansiedade, mas isso não facilita a penetração. Recorro à saliva e desta vez, com muito esforço e com a colaboração dos irmãos que se imobilizam, consigo fazer com que a cabeça de meu pênis seja engolida.

A platéia em volta, apesar de discreta está atenta e isso ainda mais colabora para a nossa excitação. Nós três estávamos notando o quanto estávamos expostos e entusiasmados buscávamos dar o nosso melhor. Logo eu estava inteiramente dentro de Verônica e passei a me movimentar o mais ampla e rapidamente possível.

Antonio ficou parado curtindo meus movimentos, totalmente enterrado na vagina da irmã que como louca gozava aos gemidos e gritinhos, erguida entre dois machos. No auge do orgasmo o corpo de Verônica, sem qualquer comando, convulsiona e é minha vez de também parar deixando apenas ela comandar os rumos do seu prazer.

Verônica fica desorientada, mal consegue respirar, geme, arrepia-se, dá gritinhos, nos chama de seus corninhos, nos conta de seu gozo com palavras desconexas e, finalmente, larga seu corpo totalmente amolecido em nossas mãos, espetada nos dois lados.

Antonio, retirando-se do corpo da irmã, me pede que me encoste ao muro e arreganhe as pernas dela, pois que pretende acordá-la imediatamente.

Feita a manobra totalmente enterrado naquele cú ele me pede que eu me abaixe um pouco mais e abra bem as pernas da sua irmã. Feito, tem início uma sessão de estocadas onde ele se retira totalmente para em seguida penetrar profunda e violentamente naquela buceta arreganhada. Cada manobra é brindada por uma palavra de estímulo de Verônica: “Isso. Vai. Mais fundo. Mais forte. Mais rápido. Não para.”

Quando as estocadas ganham freqüência e velocidade é Verônica que comanda seu ritmo pela cadência das palavras até que perde a voz em mais um orgasmo. Os gemidos de Verônica são para pedir nosso gozo. Ela diz que nossa porra toda dentro dela com a dificuldade imposta pela falta de fôlego e pelo prazer intenso. Ela solta de repente um grunhido felino e me avisa que Antonio já está gozando e que ela quer também o meu gozo.

Antonio se gruda naquele corpo que começa a se movimentar fazendo meu pênis quase sair de seu ânus para depois forçá-lo a entrar. O movimento é lento, cadenciado, em todas as direções e vai me enlouquecendo. Sinto meu pênis ser esmagado pela força daquele esfíncter que me aperta quando estou bem fundo só me soltando quando a cabecinha ameaça sair daquele corpo que traga meu pênis completamente para dentro de si tornando a esmagá-lo.

Meu gozo se anuncia. Meu pênis ainda mais se dilata. Ela como que antevendo meu prazer entra, mais uma vez, em orgasmo intenso estimulado pelos beijos, carícias e sucção em seus seios, promovidas por seu irmão. Os movimentos sem perder o ritmo ou qualidade se intensificam até que se desnorteiam quando ela sente meu primeiro jato de esperma inundando seu reto. Meu gozo é intenso, meu corpo estremece, minhas pernas tremem e perdem as forças. Antonio percebe e sustenta o trio.

Minutos depois estamos recompostos e seguindo para casa de Verônica. Ela mais do que abraçada, apoiada em mim de tão mole. E Antonio, feliz e sorridente, ao meu lado me convidando para dormir com eles.

A noite promete!



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