A história de Thais

Vou começar este conto na origem dos fatos. Quando conheci Thais ela tinha 15 anos. Era uma menina sem graça, é verdade! Meus amigos até gozavam minha cara. Mas ela era a mulher ideal para se casar. Sem maiores atrativos, sempre com os cabelos longos e negros presos em um "rabo de cavalo" ou em tranças. Rosto sardento onde se destacava seus olhos maravilhosos que ampliados pela lente "fundo de garrafa" de seus óculos ficavam disformes e enormes. Saias retas e longas ou calças largas e camisetões. No namoro era só resistência. Raramente conseguia tocar seus seios e apenas uma vez consegui tocar sua bucetinha apesar dos muitos anos de namoro.

Eu, Roberto, sou um conquistador nato. Como todas. Meus amigos me temiam, pois na adolescência não escapavam as primas, as irmãs, as mães nem as namoradas. Thais era a minha garantia de que eles não conseguiriam ir às forras. Thais não possuía atributos visuais nem atrativos que agradassem meus amigos. Mas era linda por dentro, uma grande companheira, sexualmente limitada, mas parceira em todas as horas.

O único amigo que conversava com Thais era o Marcelo. Saíamos juntos, os três, e Marcelo passava horas conversando conosco. Gostava muito de Thais, mas não perdia a oportunidade de escarnecer da minha opção. Ele dizia que a Thais era a mulher mais sem graça da vizinhança apesar de maravilhosa... enquanto pessoa, ser humano. Ele também costumava dizer que Thais era quase um anjo: maravilhosa, mas assexuada; sem sal, mas divina.

Thais era quase beata e excelente estudante. Quando não estávamos juntos ou ela estava na escola, ou estudando em casa ou na igreja. Na igreja ela participava de tudo: quermesse, grupo jovem, teatro, campanhas...

O padre me olhava como se eu fosse a encarnação do pecado. Confessor de Thais ele devia saber das minhas frustradas tentativas de submetê-la aos meus desejos sexuais. Ele só não sabia que eu tinha que testá-la constantemente, pois a queria como esposa e, para isso, ela tinha que ser fiel e resistir a toda e qualquer tentação futura.

Na adolescência eu me preocupava muito com a fidelidade plena. Jamais casaria com uma mulher que não fosse 99% virgem. Sim tinha 1% que eu perdoava representado por abraçar e beijar na boca. Mulher para ser minha esposa só poderia ter abraçado e beijado outro homem, qualquer fato além desses em um namoro qualquer desabilitava a pretendente a minha esposa. Por isso Thais era perfeita. Ela era 100% virgem, nunca namorara qualquer outra pessoa. O único namorado que confessava ter tido foi aquela paixão platônica onde apenas um sabe que namora o outro e não conseguem nem se falar tal o acanhamento.

Cinco anos de namoro sem qualquer sucesso e ela com 20 anos e eu com 22 entramos na igreja. Ela de véu, grinalda, tudo que tinha direito por ser pura e intocada. Nem na véspera eu consegui convencê-la, ela era a perfeição em moral - sexo e intimidade só após o casamento.

Depois de casados a minha vida sexual com Thais não mudou muito. Ela exigia luz apagada, não tirava o camisolão, as preliminares eram mínimas e durante o sexo ela permanecia quieta e calada aguardando pacientemente eu me satisfazer.

Eu tentei continuar sendo o garanhão de sempre, mas as coisas não eram tão fáceis. Toda a minha roda de amigos sabia que eu estava casado o que reduzia o número de pretendentes. A maré financeira me obrigava a fazer horas extras para bancar aluguel e demais despesas da vida de casado. Em uma sexta-feira que cheguei mais tarde a casa estava vazia. Liguei para a mãe de Thais e ela mesma me atendeu dizendo que eu ia ser pai, mas que jamais veria meu filho, pois ela não aceitava infidelidade.

Marcelo me salvou. Foi comigo buscá-la na casa dos pais e garantiu que eu estava apenas numa roda de amigos tomando cerveja. Thais fingiu aceitar, voltamos para casa e fui castigado com jejum de mais de um mês. Como eu amava Thais e não queria nem o fim do meu casamento nem perder a chance de criar meu filho num lar em harmonia fiz, comigo mesmo, voto de monogamia.

O sexo começava a melhorar. Ela já aceitava me proporcionar sexo oral embora não aceitasse ser chupada. Mas quando nosso filho nasceu foi mais jejum (resguardo longo) e percebi uma crescente queda no seu interesse. Fiz de Marcelo meu confidente e compadre. No dia do batizado tomei um porre na casa dos pais dela, mas mesmo assim ela fez questão de voltar para casa comigo. Só exigiu que eu não dirigisse. Pedi ao Marcelo para nos levar e foi a sorte, pois apaguei de tal forma que só dei por mim no dia seguinte deitado nu no quarto de empregada.

O batizado foi uma benção para o nosso casamento. Thais mudou. Passou a se cuidar. Aproveitou o plano de saúde e fez uma cirurgia que a livrou definitivamente dos óculos. O guarda roupa foi mudando aos poucos das roupas largas e retas para decotes, tecidos leves, saias curtas, vestidos marcantes.

Nossa relação sexual também mudou. Ela já aceitava que eu lhe tirasse a roupa, lhe sugasse os seios. Não foi uma mudança completa. Ela nem me permitia pensar em comer seu cuzinho. Mas já gemia de vez em quando e muito raramente me permitia perceber que gozara.

O padre que me detestava agora freqüentava nossa casa, fora ele só recebíamos visita de nossos pais e do Marcelo. Por falar em Marcelo, ele começou a implicar com o padre. Vivia reclamando comigo que aquele padre só queria saber de filar a bóia, e passeava com meu filho só para conquistar mais donativos especiais tipo "quem meu filho beija minha boca adoça".

Um dia ao chegar a casa encontro a maior gritaria e confusão, era uma briga entre Marcelo e o padre Afonso. O padre passou correndo pela porta que eu abria e segurei o Marcelo para não sair correndo atrás dele.

Marcelo, sem fôlego, resmungava impropérios contra o padre Afonso. Depois, mais calmo, me disse que pegara o safado tentando abrir a porta do banheiro para ver Thais tomando banho. Só então percebi que Thais estava com os cabelos molhados enrolada no roupão. Estava linda. Foi assim, de repente, em meio a um grande tumultuo, que percebi o quanto minha mulher estava mais bela, mais sensual, mais mulher. Ela nunca estivera tão deliciosa. Estava chorando...

Passado algum tempo com todos mais calmos resolvi ir buscar umas cervejas para desanuviar o clima. Quando voltei Thais esta outra vez chorando pedindo ao Marcelo que a perdoasse. Ela estancou quando me viu. Perguntei o que estava acontecendo e Marcelo me revelou que Thais estava se achando culpada por toda confusão, achando que ela é quem provocara aquilo tudo e que não conseguia fazê-la entender que o safado do padre Afonso é que era um crápula.

Tomamos algumas cervejas e quando Marcelo se foi já estávamos todos rindo da situação. Mas a situação mexeu muito com Thais, tanto que naquela noite ela estava maravilhosa, era só tesão e gozou pela primeira vez intensamente. Foi um enorme prazer para eu descobrir em um só dia o quanto minha esposa era bela e quanto podia ser tesuda. Percebi que se sentir exposta, observada podia ter ativado seu tesão e passado alguns minutos, já recuperado e percebendo a possibilidade de ereção comecei a falar baixinho no ouvido de Thais que o padre Afonso deve ter ficado muito excitado ao abrir a porta do banheiro e vê-la nua, tomando banho, com a água do chuveiro correndo por seu maravilhoso corpo.

No início ela resistiu, mas enquanto eu falava meu membro intumescido tocava sua deliciosa bundinha e ela se encostava e fazia-oele roçar nela. Fiquei insistindo na visão do padre Afonso e ela abriu as pernas e pela primeira vez em anos consegui uma penetração por traz.

Ela ajeitava o corpo, facilitava a penetração e eu já não tinha mais o que inventar com o danado do padre Afonso. Inventei. O Marcelo morreu de ciúmes, mas ele também adorou vê-la nua. Acho que ele sempre quis te comer todinha. Foi batata. Enquanto eu falava do Marcelo minha cama se revolucionou. Thais assumiu o comando rolando na cama e acabou sentada de costas para mim cavalgando alucinadamente enquanto eu sugeria que o Marcelo adoraria estar no meu lugar, dando prazer a uma mulher tão maravilhosa, tão gostosa como ela.

Ele adoraria arrancar esse camisolão, eu falava e agia. Acariciar seus seios, minha mão seguia a minha voz. Percebi o corpo de Thais se arrepiar e emendei: Arrancar arrepios desse seu corpo. Se o Marcelo fosse eu ele estaria encantado em poder penetrá-la tão profundamente. Thais cavalgava profunda e velozmente. Ele desejaria enlouquecê-la fazendo-a gemer e gritar de tesão.
Thais começou a gemer, seu corpo estremecia e eu alimentava seu tesão com a imagem de Marcelo possuindo-a, ela entra em frenesi e começa um inusitado gozo, pleno completo e para minha surpresa, em pleno gozo, ela sai de cima de mim, fica de quatro e me pede para penetrá-la, arrobá-la, fazê-la mulher.

Ela então geme, perde o fôlego, solta pequenos grunhidos e gritinhos, grita que está maravilhoso, grita que está gozando. E mais uma vez me surpreende: Isso me faz gozar pela primeira vez intensamente meu... meu... meu... As palavras vão virando gritos, a cada "meu" sua voz fica mais alta e entrecorta tal seu gozo. Soltando o corpo sobre a cama e me levando junto ela completa: "MEU CORNINHO!"

Agora sou eu quem perde o controle e gozo profundamente. Meu corpo fica retesado e me sinto totalmente tragado por aquele corpo de mulher que até aquele dia eu desconhecia. Sinto um prazer estranho e peço a Thais para repetir e ela feito louca repete diversas vezes seguidas sentindo meus jatos em seu corpo: "Meu corninho... Meu corninho... Meu corninho..."

Passado o transe sexual Thais recolhe seu camisolão e sai correndo para o banheiro de onde só volta quase uma hora depois. Fingido dormir, entre os cílios, percebo que ela esteve chorando. Ela deita ao meu lado. Parece constrangida. Finjo me movimentar dormindo e minha mão cai sobre o corpo dela com uma leve carícia que ela, calada, aceita.

Era sábado, acordamos radiante e Thais foi tomar banho enquanto eu fui à cozinha preparar nosso café da manhã e assim que ela saiu do banheiro segui com a bandeja em sua direção levando-a de volta ao quarto. Ela senta no meio da cama e coloco a bandeja com as pernas abertas sobre as pernas daquela mulher cada dia mais linda, mais gostosa. Valeu à pena esperar sem trair aquela mulher desabrochar. Dou a volta, sento na cama com as pernas abertas de forma a envolver as dela e encosto por traz em seu corpo.

Beijo sua nuca, seus ouvidos e ela ri arrepiada. Vou afastando o roupão e revelando seu corpo que raramente vislumbrei inteiramente nu. Prometo: Vou te dar mais uma surra como a de ontem. Vai ser o seu castigo.

Thais está rindo, entra na brincadeira: Castigo por quê? Respondo em sussurros ao seu ouvido: Por confessar que eu, marido fiel, sou um corno. Isso não é coisa que se conte assim, justo quando estou gozando. Ela: E você gostou de ficar sabendo que o Marcelo me come quase todo dia? A brincadeira está esquentando e para ter aquela mulher deliciosa como na noite passada eu só dou corda: Não só gostei como estou pensando em convidá-lo para te comer na minha frente.

A mulher ficou doida. Era, novamente, a Thais dominadora da noite anterior. O tesão a acende repentinamente, parece que uma puta toma conta de seu corpo.

Ela põe a bandeja no chão. Arranca o roupão. Arranca meu short. Coloca-se entre as minhas pernas e me chupa como nunca havia chupado. Enquanto chupa me pergunta se eu vou gostar de vê-la chupando o Marcelo daquele jeito. Eu digo que vou segurar a pica dele par oferecê-la a ela. E me pede para prometer. Eu prometo.

Ela deita de costas na cama e pede para, pela primeira vez na vida, ser chupada por mim. Enquanto eu chupo aquela deliciosa fruta ela me pergunta já quase gozando se eu não vou ficar triste por saber que o Marcelo já chupou aquela buceta varias vezes e bem melhor do que eu estou chupando. Eu digo que não e intensifico minha chupada. Ela pergunta se eu não fico triste de saber que o Marcelo a fazela gozar em sua boca quase que imediatamente e não para enquanto ela não goza pelo menos três vezes e intensamente. Eu digo que não e que vou pedir para ele me ensinar. Ela mais uma vez pergunta se eu prometo. É claro que eu prometo.

Thais está gozando e eu saboreando seu orgasmo em minha boca, em minha língua. Ela pede para eu passar a língua rápida e ocasionalmente em seu cuzinho e, cada vez que a língua passa, ela dá um gritinho safado e mais uma vez entra em estado de prazer gozando toda arrepiada.

Mais uma vez, em pleno gozo, ela grita: "Meu... Meu... Meu... Meu corninho!"

A tudo isso eu suporto feliz por ter meu casamento em um prisma nunca experimentado. Agora eu sei que minha esposa é bela, sensual e fogosa, eu é que não sabia ativar sua libido.

As emoções são fortes, o intenso prazer que ela demonstrou sentir teve efeito direto em mim, em meu corpo e estou experimentando uma ereção adolescente, isto é, meu pau está intensamente duro e chega a doer esticando as peles. Já fazia alguns anos que eu não experimentava uma ereção tão intensa, um tesão tão completo. E é com todo esse tesão que eu parto para um papai mamãe a fim de levar minha esposa à loucura.

Vou penetrando, centímetro a centímetro, vagarosamente, prolongando ao máximo aquele prazer. Thais parece uma alucinada, me pede que enfie tudo, penetre sua buceta profundamente. Mas me contenho, controlo meus movimentos impedindo que os movimentos dela provoquem uma penetração mais rápida. Ela então me diz que arrombá-la como o Marcelo eu não posso porque meu pau é muito menor e que pelo menos enfie tudo para que ela experimente alguma sensação.

Enfio tudo tomado pela raiva ou pela recordação de que, embora ela não saiba, o Marcelo é realmente avantajado. Isso sempre me incomodou e estoco-a furiosamente, mas incrivelmente com mais tesão. Minha dedicação é tal que ela entre em frenesi em pouco tempo e o gozo já se anuncia.

Frio e calculista preparo minha vingança para aquela humilhação. Eu sei que ela não queria me humilhar, mas tocou num tema nevrálgico para mim. Talvez se ela soubesse que o Marcelo é bem maior que eu, que seu pau é também mais grosso, não teria feito aquele comentário. Entretanto não consigo perdoá-la e para constrangê-la pego na cabeceira o celular enquanto acelero ao máximo meus movimentos. Encontro o Marcelo entre os telefones de minha lista e meu pau quase sai da buceta de Thais para aprofundar-se totalmente na sua intimidade a fazendoela assoviar enquanto puxa o ar entre os dentes cerrados. Ligo para o Marcelo e, quando ele atende, eu digo que a Thais quer falar com ele e passo o telefone para uma surpresa esposa.

Mar... Mar..., ela gagueja para finalmente, em gozo intenso conseguir pronunciar: - Marcelo! É um grito que sai de suas profundezas. Não sei o que ele diz a ela, mas, quando ela responde, eu gozo profundamente: Vem rápido me comer que o corninho prometeu participar e até te ajudar. Vem logo que eu quero gozar o dia inteiro!

Eu gozava intensamente, meu subconsciente estava em perfeito transe orgásmico, mas o consciente brigava para me trazer à realidade tentando entender aquelas palavras. Ele me devolve o telefone após dizer ao Marcelo: Combina tudo com o Corninho e me deixa curtir esse gozinho mixuruca.

Roberto! Ouço a voz do Marcelo. Sim! Respondo monossilábico. Perdoa-me Roberto, mas foi mais forte que eu. Que bom que você entendeu. Que bom que você é tão meu amigo e aceitou compartilhar sua esposa comigo. Você só não pode perdoar o padre Afonso, ele fez chantagem para comer a nossa mulher! E eu já não aguentava mais manter isso em segredo.

Tombei na cama, calado, ao lado de Thais. Eu era corno e não entendia se estava feliz, perplexo, extenuado, rendido ou arrasado, só sei que respondi num sussurro. Vem logo que ela está com muito tesão!

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