Simplesmente Lua!


"Sou real. É minha decepção e minha glória. Ser entendido é bem melhor do que imaginar." 

Ela poderia ser Luana, Luíza, Luzia, Lucia, mas ela é simplesmente Lua. E aqui, apaixonado pelo seu sorriso real, sem conseguir entendê-la, sem com ela poder conviver exceto no virtual talvez perto, talvez longe do real. A verdade é que minha libido se anuncia simplesmente diante de seu sorriso numa foto. Foto, diga-se de passagem, que não lhe faz justiça - ela é mais bela por dentro e por fora, acreditem.
Bem, conheci a Lua por uma foto no Orkut. E assim tudo começou; inclusive meu devaneio.
Verão! Eu tinha 15 dias de descanso e lá fui eu me aventurar naquelas paradisíacas praias de Cabo Frio. Hospedado no Braga, na Pousada Espaço Diferente, conheci e me encantei com as dunas e sua praia e aos poucos descobri outras verdadeiras maravilhas de Cabo Frio.
Fiz alguns amigos e visitando a Marta me deparei com um quadro magnético que tinha por título: Galeria de Amigos. Ali estava justamente, com aquele sorriso em tamanho grande e todos os detalhes: o sorriso, os lábios convidativos, o sorriso dos olhos e uma expressão contagiante de felicidade, a foto do Orkut que me encantara. Certamente ela estava amando... Lá estava eu com ciúme de alguém que eu nem conhecia. Estaria ela amando um La, Lé, Li ou Lo qualquer, que lhe completava? Alguém que não era eu?
Contive-me, comentei sobre o sorriso e mais uma vez fiquei com simplesmente um nome: Lua! Não podia perguntar mais, não podia demonstrar um interesse maior do que eu poderia explicar. No meio da conversa só perguntei a Marta onde ela se encontrava com o seu grupo. Ela disse que não tinha um point. Talvez no sábado se encontrassem lá nas Dunas. Eu vibrei de ansiedade e desde aquele momento eu passei a esperar pelo sábado que estava eternamente longe.
Sete horas da manhã desisti de tentar dormir e saí da cama. Tomei o café da manhã na pousada e fui – correndo - para a praia das Dunas. A praia vazia me deu a exata noção de sua enormidade. Eu olhava à direita e à esquerda e era muita areia e quanto mais pessoas chegassem naquelas areias eu teria que entre mais palha encontrar minha agulha. Desolado me deixei cair na areia ficando imóvel por quase meia hora até que um burburinho “ventado” ao longe chamou minha atenção. Um grupo gritava meu nome e, mesmo sem ter qualquer certeza de que me chamavam mesmo ou se eu reconhecia alguém do grupo saí correndo ao encontro deles.
Quando me juntei ao grupo estava cansado e me deixei cair. Não pelo cansaço. Eu distinguira o sorriso de Lua ao longe e usei todo meu fôlego para dar asas às pernas. Ela estava linda! Simplesmente Lua e simplesmente linda. Eu que me apaixonara por seu rosto, seu sorriso a via em um biquíni que revelava um corpo maravilhoso, cheio de curvas sinuosas e perfeito. A simplicidade de sua beleza a destoava do grupo sem destacá-la das demais. 
Minha vontade era me jogar em seus braços e beijar aquela boca que me encantara nas fotos e só então declarar meus devaneios apaixonados. Quando eu estava chegando ao grupo ele surgiu do nada, abraçou minha amada, que se entregou sem resistências, e arrancou dela um beijo invejável e apaixonado como só eu merecia receber. Eu vi. Vi e cai na areia mais desolado do que cansado.
Sou, e sempre fui respeitador. Jamais seria capaz de flertar com mulher acompanhada, ainda mais dentro do meu próprio grupo. Logo todos seríamos amigos. Eu não podia deixar isso acontecer. Mantive certa distância dentro do grande grupo evitando o contato direto. Meu coração de repente como que parou para em seguida quase explodir descompassado. Alguém tocou na minha costa, eu me virei e fui assim apresentado:
- Esta é a Lua, aquela da foto lá da minha galeria. – era Marta que trazia Lua consigo para me conhecer.
Consegui arrancar de mim mesmo um sorriso nervoso. Fiquei vermelho, face queimando. A mão dela estendida e percebi que eu estava trêmulo quando toquei na mão dela tomando-a totalmente em minhas mãos e levando-a aos meus lábios.
Felicidade. Ela não estava indiferente. Seus olhos fixaram-se nos meus. Os olhos dela brilharam quando meus lábios tocaram suavemente sua mão, em um beijo leve em sua pele. O toque foi tão leve, tão rápido, mas ainda assim a pele de sua mão arrepiou-se e meu sorriso se abriu por inteiro tomado por uma súbita segurança.
Visivelmente perturbada ela soltou sua mão das minhas.
- Oi! – sua voz soou sumida e trêmula.
- Adoro sua foto!
- Como assim! – era mais um espanto do que uma curiosidade.
- A sua foto do Orkut que a Marta tem em tamanho grande sempre me atraiu e fascinou. Acho que me apaixonei por ela. Por você... É... pelo seu sorriso, desculpa.
Ela estava visivelmente embaraçada. Entre nós estava acontecendo alguma coisa que nenhum dos dois poderia explicar e ela só conseguiu se repetir: - Como assim!
Marta apresentara Lua e se afastara discreta como sempre. Olhei em volta e vi que o carinha que abraçara Lua estava no mar. Juntando tudo com a adrenalina que corria no meu corpo e a severa atração que entre nós se anunciava eu não conseguia recuar.
- Conheci você e seu sorriso pelo Orkut, me apaixonei por aquela foto. Cheguei até você pelo scrapbook de seu primo e pedi para ser seu amigo. Eu sou o “Carteiro”.
- Aquele que tem um Blog de Contos Sensuais? – a cada instante a voz dela ficava mais trêmula.
- Isso! E queria ter você como protagonista do melhor dos meus contos.
- Você está me... – e calou-se
- Estou simplesmente confessando que você me atrai mais do que possa imaginar e que não vejo a hora de beijar essa boca que tanto me perturba. – ela fez menção de se afastar e eu a detive simplesmente pegando sua mão com a minha, e continuei:
- Espere. Não fuja do que você também está sentindo.
- Pretensioso. – ela estava na defensiva e usava o sarcasmo.
- Disse o que havia para ser dito. Você é maravilhosa: encanta-me e me atrai. Quero possuí-la em meus braços. Quero sentir seu corpo com meus lábios. – eu sentia os tremores percorrerem seu corpo.
Quero acender e aplacar seus desejos. Quero tê-la ao meu lado. Quero ver esse seu sorriso depois de fazer amor comigo. É isso, simplesmente isso. – o corpo dela, inteiro – todo, correspondia àquele chamado.
Sua mão já estava entre a minha e eu trouxe sua mão aos meus lábios. Ela me olhava perplexa, tensa, irremediavelmente tomada pela atração que nos envolvia. Não apresentava mais do que expressões de plena excitação como reação aos meus atos e palavras.
Toquei de leve sua pele com meus lábios. Arrastei meus lábios em sua mão enquanto virava a palma para cima. Na palma de sua mão depositei meu beijo e em seguida, sem resistir ao vê-la mais uma vez arrepiada, lambi com vontade a palma daquela mão macia, deliciosamente perfumada.
A tensão se desanuviou, as pernas dela tremeram, era como se um choque se distribuísse por todo seu corpo para se concentrar na sua pélvis. O biquíni anunciou sua intensa umidade e seu suspiro denunciou o efeito mágico da lambida.
O namorado dela saia da água e agora olhava para nós. Para nós não. Para ela que ele devia conhecer bem e devia estar percebendo algo de diferente. Eu não podia deixá-la ainda mais exposta. Avisei que ele estava a caminho e que eu iria embora para não criar qualquer tipo de problema.
Virei as costas para o grupo e me afastei normalmente sem olhar para trás uma única vez. Não por covardia, eu não estava fugindo. Quis simplesmente dar a Lua oportunidade de resolver consigo mesma e com seu namorado da melhor forma possível.
Sob a proteção das dunas resolvi matar minha curiosidade. Quem faria diferente? Deitado na areia olhei para o grupo e localizei Lua, certamente fugindo da impressão deixada, beijando-o. Confirmei minha intuição quando ela, acabado o beijo, buscou diversas vezes encontrar alguém olhando para as dunas na minha direção. Assim que me toquei do ridículo ato fui embora.
Aquela maravilhosa manhã acabara e já na pousada, de banho tomado, eu estava descendo para almoçar quando o celular reclama minha atenção. Era minha amiga Marta e estava me convidando para um almoço com surpresa...
- Almoço surpresa? Como isso funciona?
- Se liga! Almoço com surpresa! COM surpresa!
- Que surpresa? - retruquei.
- Engraçadinho, se eu contar acaba a surpresa. Você vai gostar, eu aposto.
Imaginei de tudo e podia apostar que era algo relacionado com a Lua. Será que ela havia comentado algo com a amiga? Enquanto eu pensava, curioso, no que podia ser, peguei o carro e rumei para meu almoço com surpresa.
Cheguei à casa de Marta e lá estavam ela e o namorado apenas. Ele já estava de saída para um jogo com a galera e me convidou. Fiquei desconcertado. Havia ido almoçar (com surpresa), mas não podia me oferecer para, ao invés de jogar com ele, ficar sozinho na casa de sua namorada. Resolvi aceitar. Marta quase teve um troço.
- Nada disso. Você fica aqui quietinho!
- Vai amor, vai pro seu jogo que ele veio me ensinar uma receita de bolo maravilhosa.
Ao ouvido dele ela sussurrou (e eu ouvi): - Você ainda não percebeu que ele é gay e que não gosta destes jogos masculinos.
O namorado abriu um largo sorriso e seguro de si (afinal eu era gay) saiu porta afora se despedindo de mim:
- É melhor você ficar ai no fresquinho. Vai brincar de comidinha com a Marta, vai (preconceituoso)!
Assim que ele saiu, ela bateu palmas e me chamou bem alto: - Vamos logo pra cozinha, querida (e riu apontando para a porta)!
Na seqüência pegou o celular e disse apenas: - Pode vir.
Desligou imediatamente após estas palavras.
Marta me ofereceu um refrigerante ou uma cerveja garantindo que ambos estavam estourando de tão gelados. Aceitei o refri (estava dirigindo). Ela trouxe e sentou na perna da poltrona me indicando o sofá. Assim que sentei a campainha tocou e Marta correu para atender. Ouvi-a se despedindo e dizendo que voltava em uma hora. Falou e bateu a porta.
Do hall da entrada surgiu ela. Ainda de biquíni, coberto por uma linda saída de praia em diversos tons de azul que formavam um matizado até terminar num amarelo solar. Mais uma vez senti meu coração se desesperar tanto quanto eu. Ela aproximou-se. Cabeça baixa, olhar esticado para alcançar meus olhos, falou tão baixinho que eu, mesmo já em pé e me aproximando dela, não entendi.
- Desculpe-me. Não entendi. O que você disse?
- Eu pedi desculpas.
- Pelo que, Lua?
- Pelo meu comportamento infantil. - ela já estava olhando direto para mim. Olhos fixos nos meus olhos.
- Eu é que tenho que pedir desculpas. Eu não devia ter agido daquela forma. Eu sabia que você estava acompanhada. Fui muito atrevido.
- Eu sei que você ficou chateado com o meu comportamento. Acabou que eu fiz você ir embora. Meu namorado é que era um estranho para todos, você estava com seus amigos. Eu é que...
Peguei suas mãos me aproximando ainda mais e ela interrompeu o que estava falando e engoliu em seco. Eu não resisti e acariciei aquela mulher afastando o cabelo de seu rosto para em seguida pegar sua nuca pedindo:
- Me dá o seu sorriso. É só o que eu quero. É só o que eu preciso.
Encanto dos encantos. O sorriso dela veio surgindo do nada. A ruga de preocupação foi sumindo de sua testa, o rosto desanuviando, os lábios se esticando e abrindo-se muito lentamente. Aos poucos, muito devagar seus dentes foram surgindo, seus olhos fixos nos meus e me refletindo, ganhavam um brilho especial de alegria.
Era uma verdadeira metamorfose. Aquela menina séria que entrara naquela sala estampava o mais lindo dos sorrisos nos lábios. Impossível e irresistível ver a beleza daquele rosto, a espontaneidade daquele sorriso, o brilho daqueles olhos sem se apaixonar.
Mais do que paixão: aquela mulher exercia sobre mim uma atração tão intensa que meu pênis se anunciava em grande volume sob o short. A boca ressecara. A respiração se mostrava aflita. Minha mão soltara a dela e corria pelo seu braço e logo alcançava suas costas macias aproximando lentamente seu corpo do meu. O instante parecia eterno, interminável.
Nossos olhares agora fugiam para os lábios voltando a se cruzarem e sem que notássemos os rostos se aproximam e os lábios, secos, tocaram-se, se arrastaram um sobre o outro e sinto as mãos dela brincarem em meus cabelos. Nossos lábios passeiam por nossos rostos e, de leve, mordo seu pescoço, sua orelha e ela, arrepiada, de suspiro em suspiro vai colando seu corpo ao meu.
Os lábios, ainda secos se tocam e ficamos brincando um com outro até que resolvo tomá-la em meus braços num abraço mais louco e mais apaixonado e invado sua boca com minha língua sedenta por sugar sua alma para o meu corpo.
Sinto a entrega total daquela mulher de sorriso mágico. E na magia do momento os laços se soltam e ela em segundos está desnudada arrancando minha camisa e me permitindo sentir seus seios colados ao meu peito.
Estava tão delicioso que passamos um bom tempo rolando nossos corpos entre abraços ali, de pé, no centro da sala. As costas dela estão coladas em meu peito. Meus braços, em um extasiante abraço levam minhas mãos num passeio com paradas programadas na face, nos seios, em sua úmida, macia e pulsante vagina, acariciando tudo por todo trajeto. Ergo então seu corpo e com facilidade a coloco-a deitada em meu colo sem interromper nossos beijos em locais desencontrados e quando mais uma vez nossas bocas se unem deito seu corpo no sofá e só então me afasto para contemplar a divindade na criação. Ela não se acanha, pelo contrário me abre seu maravilhoso sorriso, senta no sofá e ergue as mãos me chamando para junto de si.
Quando estou me aproximando ela, afoita, puxa meu short com violência me deixando igualmente nu. Ainda estou com o short entre os pés e ela, sorrindo para mim, começa a beijar meu membro e aos poucos vai se envolvendo, tomando-me, chupando-me, consumindo entre lambidas, beijos e sucções minhas inibições. Ela abraça meu corpo, aperta minha bunda. Experimento um êxtase vendo aquele olhar questionador que pretende adivinhar minhas sensações.
Mal consigo articular frase simples tal o encanto daquele momento onde, entre carícias e sorrisos, estou sendo levado ao prazer.
- Lua, deliciooso!
- Assim Lua, assim, não para.
- Chupa passando a língua... ISSO!
- Assim eu gozo! Não quero gozar sozinho...
Eu senti uma necessidade urgente de retribuir aquele prazer e quase num pulo escapo das carícias que iam me fazer gozar e tomo em meus lábios os sedentos e perfumados lábios vaginais que correspondem trêmulos enquanto o grelinho vai intumescendo-se. Logo os tremores vão se espalhando por todo corpo.
- Que loucura, acho que já vou gozar! - ela fala, geme, arfa, seu corpo inteiro vibrando.
- Meu grelinho, meu grelinho, chupa meu grelinho que eu já estou gozando forte! - ela pede já quase perdendo o fôlego, respiração entrecortada, rosto contraído e também arrepiado como o resto do corpo e dentes trincados.
- Lambe meu cuzinho, lambe minha buceta, chupa meu grelinho, me leva ao... - ela se calou, seu corpo estremeceu por inteiro e um lindo sorriso se abriu enquanto entre estertores ela relaxava todo o corpo se entregando a uma letargia típica de um intenso orgasmo.
Eu queria, eu precisava usufruir daquele corpo. Ela foge rindo, brincando. Domino-a já perno do janelão. A janela coberta por uma película reflexiva deixa, mesmo no início da tarde, certa penumbra na sala climatizada. Estico seus braços prendendo suas mãos no janelão e por trás penetro profundamente a lubrificada vagina de Lua.
- Não, aqui não! – começa ela a resmungar.
- Vamos para o quarto, aqui não!
- Vamos sair daqui o Léo vai nos ver, vai dar confusão.
Tentando entender o que ela dizia, sem parar um só instante de fustigá-la com meu pênis em sua máxima ereção, percebo a presença do namorado dela numa varanda quase em frente à janela onde estávamos.
A princípio me assusto com a situação, mas logo percebo que com a claridade solar estamos protegidos e invisíveis ao mundo externo que só consegue auto contemplar-se.
Ao ouvido de Lua sussurro: - Vamos deixar que ele aprenda a te possuir com muito amor e desejo.
- Para! Ele vai vir aqui e aprontar escândalo!
- Geme alto, se solta, deixa ele te ver e te ouvir gozando, vai! Chama a atenção dele!
Bem nessa hora ele, sorrindo de alguma coisa, olha para a janela, e comenta algo com os amigos apontando “para nós”. Eu sabia que ele devia estar falando algo sobre a Marta.
Lua se exaspera, mas eu levanto seu corpo pelas coxas e assim, ainda mais arreganhada, aumento o curso do atrito de nossas mucosas e digo a ela:
- Ele não pode nos ver por causa da película azulada, mas talvez esteja vendo suas mãos na vidraça.
Imediatamente ela, não sei com que força, deu um salto para trás mesmo sem o apoio dos pés que estavam no alto. Tive que me esforçar para não cairmos direto no chão. Mas aos poucos foi no chão que terminamos.
Deitei com as costas no chão e ela moveu meu corpo colocando-me perpendicular à vidraça de tal forma que quando sentou na minha pica estava de frente para o seu namorado. Olhando diretamente para ele, começa a cavalgar em mim.
- Não seu babaca. Não me atrapalha não me liga agora! – o celular de Lua toca e ela grita: - Não, seu babaca. Isso não é hora de ligar, vai ser pior prá você, você vai ver.
Ela levanta, pega e atende o celular, coloca uma cadeira ao nosso lado, põe o telefone no viva-voz e mais uma vez se acomoda sumindo com minha pica facilmente.
- Onde você está? – notava-se uma total falta de assunto, ele não tinha nem o que falar.
- Por quê? Vai começar de marcação? Ainda está com ciúme do carinha lá da praia, como era mesmo o nome dele?
- Sei lá o nome do cara, você o chama de Carteiro e ele deu em cima de você, não adianta negar. Mas eu não liguei pra isso não. Eu estou com muita saudade.
- Pois eu não estou com saudade nenhuma, estou na casa de uma amiga.
- Eu estou na casa do Zé Carlos, ouvindo uma musiqueta gostosa e tomando uma “cervejeta” você não quer mesmo vir prá cá. – abaixando a voz num quase sussurro – Agente fica no quarto dos pais dele que estão viajando.
- Você ta com tesão benzinho?
- Estou loquinho. Como você está vestida?
- Você quer mesmo fantasiar pelo celular?
- Eu gosto e sei que você também gosta só se amarra. Ou você não gosta de fantasia?
- Posso escolher qualquer fantasia?
- Claro que pode, vou adorar qualquer fantasia sua.
- Então você vai virar corninho do Carteiro, topa?
- Nem em fantasia, aquele cara é um ..
- Pois eu estou nuazinha, como você gosta. Depilei-me toda, ela está lizinha e eu estou peladinha.
- Você depilou mesmo! – sim ela havia depilado e seu grelinho se anunciava vermelhinho em contraste com a pele não bronzeada naquela parte.
- Que delícia. E o que você está fazendo?
- Estou sentando numa linda piroca, maior, mais dura e mais linda que a sua. Tem mais. A piroca do Carteiro é também mais macia, tem sabor mais agradável e é mais gostosa que a sua e está enfiada inteira na minha bucetinha.
- Ela me preenche todinha. Ele está me arrombando. Você vai até perceber se experimentar outra vez.
- Para com isso Lua. Esse cara não!
- Então pode ser o Zé Carlos?
- Não, não pode ser ninguém.
- Você nem imagina. Estou falando com você no viva-voz e ele gostou tanto que está afastando as costas do chão e erguendo meu corpo. Assim ele está aumentando ainda mais a penetração. – e eu de fato estava preparando uma armadilha de prazer para ela.
- Aaaiiii! – ela gemeu quando eu comecei a estocá-la longa, profunda e velozmente.
- Que foi amor. Machucou-se? – ele realmente me pareceu preocupado.
- Naããoooo queriiiddddoooo! Estou gemendo... de prazer. Esse Carteiro é doido! Uaauuuu! Que delícia! Que... que... velocidade alucinadora. Acho que vo... que vou gozar Léo!
- Para com isso, Lua!
- Me deixe gozar com o Carteiro deixe... me... meu corninho!
- Você... Aaaaaaiiiiiiii! Vai... dei... xar... eu gozar com... Ummmm! ... Com o Carteiro, vai?! Deixa, vai!
- Lua, vamos brincar de outra coisa. Para com isso!
- Confessa me... meu corninho.  Confessa... A pica ta... ta durinha, não ta?
- Vai Léozinho, deixa eu.... Mais forte, mais rápido, Carteiro. Assim, faaaaaa, bem fundo! Aaaiiiiii! Por favor Léozinho, deixa... deixa a sua Lua gozar com o Carteiro, deixa! Ta, ta, ta, ta muito gostosa essa pica fritando minha bucetinha de tão quente que ficou.
- Ta bom! Vou entrar na sua! Vai logo, goza com o cara que minha pica está quase estourando!
- Põe ela prá fora para eu ver, põe!
- Deixa de ser bobo. Põe pra fora e se masturba. Uuuiiii! Ele ta enfiando o dedão no meu cuzinho, Léo! Eu vou gozaaarrrrrrr! Goza comigo!
- Isso Léo se masturba rápido que eu quero gozar contigo. Contigo e co... com o Carteiro. O dedo dele me faz lembrar você. Pequeno, fino, mas dá pra quebrar o galho! Goza logo porra!
- Você é doida mulher. Eu vou gozar na varanda do Zé Carlos e acho que lá da casa da Márcia estão me olhando.
- Então goza logo meu corninho que senão eu vou gozar sozinha. Bate essa punheta bem forte para eu ver você esporrando, meu corninho.
- Vou gozar! – deixei escapar (acho que de propósito).
- Léo você ta gozando, eu estou vendo você gozar Léozinho.
- De quem é essa voz?!
- É do Carteiro. Eu já te disse! Acho que ele vai gozar junto comigo, meu corninho! Você, como sempre, gozou antes. Aaaiiiiii! É agora! To sentindo a porra do Carteiro me queimar e estou nas nuvens, que... que... que gozo delciiiooooosssssssssssoooooooooo!
Ela gritava, eu arfava, eu gemia, eu gozava feito louco. Do celular só se ouvia...
- Lua, Lua! Quem ta aí Lua? Você ta gozando mesmo? Você não está com o Carteiro não, né!
- Lua, Lua! Fala comigo, Lua!
- Léozinho, vou desligar! Ainda estou curtindo o meu melhor orgasmo! Até mais meu corninho! O Carteiro mandou um abraço!
- Como você sabia que eu estava gozando? Onde você está!
Lua desligou, abriu um lindo sorriso para mim e, pela primeira vez, uma mulher me agradeceu ainda gozando.
É claro que não terminou por aqui. Se a Lua deixar eu conto o resto!

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Detalhes sobre o produto

O culpado é o mordomo? Tudo começa a ruir justamente quando o mordomo vira vítima de assassinato!

Tradicional família paulistana se vê em declínio com a morte do patriarca. A viúva usa o que lhe resta de prestígio e consegue um alto cargo para o filho numa estatal e ele tem que se estabelecer no Rio de Janeiro.
O assassinato do mordomo escancara as libertinagens da família e seus delitos.

Um romance mais que sensual, erótico, mostra os bastidores de uma família abastarda a quem tudo é permitido: crimes, perversões, corrupções... Até que a polícia começa a investigar um homicídio e os segredos se veem revelados pondo fim a uma impunidade que pretendia ser perpétua.

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