sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Minha Cunhada Esta Traindo Meu Irmão I

Estou aqui deitado, infelizmente fumando um cigarro, com uma paz que se espalha pelo corpo e espírito, realizados como há muito eu não experimentava. As lembranças de minha infância voltam à mente e em todas a presença do meu irmão, meu companheiro, meu camarada, meu protetor e meu amigo. Apesar de hoje já não compartilharmos a presença um do outro tão a miúdo, por toda minha vida a presença dele sempre foi marcante. Talvez, por isso, tenha resolvido contar a você como foi tão duro para mim descobrir que ele era traído pela esposa.

Ana sempre foi uma mulher exuberante e maravilhosa. Sempre encheu nossa vida de alegria e sorrisos. Estava sempre bem disposta e de excelente humor. Quando Paulo a conheceu nossa vida se encheu de cor. Ela agitava nosso grupo, inventava aventuras, produzia festas inesquecíveis. A única coisa que me irritava em Ana era seu excesso de proteção comigo. Até nas minhas paqueras ela se envolvia afastando as pretendentes mais assanhadas e só me permitindo namorar mulheres virgens, acanhadas, duronas.

Mas Ana sempre foi fiel ao meu irmão. Dona de um corpo maravilhoso, desejado pelos homens e invejado pelas mulheres ela sempre repeliu as investidas de nossos "amigos" transformando-os em amigo dela e afastando qualquer possibilidade de "intimidades" ou "liberdades" com ela. Ela só aceitava ser abraçada pelo Paulo ou por mim, quando ele não estava com ela.

No aniversário do meu sobrinho estavam todos no terraço comemorando e meu maço de cigarros acabou. Desci rapidamente para pegar outro e ao entrar na cozinha percebi o chefe de Ana forçando um beijo na boca. Já estava investindo contra ele quando Ana o repeliu. Mas suas palavras cravaram um punhal no meu peito:

- Aqui não! Aqui é a minha casa! Aqui o rei é meu marido, meu corninho e mais ninguém! Mas não fique triste. Amanhã beijo sua boca e tudo mais!

Quando ela acabava de falar fiz barulho com a porta e fingi estar chegando, porém Ana me conhecia bem e deve ter percebido o brilho dos meus olhos, minha raiva incontida. Sorriu para mim, se aproximou e deu um demorado beijo no meu rosto. Agradeceu-me todo apoio na festa e subiu rindo acompanhada pelo seu chefe.

Eu estava decepcionado e fiquei longe da festa por muito tempo, olhos parados na TV sem estar assistindo nada. A festa perdera a graça, tudo perdera a graça.

Como o chefe de Ana era "bonzinho" ela estava de folga na segunda-feira para acabar de arrumar a casa. Eu sabia que ela estaria sozinha. Meu irmão é quase indispensável em sua empresa, por ele passa a maior parte das decisões e ele nunca pode se ausentar. Meu sobrinho estuda em horário integral numa das melhores escolas da cidade. Não perdi a oportunidade. Eu precisava desmascarar aquela mulher que traia meu irmão e enganava toda nossa família com sua imagem de excelente esposa.

Eu não estava entendendo minha apaixonada revolta. Sentia-me igualmente traído. Eu tinha que arrasar aquela mulher que me tirou o sono por duas noites consecutivas. E foi imerso nesse sentimento que, pouco depois do Paulo sair, toquei a campainha.

Ana me atendeu sorridente, sem ligar para minha expressão fechada, carrancuda. Arreganhou a porta e, sem me dar oportunidade de falar nada, me mandoueu entrar e fechar a porta porque ela estava preparando um delicioso café da manhã para nós dois(?).

Com a alegria que lhe é peculiar seguiu para cozinha. Ela acabara de sair do banho, vestia um leve vestido de alças. O tecido marcava e destacava as curvas de seu corpo e permitia perceber que ela estava sem qualquer outro pano por baixo daquele vestido.

Enquanto caminhava atrás dela para a cozinha me peguei reparando cada detalhe daquele corpo e quando dei por mim ela estava parada de frente para mim, contra a luz da manhã, no centro da cozinha, e eu estava percebendo pela quase transparência do vestido todo seu contorno e todo seu corpo nu. Parecia que ela estava totalmente nua por trás de um simples véu. Vestido infernal aquele. A visão de Ana, e minha repentina ereção, desconcertaram- me e sem ação sentei na cadeira mais próxima a guisa de esconder meu desejo que se anunciava forte como nunca, numa ereção incontrolável e incompreensível.

Amigos, vocês sabem bem do que eu estou falando. Nosso corpo ocasionalmente nos coloca em situação desconfortável e nessas horas, por mais que você tente pensar em algo trágico, desconcentrar do objeto de desejo, só consegue perceber detalhes que mais lhe excitam.

Eu conseguia vê-la com outro homem e o desejo estava me dominando, mas era a esposa do meu irmão, amigo e camarada. Era a minha cunhada. Onde eu estava com a cabeça. Tinha que resistir.

Ana começou a falar. Disse que sabia por que eu estava ali tão cedo. Que ela também queria conversar comigo a respeito. Mas, naquele momento estava muito embaraçada. Não esperava jamais sentir-se desejada. Que em nenhum momento até aquele instante jamais percebera um ato meu de desejo por ela. E nunca havia me visto em uma ereção tão atrevida. Que eu jamais olhara para ela daquela forma como quem quer comer com olhos e tudo mais.

Ela estava de olhar baixo. Cruzava as duas mãos nas costas. Mas enquanto falava ergue os olhos para fitar os meus. O brilho daquele olhar decidido me deixa ainda mais louco para agarrar aquela mulher na minha frente, arrancar aquele vestido. Vestido infernal, como já disse. Possuí-la como num estupro. Contenho-me ali, sentado na cadeira.

Ana começa a me contar que Paulo há um ano se envolvera com jogo e acumulara uma grande dívida. Que ela só soube quando as ameaças foram feitas diretamente a ela. Paulo estava transtornado, mas não desabafava com ninguém. A dívida era impagável e ele certamente pagaria com a vida dela e do filho. Os marginais haviam lhe dito que devedor não morre porque tem que sofrer.

Sem ter como resolver a questão ela acabou por ceder aos assédios de Flávio, dono da empresa que trabalhava, em troca de uma promoção e um aumento significativo do salário, passando a pagar mensalmente aos agiotas tudo que recebia a mais, mas era pouco, era dívida para muitos anos.

Outra novidade surgiu desse comportamento. Ela passou a se sentir uma puta e gostou da sensação. Seu chefe a escravizara. Fazia com que ela fizesse tudo que ordenasse a qualquer hora, em qualquer lugar. A primeira experiência enlouquecedora que vivera foi quando o chefe dela chamou o Paulo para conversar. Ele iria fazer um empréstimo para o Paulo pagar em 60 meses.

- Quando Paulo chegou e foi anunciado eu estava na sala do Flávio, contou Ana, e ele mandou que encaminhassem o Paulo para sala de espera. Uma saleta separada de sua sala por uma simples divisória com vidro espelhado. Apesar da pessoa pelo lado de fora estar de frente para um espelho e não ver quem está lá dentro, lá de dentro se vê tudo perfeitamente.

Ela continuou:
- Flávio tirou toda minha roupa sem trancar a porta. Paulo não entraria, mas a secretária do Flávio podia entrar a qualquer momento.

Ana confessou que aquele clima de perigo estava sendo um afrodisíaco e continuou seu relato ou confissão:
- Flávio pediu que eu sentasse na mesa de frente para o Paulo totalmente nua como estava. Paulo estava ansioso e não sentou. Ficou rodando pela saleta e sempre se olhando no espelho. Flávio abaixara e chupava minha buceta deliciosamente.

- Eu estava sentada na mesa e fui deitando ficando apoiada nos braço. Tomava conta da porta para a secretaria não entrar. Assim tinha que ficar olhando todo o tempo para o Paulo, que Flávio só chamava de corninho enquanto chupava minha buceta e introduzia, cuzinho adentro, um vibrador. Contive-me ao máximo. Não queria gozar de frente para seu marido. Todo este esforço foi pior.

- Flávio chupava deliciosamente minha buceta, o vibrador estava todo enfiado em meu cu, a sensação de Paulo olhando para aquilo tudo, mesmo sem ver, e o perigo da secretaria entrar, tudo provocava reações em meu corpo.

Ana falava com uma desenvoltura e naturalidade que me acanhavam. Todavia, meu pau queria saltar para fora da calça que lhe aprisionava e eu já começava a sentir as dores do tesão contido. Ela parecia estar revivendo aqueles momentos e o desejo se desenhava em suas expressões corporais e faciais. Pupilas dilatadas, narinas abertas, lábios secos sempre umedecidos pela língua, mãos inquietas tocavam o corpo e se recolhiam sem posição adequada.

Ela então me confessa que quando o Flávio enfiou seus dedos em sua vagina ela teve seu melhor orgasmo, nunca experimentara um orgasmo tão intenso em sexo oral. Foi difícil conter a vontade de gritar, mas o gemido foi impossível. Seu corpo todo se contraía em espasmos, ela gemia e seu gozo se intensificava. Em lampejos de realidade ela se perguntava se Paulo estaria ouvido seus gemidos e a voz de Flávio estimulando com pedidos sussurrados para que ela gemesse mais alto, para que ela gritasse pelo nome do corninho. Foi enlouquecedor.

- Abatida pelo gozo, ainda nua, fui conduzida para baixo da grande mesa de Flávio. A mesa era em U, de madeira maciça e eu sabia que ninguém me veria ali. Mas enquanto o Paulo esteve na sala eu foi obrigada a chupar a pica de Flavio e o que mais estava me incomodando era o prazer que sentia em chupar um homem enquanto seu marido conversava com ele. Talvez por isso, experimentei novo orgasmo enquanto engolia toda farta ejaculação de Flávio.

Ela estava com as faces vermelhas, ainda mais cheia de tesão enquanto continuava falando:

- Flavio emprestou uns três meses de salário meu para Paulo pagar em 60 meses sem juros, garantiu o sigilo, e pediu que ele me aguardasse na recepção que eu queria falar com ele e não iria demorar.

Ana contou que seu coração quase explodiu. Como ela ia encarar o Paulo, frente a frente depois daquilo tudo? Ela falava e andava com aquele corpo nu, coberto pelo fino vestido, de um lado a outro, ora se tocando, ora demonstrando o prazer que me contar aquilo tudo lhe provocava.

- Paulo saiu, Flávio se recompôs e foi buscá-lo já no corredor. Insistiu que ele ficasse ali no conforto da ante-sala que quando Ana estivesse liberada ele avisaria para ele ir para a Recepção. A tortura sensual não acabara.

- Desta vez Flávio foi mais cuidadoso e disse a secretária para reter as ligações e não incomodá-lo na próxima meia hora. Não trancou a porta. Assim que entrou na sala tirou toda a roupa e pude perceber sua ereção voltando. Ele me fez ajoelhar no meio da sala pelos cabelos e passei a chupá-lo. Ele ordenava que eu chupasse olhando meu corninho. Com a pica totalmente endurecida me fez ajoelhar na cadeira de rodinhas, encostou a cadeira ao vidro espelhado e recomendou-me que gemesse e gritasse bem alto para meu corninho ouvir e se introduziu lentamente em minha vagina.

Ana disse que só aquela penetração com Paulo tão próximo já a levou ao clima orgástico, mas que o gozo nem chegava nem ia embora se transformando numa deliciosa agonia que mantinha sua vagina retesando-se na ânsia de gozar.

Ana contava e seus seios ficavam intumescidos, sua pele se arrepiava, e ela continuava:

Flavio, por sua vez, bumbava forte e violentamente e quando percebia o orgasmo se anunciando, quase iminente, se retirava, brincava na portinha do ânus ou no clitóris para voltar a se introduzir e, confessa ela, levá-la às portas do prazer supremo. Ela continuava a narrativa:

- Eu estava enlouquecida.

- Flavio enfiava um, dois, três dedos no meu cuzinho que reclamava. Até aquele dia ela nunca gozara dando a bunda, ao Paulo em dava, mas ao Flavio eu não negava nada e ele já havia comido meu cuzinho duas vezes e fora tão dolorido que não provocara qualquer prazer.

Ana contou que estava no auge que mais uma vez Flavio se retirou para ir brincar na portinha de seu cu, só que desta vez a cabeça entrou e ele ficou ali parado, acariciando o bico de um dos seios e seu clitóris com as mãos. Foram eternos minutos e ela ansiosa sentia seu cu “piscar” enquanto aquela pica inteira ir se acomodando bem lentamente dentro de seu rabo. Quando sentiu, toda ela, sem sentir grande dor sentiu-se orgulhosa de si mesma e se pegou olhando para Paulo e dizendo baixinho para ele:

- Está vendo meu corninho, eu sou uma verdadeira puta!

Aquela frase mexeu com ela profundamente, admitiu, mas mexeu também com Flávio que foi, lentamente retirando toda sua pica. Quando Ana percebeu que a cabeça ia sair jogou o corpo para trás fazendo-a penetrar tudo novamente. Essa “brincadeira” de ele tira, ela empurra pra dentro foi crescendo, aumentando a velocidade e ela nem percebeu quando ele introduziu o vibrador em sua vagina, estava como em transe, num gozo profundo, fantasiando ser possuída por dois homens diante de seu marido, seu corninho. Ela se sentia uma mulher plena. Profissional eficiente, esposa exemplar, e uma verdadeira puta quando em matéria de sexo.

Ela completa:

- O gozo pareceu eterno e, ainda amolecida, percebi Flavio recomposto sair deixando a porta de sua sala escancarada comigo ali, caída, extasiada, nua, sodomizada, realizada. Quase caí da cadeira!

- Flavio mandou Paulo ir para recepção, pois eu avisara que estava indo ao seu encontro.

Ela conta que ao retornar, deixando a porta aberta, impediu-a de se vestir. Liberou sua pica ainda duríssima e a fez chupar tudo até que gozasse. Quando gozou só a deixou engolir o primeiro jato direcionando os seguintes ao seu rosto e a fazendo sugar apenas as últimas gotas.

Fez Ana se vestir, sem calcinha e sem limpar o rosto. Ele queria porra bem entranhada em sua pele, queria deixar seu odor de macho. Depois dela vestida ele colheu a porra com os dedos e esfregava os dedos com porra em seus lábios como se fosse batom e a mandava lamber os lábios para repetir a operação.

Só quando não tinha mais qualquer gota é que ele pegou um lenço e deixou ela se limpar (e não lavar o rosto). Com o rosto "limpo" ele orientou:

“- Vou levá-la até seu corninho e quero que você de um beijo bem gostoso na boca do Paulo para o corninho experimentar o sabor e sentir o cheiro da porra do teu macho!”

Ela já estava em êxtase e seguia relatando:

- Assim foi feito. Flavio me seguiu, levando-me pelo braço até seu irmão. A recepção estava estranhamente vazia. Nem mesmo a recepcionista estava lá. Enquanto eu beijava ardorosamente o Paulo, Flávio passou a acariciar minha bunda, assustando-me. E eu me agarrarei ao beijo para não gritar de susto e medo.

Ana não sabe o que Paulo pensou ou sentiu, mas ele deve ter gostado, pois quando se afastava a puxou e beijou outra vez e ela foi mais uma vez acariciada por Flávio.

Enquanto Ana me contava essas coisas não tinha nenhum arrependimento em seu semblante, pelo contrário, a recordação lhe atiçava o tesão. O dela e o meu.

Quando este relato parecia ter acabado ela me disse que queria me contar mais coisas, se eu tivesse tempo. Só então ela me serviu café, pães e bolo.

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