quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Seduzida... E meu marido gostou de me flagrar.

Aquilo estava virando um tédio, todo fim de semana o Oswaldo só pensava em ir para o sítio urbano da empresa onde se reunia com os amigos de futebol e do trabalho. E lá ficava eu, no chalé dos funcionários, com as esposas e filhos, cuidando das brincadeiras, das roupas, da exposição ao sol... Essas coisas.

O pior era aturar aquele bando de homem quando voltavam suados e quase bêbados do campo. Eles nunca iam direto para o chuveiro, sempre vinham até as esposas e os filhos. Era tanto cheiro de homem que chegava a enjoar. Isso sem falar nos engraçadinhos de plantão que volta e meia tentavam encaixar uma cantada furreca.

Só que justo no fim de semana que as crianças estavam com os avôs não consegui fugir do danado do clube. Em pleno sábado! Estava revoltada, mas que opção? Lá fui eu. Cheia de raiva, pensando em vingança, e ... Esse foi o meu azar! (Ou terá sido minha sorte?)

Assim que chegamos o Marcio, sozinho, estacionou seu carro ao lado do nosso, soltou mancando e já dizendo que não ia jogar futebol e que a Lucia o pegaria bem mais cedo para almoçarem na casa da mãe dela. O Oswaldo pareceu preocupado com o amigo, mas tão preocupado, que mais parecia um puxa-saco. Marcio era diretor da empresa e aquilo me revoltou ainda mais.

Eu que pensei que nada mais poderia piorar meu dia me vi recebendo a da camisa do Oswaldo. Ele já colocava a camisa do jogo e me pediu no pé do ouvido para cercar o Marcio de atenção. "Bajulador - pensei comigo descobrindo que ele já estava me enojando, o que era muito pior que minha raiva.

Oswaldo se afastou correndo para seu jogo e diante da dificuldade do Marcio acabei oferecendo ajuda e ele se apoiou em mim seguindo para dentro do clube. No caminho perguntou pelas crianças descobrindo que elas estavam com os avôs.

Marcio me pediu para acompanhá-lo até seu chalé. Como diretor ele tinha um chalé exclusivo. Fui com ele até lá, ele me agradeceu com uma cerveja bem gelada e me ofereceu a rede já esticada na varanda para deitar sentando na confortável espreguiçadeira.

O jogo ia demorar mesmo, a outra opção eram as esposas e a filharada, achei ótima a oportunidade de mudar de ares. Parece que a caminhada fizera bem ao Marcio, ele capengava como menos dificuldade e enquanto eu deitava na rede para saborear minha cerveja ele entrou no chalé dizendo que iria me preparar uma surpresa.

Em menos de dez minutos estava ele de volta com dois copos suados com whisky e água de coco e eu, já mais calma reparei um pouco melhor aquele exemplar de homem. Ao contrário do Oswaldo, Marcio era mais novo, corpo sarado, roupa perfeita, barba bem feita, um perfume agradável e uma voz envolvente.

Surpreendi-me ao perceber que estava avaliando aquele homem e me peguei olhando para seu pênis que deixava sua marcante silhueta no short. Devia ser quase o dobro do pênis do Oswaldo. Pensei, enrubesci, fechei os olhos, desviei o rosto e me senti umedecida, isso tudo instantaneamente. Sem perceber, para fugir daquela tormenta que acendia meu corpo, tomei meu drinque praticamente num só gole sem dar tempo ao estupefato Marcio provar o dele.

Rindo, me estendeu seu copo recomendando que eu tomasse mais devagar se não ia ficar tonta. Aceitei o copo e mais uma vez me peguei olhando aquele pênis que me hipnotizara.

Ele voltou ao chalé e preparou sua dose do delicioso drinque e voltou ficando de pé ao meu lado, olhando para o jogo que acontecia no distante campo e me balançando suavemente na rede.

A cerveja misturada aos drinques e aquele balanço estavam fazendo efeito e na minha cabeça se desenhava uma vingança enquanto meus olhos já não se acanhavam de observar aquele pênis atiçando minha curiosidade e meu tesão. Eu me remexia toda na rede enquanto aquele pênis ia se avolumando no short, tentando fugir.

Eu já estava perdendo a cabeça. Passava a língua nos lábios com franca vontade de beijar o mastro daquele homem másculo. Rindo a toa por vezes me tocava por puro tesão que assim mais se manifestava e quando percebi a cabeça daquela pica fugindo por baixo do short curto fiquei desnorteada.

Quis sentar na rede e Marcio me ajudou colocando nossos copos na mesa, me levantando com as duas mãos, uma sustentando meu braço e a outra erguendo minha cabeça pela nuca. Eu senti aquilo como carícia e a primeira coisa que fiz quando senti meus pés no chão e as mãos livres foi tentar “disfarçadamente” (eu estava tonta) tocar no mastro daquele macho.

Meu gesto foi tudo, menos disfarçado. Quando meus dedos sentiram a textura macia daquela pele eu apertei para verificar a rigidez e fiquei tentando enfiar a mão short adentro para pegar aquilo tudo como uma alucinada. Mas, se não cabia o pênis; ele e minha mão juntos é que não iam caber mesmo.

Os segundo eram intermináveis, na minha intimidade eu sentia como jatos de lubrificação, e ergui meus olhos para encontrar o olhar carinhoso e encantador de Marcio. Ele me olhava nos olhos profundamente e sem desviar o olhar um só instante ele pegou minha mão aflita e com ela desceu o short liberando meu troféu. Olhando para ele estendi minhas mãos, boca e língua e passei a “polir” o troféu conquistado.

Num lampejo de lucidez me afastei assustada e meu olhar deve ter refletido meu pavor. Marcio, sorrindo, acariciou minha face e decidido pegou meus cabelos entre seus dedos forçando meus lábios a votarem ao trabalho. O lampejo se foi e surgiu uma puta que nem eu conhecia.

Entusiasmada, encantada, me dediquei a proporcionar prazer àquele homem que acariciava meu rosto, meu colo, insinuava as mãos ao redor e entre meus seios. Eu precisava gozar e levantei da rede entrando no chalé. Quando ele entrou capengando eu já estava nua e fechei a porta trancando-a.

Senti sua força me empurrando de encontro à porta, afastando minhas pernas, e me penetrando profundamente. Gritei em gozo imediato. Ele colocou minha mão na minha boca e assim contive meus gritos (como eu queria gritar). Ele demonstrou todo seu desempenho possuindo-me profundamente e num ritmo crescente que mantinha todo meu sexo em reviravoltas e contrações.

Um gozo furioso tomou conta de mim, meu corpo estremeceu por inteiro, minhas pernas faltaram e ele me sustentou de pé sem dificuldades enquanto a ânsia do prazer me dominava e me manteve em êxtase até vir a serenidade.

Quando meu corpo se acalmou percebi a merda que eu estava fazendo. Pedi desculpas, corri recolhendo as peças de roupa e tentando me vestir quando ele se aproximou me jogou carinhosamente de costas na poltrona, se ajoelhou entre minhas pernas e passou a beijar meus seios sem tocar nos bicos que ficaram intumescidos como eu nunca imaginara.

Durante alguns instantes fiquei sem reação só sentindo o tesão crescer como um vulcão na minha boceta e tomando todo meu corpo naquela paixão doida por sexo. Mais uma vez elouquecida peguei sua cabeça com força e enfiei um dos bicos pelos lábios adentro recebendo mordidinhas e lambidas que se transformavam em suco lubrificante lá embaixo. Eu comandava ora um bico, ora outro bico e suas mãos me torturavam passeando por todo meu corpo, se aproximando muito da minha vulva, do meu ânus, sem nunca tocá-los. Oh tortura, deliciosa tortura! Beijei-lhe a boca e senti que estava traindo meu marido. Prazer doce: beijei, e beijei, e de novo beijei e de novo.

Então seus lábios desceram rapidamente passando a circundar a vulva e o ânus ainda sem tocá-los. Eu movimentava todo meu corpo, tentava guiar sua cabeça enfiada entre minhas pernas sem sucesso. Quando ele finalmente me beijou o grelo explodi em novo gozo que ele não deixava acabar. Aquela boca louca, a língua endoidecida, parecia estar ao mesmo tempo em todas as minhas mucosas inferiores me arrancando gemidos, me tirando o fôlego e mantendo-me em gozo clitorial profundo.

Mas o que é bom não é eterno e o gozo começou a se acalmar. Marcio não perdoou penetrando profundamente em um papai mamãe que me arrancou o resto de fôlego completamente me arrebatando em novo e mais intenso gozo vaginal. Esse foi mais curto e mais intenso.

Amolecida de tanto gozo senti Marcio jogando meu corpo para lá, para cá e quando dei por mim estava de bruços e aquele membro enorme, que não gozava nunca, forçava a entrada do meu cuzinho virgem.

Gritei que não, que nem o Oswaldo tinha conseguido e ele imediatamente parou tudo, sentou-se ao meu lado e mandou-me deitar em seu colo dele de bunda pra cima. Eu só sabia obedecer. Estava tendo a melhor relação sexual de toda minha vida. Deitei e para meu espanto levei a maior surra de palmadas da minha vida.

Eram tapas fortes, de mão aberta, minha bunda certamente ficava vermelha a cada palmada. Como eu ia esconder aquilo do Oswaldo?
Acabei perguntado sem nem notar. As palmadas ficaram mais rápidas e mais fortes. Pára! O Oswaldo pode chegar! Gritei e as palmada ficaram ainda mais fortes e mais rápidas e ele falou no meu ouvido: "O nome dele agora é corninho, repete, corninho!"

As palmadas estavam me exitando mesmo que eu quizesse ocutar não seria possivel, eu já estava quase gozando e assim que ele mandou o Oswaldo mudou de nome e meus pedidos mudaram.

Bate na sua puta pro corninho ver minha bundinha toda marcada por um macho. Come essa bundinha que aquele corninho nunca comeu, eu sou sua, sua mulher, sua puta, sua escrava, bata na minha bundinha, come minha bundinha, mostra pro corninho que a esposa dele agora tem macho.

Marcio parou de bater, minha bundinha ardia toda, ele mais uma vez me colocou de bruços. Entrou lentamente em minha bucetinha encharcada, deu algumas estocadas que me acenderam e já estava quase entrando em novo gozo quando sinto aquela cabeça enorme forçando a entrada para dentro do meu cú virgem.

Ardia a bunda, ardia e doía o cuzinho, mas aquele caralho inteiro ia entrando, pedacinho a pedacinho e eu já gozava no cio, rebolava, queria sentir ele todo dentro de mim. Nunca imaginara que dar o cú pudesse dar tanto prazer. Nunca imaginara que eu pudesse querer dar tanto prazer a um homem! Eu queria fazê-lo gozar prazerosamente! E em mim! Intensamente! Dentro de mim! Eu queria completá-lo, provocar nele um verdadeiro orgasmo!

Eu estava gemendo baixinho quando senti que ele encostava totalmente em mim com todo aquele troféu atolado em mim e me dando prazer. Que vontade de gritar! Marcio me torturava: Grita cadelinha! Grita minha putinha!

Lá fora um burburinho. A voz do Oswaldo me chamando estava ficando mais próxima e Marcio me levantou no colo, com a pica toda enterrada em mim, mancando, e me levou até a porta. Colocou minhas mãos como que segurando a porta, destrancou e tirou a chave jogando-a distante de nós e começou a bombear lentamente usando toda extensão da sua enorme pica.
Que gozo louco! Oswaldo me chamando na varanda, tentando abrir a porta, chamando o Marcio. Marcio bombeando forte e sussurando no meu ouvido:
- Deixa o corninho entrar;
- Geme pro corninho escutar;
- Diz ao corninho que você é minha putinha;
- Grita minha cadela;
- Goza bem forte pro corninho ouvir;
- Grita para todo mundo ouvir que o Oswaldinho é corno;

Meu corpo tremia, minha pernas bambeavam, o gozo tomava conta de mim... E eu não podia largar a porta. Finalmente a voz do Oswaldo parecia se afastar e eu deixei o gozo tomar conta também da minha mente. Justo nesta hora Marcio me dá quatro palmadas fortes me levando ao delírio e trazendo o Oswaldo para tentar abrir a porta. Ele devia estar escutando minha respiração pesada, meus incontidos gemidos e batia na porta furiosamente me chamando e me fazendo gozar ainda mais de medo, de vingança e de puro prazer. Gritei em gozo e instantaneamente o Oswaldo parou de bater e de gritar. Ele, baixinho, quase que perguntando, chamou meu nome uma, duas, três vezes. Como um raio experimentei uma avalanche de prazer.

Marcio me sugeriu dizer a ele que se ele parasse de gritar eu o deixaria entrar. Assim fiz:
- Se você parar de gritar, meu corninho, eu deixo você entrar e assistir a tudo.

Quando eu pronunciava a palavra “corninho” fui agarrada pelos canelos e senti a estocada profunda de Marcio no meu cú. Agora aquela pica ganhava volume e, talvez pela tensão, talvez por puro tesão, eu estava perceptiva a cada alteração.

Do outro lado o enorme instante de silêncio foi rompido por um sussurrado “Por favor, deixa eu entrar, deixa eu assistir, por favor! Oswaldo estava chorando, soluçava baixinho, mas decidira acabar de se torturar.

MArciio afastou meu corpo e numa voz grossa e marcante que me fez estremecer disse sem piedade:
- Entra corninho.

Enquanto Oswaldo entrava e fechava a porta atrás de si Marcio completou:
- Vem assistir sua esposa em gozo pelo cú. A partir de hoje ela é tua esposa e minha puta. Olha como nós gozamos juntos.

Os jatos fortes de esperma se fizeram sentir, alagaram minhas entranhas e eu entrava no mais puro delírio que já experimentei na vida.

Oswaldo, com lágrimas nos olhos, não conseguia conter uma expressiva ereção.

Não tinha como me conter, eu gemia, gritava ruídos que vinham d’alma, verdadeiros grunhidos de fêmea em gozo pleno. Marcio sustentava minhas pernas arreganhadas e para o alto, me erguia e me deixava afundar na sua vigorosa pica.

Enquanto isso eu assistia o Oswaldo se abaixando, sem nem notar, para melhor observar cada detalhe enquanto o Marcio aproximava nossos corpos do dele.

Quando finalmente o meu corninho caiu sentado Marcio foi sobre ele e tirou sua vara toda de dentro de mim deixando escorrer sobre o Oswaldo seu abundante esperma que, grosso, gotejava no rosto do meu amado corninho.

Marcio me pôs no chão e chamou a minha atenção para a ejaculação de Oswaldo que manchava todo seu short, enquanto acariciava todo meu corpo e distribuía mil beijinhos.

Eu tinha que por fim àquela situação constrangedora para meu marido. Eu podia tê-lo traído e humilhado, mas amava muito aquele homem, companheiro e pai. Mas eu não queria abandonar o Marcio, eu não podia perdê-lo.
- Levanta Oswaldo, vamos para casa, e tente ser discreto. Marcio, quanto a você, te espero amanhã cedinho lá em casa para dar umas aulas pro corninho. Pode chegar cedo que ele vai preparar nosso café da manhã. Combinado Oswaldo!? Combinado Marcio!?

O silêncio de ambos confirmava o encontro. Vesti-me. Sai de mãos dadas com Oswaldo. Fomos por trás para evitar encontrar com qualquer de seus colegas chatos e em poucos minutos estávamos voltando para casa, calados, como se estivéssemos realmente ouvindo as músicas do auto-rádio.

Em casa fingi entusiasmo enquanto meu corninho, como louco, me possuía. Eu só pensava no dia seguinte...

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